Super Body
As coisas mais importantes são as mais difíceis de expressar.
O que é isto?



Sangue, Suor e Lágrimas - Parte II - ... And What Goes Out

Caramba!!! Eu quase surtei com a quantidade de comentários da primeira parte deste texto!!!
Pensei até em nem escrever esta segunda parte e cancelar o raciocínio no meio, mas meu blog não é o SBT. Ele é, antes, como a Globo - com audiência ou sem, eu concluo a obra. Nem que seja para dar um final ridículo como o que eu escrevi para finalizar.
Não gostei do que escrevi, mas... paciência! Foi o que saiu!

Lá pelos idos de 2002, eu passava pelo processo de certificação do meu primeiro programa da Body Systems: o Body Attack. Na mesma época, eu estava terrível, completa e perdidamente apaixonado por um carinha que conheci: o Mark (nome intencionalmente trocado). E até hoje tenho dúvidas sobre qual destes dois fatos foi o maior responsável pela minha perda de 10 kg em cinco meses.
A questão é que quando estou sob os efeitos da "droga da paixão" (eu ia escrever "oxitocina", mas preferi evitar termos técnicos), meu rendimento nos treinos cresce vertiginosamente. Seja porque neste estado as músicas me tocam mais fundo e me estimulam mais do que normalmente acontece; seja porque a dor física no momento do treino pesado cresça tanto a ponto de me fazer esquecer (ainda que temporariamente) a "dor emocional"; ou seja ainda porque a "dor emocional" possa ser eliminada pelo suor junto com as outras toxinas presentes no sangue.
Não me esqueço de uma amiga que dizia ser bastante romântica uma frase que eu vivia dizendo na época: "Vou suar bastante Mark hoje". Claro que eu expliquei a ela o significado real da frase, que era algo mais ou menos assim: "Hoje preciso treinar pesado. Vou fazer aulas no limite das minhas forças. Tem muito Mark na minha corrente sanguínea e preciso eliminar um pouco pelo suor". Era por isso que ela achava romântica. Eu, sinceramente, até hoje, ainda acho nojenta a frase que eu usava.
Enfim, romântica ou nojenta, tudo o que posso dizer é que funcionava! Eu saía da academia encharcado de suor, com dores em cada fibra muscular do meu corpo, mas com a cabeça leve, momentaneamente livre dos efeitos nocivos da alta concentração de Mark na minha corrente sanguínea.
Fisiologicamente falando, eu realmente não sei o que acontecia. Não sei se o Mark realmente saía no suor - se esta hipótese for a verdadeira, era um suor que deveria ser classificado como lixo tóxico -, se era metabolizado e convertido em partes menores para ser consumido - Mark picadinho e queimado em seguida, minha mente sente verdadeiro prazer ao considerar esta hipótese - ou se era a dopamina despejada na corrente sanguínea que anulava os efeitos do Mark - algo como o "bloqueador de oxitocina" mencionado num texto anterior, esta hipótese é a mais provável e a menos estimulante para a imaginação.
Mas, façamos um paralelo. Um sofrimento muito forte causa o quê? Lágrimas, correto? Por que choramos? Quer dizer, fisiologicamente, qual seria o significado de eliminar "algo" em um momento de muita dor? Seria porque, de algum modo, pelas lágrimas, o corpo elimina as toxinas da "dor emocional"? Ou vai me dizer que após uma boa crise de choro você não se sente mais leve?
Comparado com o que já sabemos da primeira parte deste texto, se o cérebro sabe "pedir" o que está faltando, ele não saberia "expulsar" o que está sobrando ou sendo prejudicial? Certamente que sim! Ou seja, as lágrimas nada mais são do que a limpeza das toxinas da "dor emocional".
Ora, se funciona com lágrimas, por que não com suor? O suor é até mais eficiente nesta eliminação, pois seu volume é bem maior do que o volume de lágrimas.
Assim, concluímos que corações partidos se curam mais rapidamente com a prática de exercícios físicos intensos, durante os quais você vai suar muito e pode até chorar de dor, eliminando mais rapidamente do seu organismo as toxinas de sentimentos auto-destrutivos.

Escrito por Super Body às 12h40 [   ] [ envie esta mensagem ]





Sangue, Suor e Lágrimas - Parte I - What Comes In...

Antes de começar, vale frisar que, do que está escrito abaixo, praticamente (se não absolutamente) nada ainda foi provado de maneira científica rigorosa. Portanto, profissionais das Biomédicas ou curiosos, sintam-se livres para desenvolverem quaisquer tipos de pesquisas baseadas no que está relatado, incrementando os conhecimentos da humanidade. E, claro, não tentem me questionar, levantar conjecturas (prós ou contras) ou apresentar demonstrações; não terei argumentos suficientes para um bom debate.
Isto posto, segue o que realmente interessa.

Situações:

1 - É um sábado qualquer. Bem no meio da tarde, você e mais três amigos assistem um filme em casa. O filme está bem no meio, é bastante interessante e todos estão vidrados e com o fôlego preso, ansiosos para saber o que acontece a seguir. De repente, o pensamento vem à sua cabeça. Você nem está com fome, mas naquele instante, comer um pão francês quentinho recheado com sorvete de leite condensado parece ser a ideia mais fantástica do mundo. A partir daí, nem interessa mais quem é o assassino do filme ou com quem a mocinha vai terminar... sua mente está fixa em um pão quentinho com sorvete de leite condensado. Você abandona os seus amigos ("Volto já"), abandona o filme no meio e sai de casa para comprar o tal sorvete e o pão. Quando volta, enquanto você se delicia com a "iguaria", eles olham para você com cara de "blergh".
2 - É uma terça-feira à noite, hora de dormir e está muito frio. Você já tomou um banho quentinho, vestiu aquele moleton velho e entrou debaixo dos cobertores para ver TV até o sono chegar. Quando o sono está quase o embriagando, uma vontade de comer chocolate invade todo o seu ser. Você revira a casa toda em busca de um bombonzinho que seja, mas não encontra nada de chocolate, nem mesmo em pó. Até tenta resistir um pouco para ver se a vontade passa... ela não passa! Assim, você acaba trocando de roupa e saindo para procurar uma loja de conveniência. Compra uma barra de chocolate e nem espera chegar em casa - vai comendo pelo caminho mesmo. Nesse momento, o sono já se foi completamente, mas o sabor do chocolate - simplesmente divino - valeu a pena!
3 - Sexta-feira de manhã, você está hospedado em um hotel, em uma viagem de negócios. Tem uma reunião às nove horas. Coloca o despertador para sete e meia, levanta-se, toma uma ducha para despertar e desce para o café da manhã. Serve-se de uma fatia de melancia e senta-se à mesa. Antes de levar o primeiro pedaço à boca, você olha para o buffet e vê um cestinho cheio de sachês de catchup. É o que basta, alguma coisa desperta dentro de você. "Não", você pensa, "não vou fazer isto em público". E até tenta comer a melancia, mas agora ela está totalmente sem sabor. "Que se dane", você pensa. Levanta-se, pega alguns sachês e... Apesar da cara de nojo do público presente, nada poderia substituir o sabor deste café da manhã! Um néctar dos deuses!

O que as três situações acima têm em comum?
Pense um pouco antes de responder...
Chegou a alguma conclusão?
"Sim, você está grávido!"
Pééééééééééé!!! Resposta errada!!!
Tem que estar errada pois, caso contrário, onde estariam meus três filhos? Porque eu vivi as três situações acima. E, com certeza, você já viveu algumas parecidas.
O que elas realmente têm em comum é a apresentação de uma necessidade biológica chamada "desejo".
(E, para este texto, me restringirei aos desejos alimentares, mas todos os outros seguem a mesma linha de raciocínio - basta abstrair.)
O desejo nada mais é do que um sinal que o corpo emite para uma necessidade de "emergência" - eu preciso e eu preciso agora!
Como bem sabemos, na nutrição do corpo, para que todas as funções se realizem de modo adequado, além de carboidratos, gorduras e proteínas, também temos a necessidade de vários minerais, vitaminas e outros compostos orgânicos. E, quando falta alguma coisa, o cérebro sabe pedir o que deseja.
Tomemos, como exemplo, a situação 1. Imagine o seu cérebro mandando a seguinte mensagem a você: "Escuta, está faltando cálcio e potássio para o funcionamento normal das suas atividades metabólicas. Também vou precisar de vitamina A e um pouco de riboflavina. E, aproveitando que vai buscar tudo isso, uma dose extra de ácido ascórbico cairia bem". Você (até eu) responderia com um redondo e sonoro "Hein?" para, em seguida, completar: "Ah! Não enche! Cala a boca que o filme está bom, não quero perder esta parte!"
E é exatamente por isso que ele não pede assim. Ao contrário, ele "diz" a você: "Lembra daquele pão quentinho que deve estar saindo do forno agora? Tenho a sensação de que você deve estar louco para comer um desses, não? E aquele sorvete de leite condensado que você adora? Aposto que você gostaria de saborear um pouco dele também, estou errado?" E, para se vingar da resposta que você deu a ele no parágrafo anterior, ele ainda acrescentaria: "Agora, imagine estes dois sabores misturados... Tenho certeza que você nunca provou nada melhor nesta vida!"
Pronto! Fechou! O seu cérebro elimina os termos técnicos, traduz num desejo e você supre o seu corpo do que ele está precisando. Todos ficam felizes!
Claro, existirão casos onde você conseguirá resistir aos desejos. O que acontece aí é que o corpo "se vira com o que tem para hoje" (não sem alguns prejuizos - mínimos - à saúde) e a necessidade fica adiada para a próxima refeição. Pode haver também substituição dos ingredientes - não tem sorvete de leite condensado, de baunilha serve então - desde que as necessidades nutricionais sejam supridas.
Por isso, também, é preciso se esforçar ao máximo para suprir os desejos das mulheres grávidas. Na maioria das vezes, é o feto em desenvolvimento quem precisa dos nutrientes em questão e, como seu metabolismo é bem mais rápido, surge a necessidade de atender estes desejos prontamente.
Para finalizar, você não terá desejos com alimentos que nunca comeu, afinal o cérebro não saberá relacionar a falta de algum nutriente com um alimento que ele ainda não "cadastrou no sistema". Portanto, ao ver alguém comendo algo que você nunca provou, você até poderá ter uma vontade louca de experimentar; mas, neste caso, você apenas fará uma relação do que está vendo (cor / textura / temperatura / etc.) com algum outro alimento que já conhece. Não será propriamente um desejo.
(continua...)

Dividi o texto em duas partes. Caso contrário, ficaria muito extenso.
Esta parte é basicamente a introdução - não contém nada de suor e lágrimas e é necessária uma análise bem aprofundada para entender o relacionamento do sangue com os desejos -, portanto o título fica melhor explicado na próxima.
E tentem não chamar a ambulância para me internarem... pelo menos até eu publicar a próxima parte.
Namastê!

Escrito por Super Body às 13h05 [   ] [ envie esta mensagem ]





"Kicking the Bucket"

E agora (porque o que é bom dura pouco), quebrando completamente o clima do post anterior, segue a pergunta que não quer calar:
Alguém aí sabe com quem eu preciso dormir para conseguir uma boa dose de bloqueador de oxitocina?

Escrito por Super Body às 17h35 [   ] [ envie esta mensagem ]





Do's And Dont's

Chegue em minha vida como se fosse apenas mais um, me faça acreditar que você nada tem de especial e, no instante em que eu tiver certeza disto, revire minhas convicções de ponta-cabeça e do avesso.
Sorria seu sorriso contido, com a boca ou com os olhos. Me faça perder o fôlego quando você gargalhar. Faça meu coração disparar, não por vê-lo, mas simplesmente por pensar que você pode estar perto.
Não seja blasé, não diga que não se importa, não aja como se não se importasse. Seja natural, seja cativante.
Pode me acordar bem cedo, de madrugada ou mesmo no meio daquele soninho gostoso de uma tarde chuvosa. Não há melhor despertador nesta vida do que a voz da pessoa que amamos, ainda que seja somente para perguntar: "Onde foi que você guardou o pacote de biscoitos mesmo?"
Não me escravize, não se escravize. Apesar de vivermos o mesmo amor, somos dois, e em alguns instantes precisaremos estar sozinhos. Mas não deixe estes instantes serem muito longos, a saudade ficará insuportável.
Pode gostar de tudo o que eu não gosto - futebol, baile funk ou Discovery Channel -, mas nunca me obrigue a acompanhá-lo. Se não insistir para que eu vá, eu estarei ao seu lado na maioria das vezes. E jamais puxe assunto no meio do capítulo da minha novela favorita.
Não é necessário gostar de animais - é até melhor que não goste -, mas é imprescindível adorar viajar. Seja meu guia pelas ruas que não conheço, permita que eu o guie naquelas que você não conhece. E onde nós dois estivermos indo pela primeira vez, vamos conhecer juntos, errar juntos, aprender juntos e colecionar várias histórias para contarmos depois (juntos, claro).
Venha com uma bagagem emocional enorme. Traga romances, paixões, decepções e fracassos. Então, ao relembrar cada uma destas histórias, afirme categoricamente que tudo isto foi apenas uma preparação para a vida maravilhosa que você leva ao meu lado. Mas não infle meu ego, deixe sempre um espaço para que nossa relação melhore.
Me deixe ser um babaca às vezes, me deixe chegar perto do limite da sua paciência. Neste momento, me pegue de surpresa e me cale com um beijo, encerrando assim o assunto.
Enquanto todos os meus outros amores me deixaram com a cabeça nas nuvens e os pés no chão, seja você o inverso. Me deixe com a cabeça no chão mesmo quando meus pés tocarem as nuvens. E, acredite, você é o único que terá conseguido.

(Inspirado livremente em um texto de Martha Medeiros)

Escrito por Super Body às 13h32 [   ] [ envie esta mensagem ]





In Vino Veritas

Fala, galera!!!
Os acontecimentos do fim de semana culminaram para que eu terminasse o domingo bebendo duas cervejas.
Quem me conhece a fundo, sabe que este fato é bastante inusitado. De qualquer modo, afogar mágoas com álcool até resolve quando este comportamento não é habitual. E, se no fundo do copo não tem o retrato da "mulher amada" (NÃO, de modo algum eu virei fã de música sertaneja), pelo menos algumas verdades você consegue enxergar.
(Se bem que prefiro as verdades do vinho - que foi mencionado no título -, mas onde eu conseguiria um bom vinho em Uberlândia no domingo às 23h? Praticamente uma missão impossível...)
Enfim, vários pensamentos se clarearam em minha mente e me deram uma nova direção para seguir hoje. Mas, o principal mandamento para a semana é:

Não vou mais agir como um babaca!
(Pelo menos, até a próxima recaída)

E, com isto, voltamos à nossa programação normal.
Beijos a todos!!!

Escrito por Super Body às 10h02 [   ] [ envie esta mensagem ]





Dedicated To The One I Love / Hate

E eis que eu acordo de manhã e... pronto!!!
Já vi tudo!!! Hoje vai ser um dia daqueles!!! Tava demorando!!!
Tava tudo calminho demais... "blasézinho" demais... Azulzinho bebê e rosinha claro demais... Sangue de barata demais...
Era tudo "Sim, meu amor", "Claro, meu amor", "Como quiser, meu amor".
"Como quiser" o escambau!!! E "meu amor" mais escambau ainda!!!
Põe um balde na minha frente hoje para ver o que acontece!!! Chuto mesmo!!! E vai voar m... para tudo quanto é lado!!!
Ai, que raiva de ter deixado tudo tomar a proporção que tomou!!! Quem manda aqui sou eu, as rédeas da situação são minhas e quero ver quem vai ser homem o suficiente para tirá-las das minhas mãos... Tá pra nascer (e ESTE é o grande problema!!!).

(Pausa para retomar o fôlego...)

Ah! Acalmei agora... Valeu o desabafo!!!
Mas não quer dizer que as coisas vão continuar como estão, não... Bem ao contrário!!!
De qualquer modo, é melhor evitar os baldes pelo caminho hoje...

Alguém poderia mencionar que o post de ontem foi para dizer que "travei".
E o post de hoje não quer dizer que "destravei".
Só para constar...

E, claro, óbvio, evidente... Sem respostas aos comentários deste post!

Escrito por Super Body às 10h55 [   ] [ envie esta mensagem ]





Travei de Novo

Fala, galera!!!
(Há um tempão que eu não começo um post com esta saudação, né?)
Depois de publicar quase todos os dias, travei de novo!
Ontem, em finalização ao post anterior, tentei criar um diálogo que daria a respostas às questões que eu propus. Acontece que ele ficou meio mórbido. Além disso, tão grande que eu nem cheguei a concluir. Desisti de publicar.
Hoje, uma ideia antiga me voltou: a eliminação de sentimentos auto-destrutivos por Sangue, Suor e Lágrimas. Adivinhem? Só saiu o título (em negrito ali atrás).
Então, chega de enrolação e vamos logo às respostas, certo?
Sim, sou doador de órgãos (embora eu acredite piamente que se eu morrer antes dos meus pais, eles JAMAIS permitirão a doação).
E não, não tenho nenhuma restrição quanto a quem receberá cada pedacinho meu.
Eu até poderia me prolongar mais nestas justificativas, mas os comentários do post anterior ficaram tão completos que eu não faria mais que repeti-los aqui.
É isto o que tem para hoje... Amanhã não se sabe!
Beijos a todos!

Escrito por Super Body às 12h33 [   ] [ envie esta mensagem ]





Quem Merece Meu Coração?

Ontem, aproveitando o feriado e a gripe que me deixou praticamente de cama o dia todo, assisti o último episódio da segunda temporada de Eli Stone que estava gravado e aguardando uma chance para ser visto.
Antes de falar sobre o episódio em si, o seriado merece um comentário positivo. Alguém poderia classificá-lo como "apenas mais um seriado de advogados e tribunais", mas seria como classificar Grey's Anatomy como "apenas mais um seriado de médicos e hospitais". Sim, os temas centrais são exatamente estes, mas a profundidade com que os sentimentos e emoções são apresentados em cada episódio fazem toda a diferença. E não é raro algum episódio (dos dois seriados mencionados acima e de alguns outros não mencionados) me arrancar lágrimas.
Confesso, ultimamente ando mais chorão do que o normal - o MEU normal -, mas o episódio que vi ontem trouxe uma carga de emoção muito grande.
Resumindo, a filha de um casal havia perdido a vida em um acidente e a doação do seu coração seria feita a uma outra moça, desconhecida da família. Quando os pais conheceram a receptora do coração da filha falecida, desistiram da doação porque a moça era ateia e eles (incluindo a doadora) tinham uma crença muito forte em Deus. O episódio teve o seu gancho principal nesta história, onde seria decidido judicialmente se a doação deveria ou não ocorrer. Claro, no desenrolar da história, muitas revelações foram acontecendo, o que me leva (finalmente) ao tema central deste post!
Se eu morresse hoje, alguém teria variáveis suficientes (baseadas no que conhecem de mim), para decidir quem merece o meu coração?
Tentem responder às seguintes perguntas (sem hesitar):
1. Para começar, eu sou doador de órgãos?
2. No caso de decidirem pela doação (não estou afirmando que a resposta para a pergunta acima seja "sim"), eu teria alguma restrição quanto ao receptor? Para quem eu não doaria? (Pensem bem, porque aqui vale TUDO!)
Nem vou muito longe, eu tenho certeza que meus pais não saberiam responder às perguntas acima.
Então, minhas lágrimas que tiveram seu início por uma razão óbvia - o episódio era realmente emocionante -, continuaram porque eu trouxe as indagações para a minha vida pessoal.
Quem merece meu coração? Você sabe?

Escrito por Super Body às 12h13 [   ] [ envie esta mensagem ]





Tô Falando...

Senhor Lucrécio chegou para mim ontem, curto e grosso:
- Você será o noivo no casamento caipira da festa junina da Ball Shape!
Alguma coisa está fora da ordem. Como alguém ousa mencionar a minha pessoa em frases com as seguintes expressões?

  • Noivo.
  • Caipira.
  • Festa junina.

Pior ainda, como alguém ousa mencionar a minha pessoa em uma frase com as três expressões juntas?
Mesmo sendo o senhor Lucrécio.
E quando eu falo que são chegados os tempos da Kaliuga, ninguém acredita...

 

Escrito por Super Body às 10h52 [   ] [ envie esta mensagem ]





E Por Falar em Cultura Indiana...

Are baba!
Atualmente eu tenho vivido com o cérebro congelado.
Ou isto, ou são mesmo os tempos da Kaliuga.
Sunedi! Deixar um firanghi estrangeiro colocar música no meu ouvido é relativamente normal. O que foge do usual é eu ficar parado feito uma coluna do templo.
Nahim! Este definitivamente não sou eu!
Com isto, acabo tomando decisões ("decisões" será realmente a palavra?) com todas as lamparinas do meu juízo apagadas!
Baguan kelieh!
Eu deveria era reconsiderar e voltar a arrastar o meu sari pelas saunas e boates gays.
Atcha! É isto mesmo o que vou fazer!
Caso contário, Lord Ganeisha me enviará uma carteirinha de hétero e minha mamadi começará a pendurar bercinhos na árvore do templo.
Are baguandi! Isto não pode acontecer!
Vou voltar à ativa! Tik he!
Shalô!
Namastê!

Escrito por Super Body às 12h43 [   ] [ envie esta mensagem ]





Is That All, Folks?

A palestrante disse:
- O que as suas aulas têm acrescentado nas vidas dos seus alunos?
Ora, nada melhor do que ir diretamente à fonte buscar estas informações, não?
Virei-me para um de meus alunos que estava logo atrás de mim:
- O que as minhas aulas têm acrescentado à sua vida?
Sem pensar, ele respondeu à queima-roupa:
- Cultura indiana!
Morri vivo!

Escrito por Super Body às 12h49 [   ] [ envie esta mensagem ]





"Causos" do Rio - Parte XIV - De Volta para Casa

Obviamente, os mais atentos já perceberam que os famosos mencionados não apareceram em carne e osso, mas sim na tela do cinema - eu estava vendo o filme Divã. Que aliás, recomendo.
Se eu tivesse encontrado o Reynaldo Gianechinni pessoalmente, eu certamente teria dito a ele que pediria um favor inusitado, pegaria meu celular e ligaria para a Andreia e pediria que ele trocasse uma ou duas palavrinhas com ela. Seria a minha "pequena" vingança por ela não ter ido comigo. Mas, azar ou sorte, não o encontrei pessoalmente.
Almocei em um restaurante japonês no próprio Barrashopping antes de fazer pela última vez naquela viagem o percurso Barra - Zona Sul (embaixo de muita chuva) e seguir para o aeroporto.
Devolvi o carro, fiz check-in, embarquei (com apenas quinze minutos de atraso), mais duas chances de aprender a coreografia da Dança das Aeromoças (não aprendi!), aterrissei em Uberlândia, peguei um táxi e logo estava em casa.
Organizei algumas coisas e fui dormir - o dia seguinte era preto na folhinha!
No dia seguinte, ao acordar, antes de abrir os olhos pensei: "Daqui a pouco estarei tomando café da manhã com vista para o mar!"
Abri os olhos... Que decepção! Hoje não, hoje seria diferente...
Caminhei pela av. Floriano Peixoto para ir ao trabalho... o mar não estava mais lá.
Putz! Que saudades do Rio!

Escrito por Super Body às 12h13 [   ] [ envie esta mensagem ]





"Causos" do Rio - Parte XIII - It's a Rainy Day

Eu havia programado, para a manhã do último dia, ir à praia. Porém, o dia amanheceu nublado com nuvens carregadas e enquanto eu tomava café da manhã com vista para o mar, a chuva começou a cair - e não mais parou até o momento em que embarquei no avião, no fim da tarde.
Então, fui para a varanda do apartamento e fiquei lendo até a hora de sair do hotel. O que, na verdade, só fez com que os planos mudassem de lugar (já que eu ficaria lendo na praia), com a vantagem de não sujar os pés de areia, mas com a desvantagem de não poder tomar banhos de mar entre um capítulo e outro.
No fim da manhã tomei um banho, organizei minha bagagem e saí do hotel. Segui para o Barrashopping, onde os planos incluíam assistir um filme e almoçar, não necessária, mas preferencialmente nesta ordem - dependeria dos horários do cinema.
Os horários ajudaram e um filme que eu queria ver começaria ao meio-dia. Comprei as entradas e me dirigi à sala de exibição.
Não estava cheia - pelo contrário, nem metade dos lugares estava ocupada. Ótimo!
Me acomodei.
E então, todos os famosos que não vi durante toda a minha estada no Rio, começaram a aparecer: Cauã Reymond, José Mayer, Lília Cabral, Reynaldo Gianechinni...
(continua...)

Escrito por Super Body às 10h42 [   ] [ envie esta mensagem ]





"Causos" do Rio - Parte XII - A Experiência Gastronômica

Quando cheguei ao hotel, já havia escurecido. Ainda assim, troquei de roupa e saí para correr.
Corri por uma hora e, ao chegar de volta ao ponto de partida, entrei no mar. Fiquei na água por quase meia hora, relaxando, me refrescando... Uma delícia tomar banho de mar após um treino de corrida!
Voltei para o hotel. Aí, então, somaram-se a pouca quantidade de horas dormidas, o dia de turista e o cansaço da corrida e me entreguei à preguiça total, completa e irrestrita. Recusei o convite do Nando para mais uma noite de balada - eu realmente não teria conseguido - e planejei apenas jantar e dormir.
Porém, com a escolha do restaurante, acho que a expressão "apenas jantar" se torna, no mínimo, incoerente!
Não foi "apenas jantar". Não foi "um jantar". Foi o jantar!
Um restaurante que eu sempre quis conhecer. Um lugar que, apesar do preço, vale cada centavo. Nada mais, nada menos que a Churrascaria Porcão!
Além de ser um desejo de consumo antigo, ficava praticamente "ao lado" do hotel. Fechou!
Ao chegar, a recepcionista me indicou o buffet de frios e um outro de comida japonesa.
Resolvi começar pela comida japonesa, fazer uma entrada leve antes de começar o festival de carnes. Confesso que fui sem grandes expectativas - afinal, de todas as churrascarias que eu conheço, mesmo as melhores, nunca conheci nenhuma que ofereça quitutes japoneses com um mínimo de qualidade e sabor para merecerem sequer uma "menção honrosa".
Ao colocar o primeiro sashimi na boca...
"CA-RAM-BA! O que é isso?"
Simplesmente, o sashimi com o melhor sabor que eu já tinha provado na vida!
Todas as opções de sushis e sashimis conseguiram se manter no nível do primeiro. Uma delícia! Perfeitos!
Se eu não estivesse com tanta vontade de comer carne naquele dia, eu teria tranquilamente ficado apenas no buffet japonês.
O que vem a seguir já dá para imaginar, certo? Se o buffet japonês já tinha tal qualidade, imagine o que eram as carnes, que afinal de contas eram a especialidade da casa.
Comi até não aguentar mais! Nem sequer fui ao buffet de frios... Com aquelas carnes, quem iria ser louco?
Pelo preço, não é um lugar para se frequentar semanalmente. Nem mesmo mensalmente. Mas, pelo menos uma vez na vida, se você puder, vá a uma Churrascaria Porcão. Não há como se arrepender!
De estômago cheio, voltei para o hotel e caí nos braços de Morfeu para a última noite de sono no Rio.
(continua...)

Escrito por Super Body às 10h59 [   ] [ envie esta mensagem ]





"Causos" do Rio - Parte XI - Cidade Maravilhosa Cheia de Encantos Mil

Dormi algumas (poucas) horas, tomei café da manhã com vista para o mar e iniciei o dia de turista. Peguei o carro com o objetivo de visitar diversos pontos turísticos da Cidade Maravilhosa.
Já que ela tinha tirado um sarro da minha cara nos dias anteriores, comecei pela Lagoa Rodrigo de Freitas.
Estacionei o carro e caminhei um pouco em volta da Lagoa. Me senti uma Helena do Manoel Carlos, linda e loira, de olhos azuis (sim, imaginei a Helena da Vera Fischer), morando no Leblon e fazendo tudo aquilo com o ar mais blasé do mundo, como se aquilo fosse a coisa mais natural da minha vida (o equivalente a caminhar pela Av. Cesário Alvim aqui em Uberlândia - coisa que faço todos os dias para ir ao trabalho). Que delícia!
Em seguida, a praia de Copacabana. Estacionei, mas só dei uma volta pela calçada. Eu não estava com roupa de banho e, de qualquer modo, não estava a fim de me sujar de areia - pelo menos não por enquanto. Também andei de carro por toda a Avenida Atlântica, a praia é linda!
Depois, segui para o Pão de Açúcar. Mas antes de chegar lá, fiz questão de dar umas voltas pelas ruas do bairro da Urca que imediatamente levaram minha memória à época em que eu assistia A Gata Comeu. Caramba! Eu estava no cenário real da minha novela favorita de todos os tempos! Me senti voltando vinte anos no tempo, sério! Indescritível!
Paguei para entrar no Pão de Açúcar e andei nos bondinhos. Eu já tinha estado lá com oito anos, mas as memórias já andavam meio apagadas. Sem contar que as impressões de um adulto e de uma criança são completamente diferentes, então foi como estar lá pela primeira vez!
Meu Deus!
Que vista! Se é que é possível, a cidade fica ainda mais linda vista lá de cima! (E mal sabia eu que uma melhor ainda estava por vir!)
Que tecnologia! É impressionante imaginar como foram construídos aqueles bondinhos e toda a infraestrutura dos dois morros há anos atrás!
Eu sei que estou sendo repetitivo dizendo que "não tenho palavras para descrever", mas só estando lá para compreender tudo o que se sente em cada um dos pontos visitados!
Saindo do Pão de Açúcar, resolvi circular de carro antes de ir ao Corcovado. Dirigi pelo Aterro do Flamengo (não parei). Voltei à Lapa e revi os famosos Arcos e a Catedral Metropolitana. Passei em frente ao Sambódromo. Segui pelo Túnel Rebouças e fui visitar o Cristo Redentor.
Fui de carro até onde dava, estacionei e peguei a van para subir o restante. Quando desci da van, fiquei mudo!
Havia a opção de subir por elevador ou escada rolante até o Cristo, mas fiz questão de subir pelos degraus, vagarosamente, em silêncio, totalmente emocionado. Não acreditava estar diante de tamanha beleza! Havia uma sensação de paz naquele local que raras vezes em minha vida senti!
Não me contive, as lágrimas começaram a descer pelo meu rosto de uma maneira inexplicável! Eu chorava como uma criança! Entrei na capela e, em pranto, rezei bastante! Primeiramente, agradeci muito por tudo o que tenho na vida. Tantas oportunidades, tantas pessoas especiais que me cercam, agradeci por cada detalhe importante que me lembrei. Pedi muita força, apoio e boas orientações para continuar seguindo meu caminho de evolução espiritual. E pedi bênçãos para toda a minha família, todos os meus amigos. Fiquei muito tempo na capela e, ao sair, eu me sentia quase imaterial de tão leve! Aqui ficou marcado, sem nenhuma dúvida, o melhor momento da viagem!
Se a vista de cima do Pão de Açúcar é indescritível, a do Corcovado não tem comparação! É muito mais linda, mais emocionante, mais tudo! As (poucas) fotos que tirei não conseguem dar a dimensão do que é estar lá, nem de longe!
Fui embora para a Barra, mas não sem antes passar (somente de carro) pelas praias de Ipanema e do Leblon.
E assim, encerrei o meu dia de turista.
(continua...)

Escrito por Super Body às 11h03 [   ] [ envie esta mensagem ]



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Sou: Homem, homossexual
Tenho: 36 anos
Nasci em: 03/março/1973
Meu signo é: Peixes
Com ascendente em: Gêmeos
Cidade: Uberlândia - MG
Falo: Português
Arranho: Inglês
Trabalho com: Informática e fitness
Dou aulas de: Body Pump (certificado)
Além disso, posso dar aulas de: Body Attack (certificado), Body Step (certificado), Body Combat (certificado) e Power Jump (certificado)
Último livro que eu li: A Cabana - William P. Young
Classifico como: *****
Livros que estou lendo: Pesadelos e Paisagens Noturnas (Volume 1) - Stephen King
Total já lido: 41%
Livro de cabeceira atual: Homens Invisíveis: Relatos de uma Humilhação Social - Fernando Braga da Costa
Último filme que eu vi: A Mulher Invisível
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