Celebridade da Semana - Raquel
Fala, galera!!! Estou de volta com a Celebridade da Semana. Desta vez, a escolhida foi uma
grande amiga minha, de quem já tive o prazer de ler alguns textos.
Religiosamente todos os anos, por volta do dia dos namorados, ela escreve
algumas palavras e envia ao seu círculo de amigos, entre os quais me incluo, e
sempre me sinto emocionado ao ler palavras tão belas. Ela é uma apaixonada pela
vida e uma fã do amor, a maior romântica que eu conheço.
Quando a convidei para Celebridade, sabia que receberia um texto especial e
não me enganei. Emocionante e real, me trouxe lágrimas aos olhos...
Espero que curtam tanto quanto eu e deixem comentários.
Beijos a todos e até o próximo.
Uma amizade pra lá de especial
Eu tinha 16 anos, morava em uma cidade do interior de Minas (Uberaba) e fazia
3o. colegial quando conheci a Ana Laura. Ela tinha seus 15 anos, na época. Uma
menina linda... Morena, olhos verdes, cabelos castanhos longos e levemente
cacheados. Na verdade a gente já se conhecia desde o 2o. colegial, mas a
amizade, mesmo, foi acontecer no 3o. Não éramos da mesma sala, mas estávamos o
tempo todo juntas no recreio, pois tínhamos amigos em comum.
Acho que o ponto chave para a aproximação da amizade foi quando o Luiz, que
era o melhor amigo do meu namorado, Flávio, me pediu pra ver como ele chegava na
Ana Laura, se ela estava a fim de alguém, essas coisas. Acabei me aproximando
mais da Ana Laura pra ajudar o Luiz, apesar de achar que ele não tinha a menor
chance com ela... Não que ele não fosse um cara legal, mas, digamos assim, que a
beleza dele era inversamente proporcional à sua simpatia. E quando se tem 15
anos, a gente se liga bastante nestas questões físicas... Como era de se
esperar, o dia que eu perguntei a ela sobre o Luiz ela me falou que ele não era
o tipo dela, e acabamos ficando todo o recreio conversando só nós duas, longe de
toda a turma. Foi neste dia que a gente acabou se conhecendo melhor, descobrimos
alguns pontos em comum, outros, nem tanto, e a partir daí fizemos um pacto de
estudar juntas, já que eu era melhor na área de exatas e ela era muito boa em
História, Geografia e Biologia, meus carmas da escola...
Eu ia praticamente todos os dias à casa dela pra estudar e a gente sempre
acabava estudando muito mais Biologia do que qualquer outra coisa... Ela sempre
vinha com aquele livro amarelo, que não me lembro o nome, mas que era de
Citologia, uma de suas matérias prediletas, e não sossegava enquanto não me
falava do "Complexo de Golgi" ou das "Mitocôndrias"... Coisas que pra mim, até
hoje, não passam de um monte de nome estranho pra coisas que não sei o que
fazem...
Éramos muito amigas, daquelas que não se desgrudam, sabe? Andávamos de mãos
dadas na rua, vivíamos dormindo uma na casa da outra, contávamos todos os
segredos, etc. Gostávamos muito de ficar na porta da Igreja Santa Rita sentadas
no banco da praça conversando e rindo por horas... A praça da igreja era muito
bonita, florida e cheia de plantas... Um lugar muito gostoso e tranqüilo, onde
nos sentíamos muito bem...
Foi no dia 17 de abril quando uma prima dela estava passando uns dias por lá
e fomos à Igreja Santa Rita. Estávamos na porta da igreja e a prima dela falou
que ia fazer o nosso casamento. Ficamos em baixo da cruz que havia em frente à
igreja e a prima falou lá, algumas coisas, e "celebrou" o nosso casamento...
Achamos tudo muito natural... Falávamos muito, brincando, que tínhamos um caso,
e naquele dia, oficializamos o relacionamento. Tudo meio na brincadeira, mas no
fundo eu achava aquilo tudo o máximo! Já tinha tido várias paixões platônicas
por algumas amigas e com a Ana Laura não era diferente.
Terminei o namoro com o Flávio, até porque, não via sentido em continuar uma
coisa que não queria mais... Enquanto estava com ele, sempre queria mais era
estar com a Ana Laura, então, achei que o melhor, mesmo, era terminar tudo.
A partir de abril, todos os dias 17 foram muito comemorados por nós duas... O
mais engraçado era que, de alguma forma, nos sentíamos namorando, de verdade,
mas não acontecia nada entre nós. Depois de alguns meses, passamos a ficar de
abraços e beijos no pescoço, na nuca, no rosto, mas nunca na boca... Era como se
pudesse tudo, menos beijar na boca, entende? Dormíamos juntas, de mãos dadas, no
ombro uma da outra, mas era só isso...
Mais ou menos em final de setembro eu estava dormindo na casa dela e
estávamos nos nossos carinhos quando eu, que estava por cima, parei meu rosto
nariz com nariz com ela... Ficamos assim algum tempo, sentindo a respiração mais
forte, corpo a corpo e, finalmente, criei coragem de encostar meus lábios nos
dela... Primeiro foi um beijo de lábios apenas, depois deixamos explodir todo o
desejo em um delicioso e inesquecível beijo de verdade...
A partir desse dia tudo ficou melhor... Namorávamos sempre e, apesar de saber
que eu a amava mais que ela a mim, isso não era problema. Afinal meu amor
platônico agora era real e, no auge dos meus 17 anos, achava que tinha pela
frente todo o tempo do mundo pra fazer com que ela me amasse da mesma forma...
Meu mundo era só flores e alegrias...
Até que um dia um telefonema anônimo pra mãe dela fez com que meu mundo de
sonhos desabasse. Ela se afastou, nem minha amizade queria mais. Disse que não
queria mais "isso" pra sua vida, que não podia magoar sua mãe e acabou cortando
nossa "amizade" pela raiz. Estávamos em ano de vestibular e, além de sofrer
calada, por não poder contar pra ninguém o que realmente estava acontecendo
comigo, ainda tinha que tirar forças pra continuar estudando pra entrar na
faculdade...
Por fim, ainda antes do vestibular, ela acabou se aproximando da Vitória. Uma
menina que também estava no 3o. colegial no colégio e que, por ironia do
destino, eu tinha apresentado à Ana Laura. Eu a achava uma garota legal, mas
senti como se ela tivesse me rasgado por dentro quando descobri que minhas
suspeitas estavam certas. Elas estavam namorando e, pior, a Ana Laura a estava
amando...
É... Meus queridos leitores... Bem que eu queria que essa história tivesse um
final mais feliz, mas primeiros amores são assim: marcantes, maravilhosos e
sofridos... Foram 7 meses de muita alegria e cerca de 6 anos pra esquecer
totalmente. Mas uma coisa eu posso dizer: aquele primeiro beijo foi o beijo mais
desejado e intenso que poderia imaginar pra um primeiro beijo. Algo irreal...
Simplesmente: MÁGICO...
Escrito por Super Body às 15h36
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Fim de Semana Tranquilo
Fala, galera!!! Já que o post anterior atingiu (e superou) os cinco
comentários, estou publicando um novo. Foi a primeira vez em várias semanas que
não tivemos o post da sexta-feira... mas agora já foi!!! Bom, em primeiro
lugar, aquelas pessoas que se atentam ao meu perfil devem ter notado que eu
passei de um livro que estava lendo (Insônia - Stephen King)
para o último livro que eu li (Quem Tem Medo de Escuro? -
Sidney Sheldon). Realmente é de se estranhar... mas tem uma explicação.
Sexta-feira eu acabei de ler Insônia e não acessei o blog no
fim de semana, quando li o livro do Sheldon inteiro, portanto não há nenhum
erro. Para quem quer a classificação de Insônia, não dou mais
que duas estrelinhas. É um livro que eu não recomendo. O começo é interessante e
o tema também, mas é um livro muito confuso. Não gostei. Já o novo livro do
Sheldon mantém o estilo do autor. Porém, a história é muito fantasiosa,
inverossímil demais para o meu gosto. Os fãs vão adorar, claro, mas acho que
jamais teremos novamente obras como O Outro Lado da Meia-Noite
ou O Reverso da Medalha, livros do autor que eu recomendo
fortemente. O fim de semana foi tranquilo. Sexta à noite, academia. Depois,
fui para o Lou Lou encontrar uma amiga que está morando em outra cidade e eu não
via há um tempão. Foi legal, conheci a namorada dela, um amigo delas,
conversamos um bom tempo e valeu a pena ter saído, apesar do cansaço. No
sábado, um day-off. Aproveitei para dormir muito, comer muito e ler boa
parte do livro mencionado acima. No domingo de manhã, terminei o livro, meus
pais vieram, almocei com eles e meu primo no Shopping. Passamos a tarde juntos.
Quando eles foram, aproveitei para ver o vídeo do Body Combat para tirar algumas
dúvidas na execução física. Depois voltei ao Shopping (estava muito quente para
ficar em casa), tomei um sorvete com a Scheilla, ficamos conversando até quase
23h. Isto é tudo por enquanto. Volto logo, espero. Abraços a todos.
Escrito por Super Body às 10h54
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Celebridade da Semana - Scheilla
Fala, galera!!! Não sei se vocês notaram, mas eu não publiquei nada desde
segunda-feira. Isto se deve ao fato deste blog estar às moscas. Ninguém comenta.
Portanto, a partir de hoje fica decretado: Só será publicado um novo post
quando o anterior tiver cinco comentários (ou
mais)!!! E este número pode aumentar, conforme o meu contador de visitantes
indicar uma frequência de visitas maior. Tenho dito!!! Colocada a nova
regrinha, vamos à Celebridade da Semana. A Scheilla é uma pessoa que raramente
visita meu blog e comenta com mais raridade ainda... Mas aceitou o convite de
escrever um texto para publicar aqui. Adorei o texto dela, apesar de nem
imaginar como seria chegar aos 30... Eheheheh!!! Brincadeirinha, já tenho 31 e
concordo com ela nos aspectos relatados, apesar de eu não ser mulher. Sem
mais delongas, vamos logo ao texto. Espero que curtam... e comentem!!! Afinal,
um novo texto só virá depois que este atingir cinco comentários. Abraços a
todos.
De repente 30!
Fiquei muito feliz com o convite do meu amigo Luigu para ser a celebridade da
semana. Não é todo mundo que é celebridade do Super Body, não é mesmo? Apenas
quem é “Calipso Jam”!!!! As bolachinhas Mabel que me perdoem, mas vocês não
estão com nada!!!! No mês de maio deste ano minha mãe me entregou um jornal
com uma matéria intrigante: a mulher de 30. O texto ressaltava a crise que a
mulher de 30 geralmente passa, por não ser mais aquela menininha de 20 e poucos,
mas podendo ser agora uma mulher na sua plenitude e com um acréscimo maior de
experiência. Havia quatro tópicos que o texto ressaltava:
- A mulher de trinta não deve se preocupar se ainda não encontrou o amor
verdadeiro
- A mulher de trinta também não deve se preocupar se aquele último namorico
não deu em nada. Do tipo: errei de novo!!!
- A mulher de trinta não deve achar que a partir dali deva usar os sapatos,
tipo gosto da vovó, sabe?!?!?!
- A mulher de trinta pode sim ousar no decote, nas minis saias, mini blusas,
minis tudo e esquecer aquelas roupinhas de senhora, copiando o estilo da
vovó.
E lendo este artigo me deparei comigo mesma e subitamente como que um grito
saindo de toda a minha alma, disse: vou fazer trinta!!! Como o tempo passou, e
parece que nem vi!!!! Tinha até me esquecido disso. Ou talvez não tivesse parado
para refletir... E de repente entrei na crise dos trinta. Aí que insegurança!!
Será que já tenho que comprar Renew? Nossa!! Tinha ido há umas duas
semanas atrás numa loja de departamento e comprei um sapato que com certeza
minha avó iria adorar!!!! E aquele namoradinho que tive??? Putz!!! Errei de
novo?? Aí meu Deus, e o amor verdadeiro... Cadê??? Será que eu não saí no dia
que iria encontrá-lo? Caramba?!?! Ou será que neste dia em que eu iria
encontrá-lo estava usando as roupas estilo da vovó com aqueles sapatos que eu
comprei na loja de departamento, que obviamente já presenteei a minha avó com
eles?!?!?! E ele olhou para mim e pensou: ECA!!! Ai, ai, ai, ai!!!!!! Mas
confesso que a crise não durou muito, pois fui fazer um balanço da minha vida e
percebi que esta era (e eu iria fazer dela) a melhor fase da minha vida. A
mulher de trinta ficou imortalizada com Honoré de Balzac, escritor francês que
viveu na primeira metade do século XIX (1799-1850), em seu romance “A Mulher de
Trinta Anos”. Mas porque os trinta anos??? É porque neles as mulheres já
vividas, algumas sofridas, despem-se das ilusões, incertezas e inseguranças de
outrora, tendo assim mais capacidade de realizar escolhas mais acertivas, mais
maduras e conscientes, podendo realizar-se no amor, sem a ilusão do “príncipe
encantado” e com maior capacidade emocional para as demais
realizações. Júlia, a personagem principal de “A Mulher de Trinta Anos”,
estando num casamento infeliz, onde seu marido se mantinha afastado
espiritualmente e mantendo relações de adultério, e sem meios de sair dele,
mesmo porque em sua época não era permitido à mulher escolher, depois de ver o
seu amante morrendo para protegê-la, mas ainda um amor imaturo, chega aos trinta
anos infeliz e sem realizações mas encontra, mais madura, um novo amor: Sr.
Carlos Vandenesse. "Uma mulher de trinta anos tem atrativos irresistíveis
para um rapaz... Com efeito, uma jovem tem ilusões, muita inexperiência, e o
sexo é bastante cúmplice do amor... ao passo que uma mulher conhece toda a
extensão dos sacrifícios que tem a fazer. Lá onde uma é arrastada pela
curiosidade, por seduções estranhas à do amor, a outra obedece a um sentimento
consciente. Uma cede, a outra escolhe... dando-se, a mulher experiente parece
dar mais do que ela mesma, ao passo que a jovem, ignorante e crédula, nada
sabendo, nada pode comparar nem apreciar... Uma nos instrui, nos aconselha... a
outra quer tudo aprender... Para uma jovem seja amante, precisa ser muito
corrompida, e então é abandonada com horror, enquanto uma mulher possui mil
modos de conservar a um tempo seu poder e sua dignidade... A jovem... acredita
ter dito tudo despindo o vestido; mas uma mulher... se esconde sob mil véus...
afaga todas as vaidades... Chegando a essa idade, a mulher sabe consolar em mil
ocasiões em que a jovem só sabe gemer. Enfim, além de todas as vantagens de sua
posição, a mulher de trinta anos pode se fazer jovem, desempenhar todos os
papéis, ser púdica e até embelezar-se com a desgraça". Livre de
quaisquer preconceitos, a mulher de trinta deve saber tirar proveito desta fase
tão maravilhosa em que se encontra. Se é casada ou solteira, se tem filhos ou
não, se já encontrou um amor maduro, ou AINDA não. Se já tem realizações
profissionais, ou se ainda está na lutando por eles!!! Não importa! O acúmulo de
experiências, o sentimento mais consciente, o discernimento mais apurado deve
valer mais! Não importa se já tem que usar Renew! Use-o, é tão
baratinho e está na moda falar que usa Renew, botox!!!! E aquela
roupinha estilo da vovó?!!? Dê ao bazar beneficente, ou faça como eu dê para a
vovó!! Ela agradecerá!!! Ah! Coloque um decote, uma mini saia e ... vá ao
shopping... eu faço o maior sucesso no Center Shopping. Mude o cabelo: pinte ele
de loiro e vire o loirão!! Perca aqueles quilinhos que desde os vinte e pouco
anos você está querendo perder. Reinvente-se, permita-se ser esta mulher mais
experiente mais plena. Use estas três últimas décadas vividas a seu favor e não
contra você. Viva e seja feliz!!!! Não é lindo!!! E eu estou a menos de um
mês para me tornar uma mulher balzaquiana!!! E teremos uma festinha em
grandíssimo estilo!!! Não é Super Body?!?!?!
Escrito por Super Body às 09h55
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Fim de Semana de Muito Treino e Muita Emoção
Fala, galera!!! De volta de mais um fim de semana, totalmente moído. Para
citar um colega de treino, "como se alguém tivesse me dado pauladas em cada
parte do meu corpo". Apesar disto, com uma fabulosa sensação de dever cumprido.
Mas, comecemos pelo começo. Na sexta, Aquelas-De-Quem-Não-Falo-Mais e eu
saímos, mas o grande programa que planejamos acabou sendo menos do que realmente
esperávamos. No fim, a Silv... Oops!!! Aquela-De-Quem-Não-Falo-Mais S acabou
indo para o rodízio de pizzas com o Ivan e deixou a Verôn... Oops!!!
Aquela-De-Quem-Não-Falo-Mais V e eu sozinhos no restaurante chinês. A Scheilla
acabou se juntando a nós no jantar e nós três falamos muita bobagem como sempre.
Mas a Silv... Oops!!! Aquela-De-Quem-... Ah!!! Quer saber? O blog é meu e eu
falo o nome de quem eu quiser!!! Quem se sentir incomodado, que procure outra
coisa para ler. Vai ler rótulo de xampu ou bula de remédio!!! Então,
retornando ao assunto, a Silvinha fez muita falta nos privando de sua companhia
na sexta. Apesar disto, a Verônica, a Scheilla e eu comemos e rimos muito no
restaurante. Foi divertido. Voltamos cedo para casa, porque eu faria o Módulo I
do Body Combat no sábado e no domingo o dia todo. No sábado, o treino
transcorreu normalmente, nada especial. Na verdade, de cara, eu nem achei o
treinador (Júnior) muito bom... pensei que fosse ser um treino mediano. No
sábado à noite, fiquei em casa, me preparei para as tarefas do dia seguinte e
dormi cedo. Ontem, chegamos e fizemos a primeira apresentação. No final, o
Júnior nos deu o primeiro feedback da manhã. Só então eu saquei que o cara era
fera!!! Ele conseguiu ver a fundo o que cada um precisava melhorar e foi direto
ao ponto. Foi o primeiro treino que eu fiz onde eu recebi o feedback que eu
precisava: completo e direto!!! Cheguei a comentar com o Júnior que se eu
tivesse feito o Body Attack com ele, provavelmente teria passado no Modulo II da
primeira vez (embora isto não seja necessariamente verdadeiro em relação ao Body
Combat, pois ainda tenho chances de ser reprovado e estou consciente
disto). Depois tivemos o batismo. Foi animal!!! Dar socos com pesos de 4 kg
na mão. Chutar com caneleiras de 3 kg no tornozelo. Um treino e tanto!!! Ele
ainda terminou com a música de agilidade do Body Attack 39!!! Foi muito
dez!!! Depois do almoço, mais treino de execução física (desta vez, sem os
pesos). Neste treino, ele nos explorou ao máximo. Eu, pelo menos, atingi um
limite de treino que não acreditava ser possível para mim; cheguei mesmo a me
sentir estressado com a força do treino físico. Mais feedback depois deste
treino, um feedback mais rápido, mas ainda assim importante. Do tipo: "Tem que
melhorar isto, isto e isto, para conseguir faça isto, isto e isto". Mostrou os
erros e deu o caminho das pedras. Excelente!!! Mais uma apresentação e o
Módulo I chegava ao final. Ou quase ao final. Porque as palavras que ele disse a
cada um no final foram emocionantes. Ele escolheu palavras para cada uma das
pessoas que estavam treinando lá e escreveu em um cartaz o nome da pessoa e a
palavra que a caracterizava. Minhas palavras foram: Comprometimento e Dedicação.
Ele me disse umas coisas muito legais... pena eu não ter tido um gravador lá na
hora... Ele me disse que eu o surpreendi, que eu defino os meus objetivos e as
minhas metas e então, parto para o trabalho de alcançá-los, fazendo sacrifícios
e correndo em busca deles. Que eu escolho o que quero da vida, sabendo o preço,
mas disposto a pagá-lo (não foi exatamente isto o que ele disse, apesar de
transmitir um pouco da idéia, mas acho que não consigo colocar aqui a força com
que as palavras dele me atingiram). Houve outros momentos emocionantes no
treino de ontem (em muitos dos quais, as lágrimas me vieram aos olhos), mas não
conseguiria transcrevê-los aqui sem deixar este post maçante. Portanto, apesar
do cansaço e das dores que sinto hoje, como disse no começo, uma sensação de paz
e de dever cumprido tomam conta de mim. Estou bem, com o corpo dolorido, mas com
a cabeça leve. Acho que é isto que importa. Nem preciso dizer que o Júnior se
tornou um dos meus ídolos, né? É isto o que eu tinha para contar. Espero que
curtam. Um grande abraço a todos.
Escrito por Super Body às 11h15
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Celebridade da Semana - Minha Amiga Helena (Texto II)
Fala, galera!!! Hoje eu vou publicar o segundo texto da Celebridade da
Semana. Antes disso, porém, um pouco sobre mim. Ontem, na Quinta no Cinema,
tive a companhia da Scheilla. Assistimos De Repente 30, um filme leve e gostoso,
acho que era disso que eu estava precisando (e ela também, conforme me disse
depois do filme). Sobre o filme não há muito que comentar. Comédia adolescente
onde uma garota de 13 anos tem um desejo (realizado) de ser uma mulher com 30
anos. Apesar disto, achei bem simpática a história e a maneira como foi contada.
Recomendo. Este fim de semana farei novamente o Modulo I de Body Combat aqui
em Uberlândia. Não era necessário refazê-lo, mas estarei me preparando para o
novo Modulo II que deve acontecer (suponho) no dia 02 de outubro e todo treino é
válido. Mas hoje à noite, ainda teremos o programa ex(r)ótico,
Aquelas-De-Quem-Não-Falo-Mais e eu. Conto na segunda-feira como foi. Agora,
sem mais delongas, o outro texto da minha amiga Helena. Curtam, comentem e um
ótimo final de semana a todos. Beijos.
Votem no silêncio
Minha pequena e bela cidade está localizada no interior do Triângulo Mineiro.
Existem dois candidatos a prefeito e mais de cem canditados a vereador (a média
candidato/vaga foi mais concorrida que muito vestibular por aí). É de
enlouquecer o barulho que estão aprontando em toda a cidade o dia inteiro, todos
os dias da semana. Para piorar meus pais moram em frente ao comitê de um
deles e todas sextas-feiras, sábados e domingos fazem um tal “Forró” que começa
as 20:00 horas e termina as 00:00 horas. Sem contar que eles começam a passar o
som as 16:00 horas. É tanto barulho que a casa treme toda literalmente. Eles
interditam todo o quarteirão. Para sair de carro e chegar é um
sacrifício. Além disso, existem uns carros (e até uma carroça!) com
alto-falantes que ao passar na porta de sua casa não há como falar nem escutar.
E eles fazem isso de 10 em 10 minutos, uma vez que a cidade é pequena e logo
chega a vez de passar na sua porta novamente. Agora eu pergunto: Qual a
finalidade dessa poluição sonora? O que leva um juiz a permitir tal atentado aos
tímpanos? Será que nenhuma autoridade sente-se incomodada com os foguetes, com
aquelas músicas altas repetitivas? Eu converso com todo mundo na cidade e
ninguém está agüentando mais tanto barulho e o que mais se escuta é: “Não vejo a
hora de acabar essa palhaçada”. E não adianta fazer chantagem com o voto,
pois todos os candidatos competem em quem é mais barulhento. Eleição é coisa
séria; não é forró! Será que ficar anunciando em carros com alto-falantes o
dia inteiro vai convencer alguém de voto? Eu acho que não, mas tenho uma
explicação melhor para o que anda acontecendo lá: Estão fazendo lavagem
cerebral no povão! Quem fizer mais barulho será o campeão das eleições
municipais. Tentei procurar um advogado e sabe o que ouvi? “Se você entrar
vai ganhar o processo com certeza, pois há limites de decibéis, mas vai sofrer
retaliações no futuro. Estou fazendo o papel de advogado do diabo, mas agüente o
fim das eleições”. E é o que venho fazendo desde então. Até agora não vi
plataforma política de nenhum dos candidatos, pois eles não fazem propaganda
disso, mas sei de cor as músicas de suas campanhas.
Escrito por Super Body às 10h44
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Celebridade da Semana - Minha Amiga Helena (Texto I)
Fala, galera!!! No ar, a Celebridade da Semana!!! Ela mesma!!! Minha amiga
Helena!!! Atendendo os pedidos de vários dos meus leitores. Ela me entregou
dois textos e pediu que eu escolhesse... Não dá para escolher, portanto
publicarei um hoje e o outro amanhã. Para ser bem sincero com vocês, ela me
entregou três textos. Mas como eu sei que um deles veio por engano e ela me
mataria se eu publicasse (pois são trechos de um "diário"), vou publicar somente
os autorizados. Curtam o primeiro texto e comentem. Amanhã coloco o
segundo. Beijos a todos.
Minha Integração com a Vida Campestre
Eu nunca fiz o tipo “patricinha” como é conhecido por aí, mas até conhecer o
meu noivo, que é fazendeiro, o contato que tinha com a vida do campo era por
meio da televisão. Fazia o tipo urbanóide, shoppings, hipermercados,
universidade, etc. É verdade que o amor remove montanhas e provo isso com o
que vou contar aqui: minha integração com a vida campestre. Quando conheci
meu noivo, aqui vou chamá-lo de Luke (Obs.: Luke é o nome do noivo da
protagonista do livro que estou lendo atualmente), eu estava fazendo o meu
doutorado em engenharia e havia uns dois anos que estava sem namorar. Meu
contato restringia-se ao meu seleto grupo de amigos pós-graduandos e outros
urbanóides de plantão tipo o LuiGu. Foi amor à primeira vista, mas confesso
que o fato dele ser um fazendeiro me preocupou um pouco, pois a única coisa em
comum era a nossa paixão pelo Egito. Como minha vida profissional na
engenharia não iria atraí-lo nem um pouquinho resolvi usar a tática do “pergunta
e escuta”. Um belo dia, perguntando sobre a colheita da soja, eu disse: -
Então, Luke, agora que vocês terminaram a colheita da soja, vão ficar a toa? Que
vida boa, hein? - Vida boa nada! Já estamos plantando o sorgo! Pensa que a
vida do campo é moleza? Gente, eu nunca tinha ouvido falar em sorgo na minha
vida. Eu poderia ter perguntado o que era ou poderia ter somente ficado calada,
mas não, tive que falar: - Ahhh! Vocês plantam o sorgo e colhem a
soja? Ele me olhou com uma cara que até hoje não me esqueço e disse: -
Você não sabe o que é sorgo, né? Tive então minha segunda chance de ficar
calada, mas não sei o que acontece comigo, parece uma praga, então
respondi: - Sorgo é a mudinha da soja, não? Quando ele me explicou com a
maior paciência o que era o sorgo, sem rir, percebi desde aquele momento que
havia achado o homem de minha vida. Depois do episódio do sorgo eu cometi
inúmeras gafes tais como:
- Ir com roupa branca no dia que fui conhecer a futura sogra e sogro, na época
da seca. O carro estava sujo e quando cheguei à fazenda deles minha roupa estava
marrom. E chegamos na hora do almoço.
- Tentar puxar saco de minha sogra, no segundo dia de visita, ajudando-a a
enrolar pamonhas. Fiquei das 14:00 às 18:00 horas fazendo isso e consegui fazer
apenas 5 pamonhas quadradas. Confesso que até hoje não aprendi, então levo minha
mãe todos os anos comigo para ajudar e fico na retaguarda do mutirão ajudando os
netinhos dela (meus futuros sobrinhos) a arrumarem as cordinhas que vão amarrar
as pamonhas. Não levo muito jeito para culinária, e eles já se acostumaram.
- Ir vestida com roupa preta no dia da pamonha. Ficou tudo sujo de branco.
Inclusive o tênis que era preto.
Ficaria dias enumerando as mudanças nessa nova etapa de minha vida. Mas a
que mais me marcou foi o episódio do trator. Antes de contar quero deixar bem
claro que sou uma excelente motorista de veículos de passeio,
ta? Um belo fim de semana eu decidi que deveria aprender a dirigir um trator.
Pois após o casamento irei morar na fazenda e nunca se sabe se terei homem por
perto o dia em que atolar o carro. Recebi as primeiras instruções sobre a tal
máquina agrícola e mandei ver. Vocês sabiam que trator tem direção hidráulica?
Eu não. E que tem dois freios, um para as rodas dianteiras e outro para as
traseiras? Eu não. Fiquei encantada com a facilidade em se dirigir aquele
monstro. Além disso, o trator que eu peguei estava com arado e eu aproveitei
para aprender a arar a terra também. É o máximo! Mas acho que não gostaria de
ficar mais de meia hora arando, é um pouco monótono após 10 minutos. Vocês
sabiam também que quando se está arando basta pisar na embreagem para parar o
trator? Não precisa usar os freios. Dessa forma durante todo o meu passeio eu
não usei freio apenas embreagem ao parar e virar o trator. Quando
decidimos (Luke e eu) voltar para a sede da fazenda eu quis guardar o trator no
galpão correspondente a garagem. A frente do trator estava uma plantadeira de
plantio direto novíssima, recém adquirida. Fui aproximando o trator e pisava na
embreagem e ele não parava, pisava e nada. Então, Luke gritou: - Pára!!! Pisa
no freio!!!! Eu me lembrei de que não estava mais arando e então precisava
pisar no freio. Então eu pisava mas como sou mignon com pernas e pés
pequenos não conseguia pisar nos dois freios ao mesmo tempo e o danando não
parava, enquanto o Luke gritava: - Freia! Freia! Freia! Finalmente
consegui parar. Descemos do trator e constatamos que eu havia parado o trator a
10 cm da plantadeira. O encaixe dela ficou embaixo do trator. Até hoje tremo nas
bases quando me lembro disso. Já pensou que cara que não iria ficar se
atropelasse a talzinha? Tive nesse dia a segunda prova de que aquele era o homem
de minha vida. Vocês acreditam que ele não ficou bravo e não brigou comigo? Deu
um beijinho na minha testa, sorriu e disse que eu era um perigo. Bom após 2
anos e meio de muitas gafes campestres posso garantir que o fim de semana que
não vou para o campo já começo a segunda-feira estressada. E que por amor mudei
completamente o meu estilo de vida. Apesar de todas as diferenças indicarem um
relacionamento fracassado já desde o inicio foi o que nos uniu e nos mantém
unidos até hoje.
Escrito por Super Body às 09h48
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Serviço de Utilidade Pública
Fala, galera!!! Ontem fui ao cinema ver Olga, mas tenho
algo muito mais importante para postar hoje. O que eu achei do filme está
colocado ao lado na classificação e acho que um blog como o meu também tem a
obrigação de prestar serviços de utilidade pública. Já adianto que
provavelmente os meus leitores já têm conhecimento do que eu vou escrever.
Portanto, divulguem esta informação ao maior número de pessoas que puderem para
que o meu tempo não seja perdido. Ajudem a otimizar o tempo de espera e
aprendam...
Como Chamar o Elevador em Uma Lição
Imagine um edifício comercial de seis andares (numerados de 1 a 6) e um
elevador. Já começo esclarecendo as dúvidas. Primeiro, por que um edifício
comercial? Porque, em um edifício comercial, diferentemente do que geralmente
acontece em um edifício residencial, você pode querer ir de um andar a outro que
seja superior ou inferior, então a minha lição será facilitada neste tipo de
edifício. Outra dúvida que pode surgir é se no edifício considerado não tem o
andar térreo. Tem, sim, mas ele não usa a letra T e sim o número 1 (convenção
utilizada apenas para facilitar a lição). Se você não entendeu até aqui,
desista. O que vem a seguir é muito mais do que o seu QI sequer imagina que
existe. Portanto, continue usando errado os botões do elevador. O restante do
pessoal, continue comigo. Em cada andar, perto da porta do elevador,
existirão dois botões, geralmente situados um acima do outro. Para facilitar,
alguns até terão o desenho de setinhas (seta para cima no botão de cima e seta
para baixo no botão de baixo). No primeiro e no último andar, só terá um botão
perto da porta (por quê?). A questão é a seguinte: Você está no andar 5 do
tal edifício e quer ir de elevador ao andar 4. O elevador se encontra no andar
1. Qual dos dois botões você deve apertar (o de cima ou o de baixo) para chamar
o elevador? Antes de responder à pergunta, teremos algumas variáveis a
considerar. Alguns dirão que se deve apertar o botão de cima, visto que você
quer que o elevador suba até o seu andar. Outros dirão que se deve apertar o
botão de baixo, visto que você quer descer. Mas qual das duas opiniões está
correta? Consideremos a primeira hipótese: apertar o botão de cima porque
queremos que o elevador suba até o andar onde você está. Será que é a correta?
Analise o seguinte ponto então: Se esta hipótese é correta e você apertar o
botão de baixo, o elevador entenderá que é um comando para descer? Mas descer
para onde, visto que ele já está no andar 1? Descer para o centro da Terra?
Imagine um pobre gaiato dentro do elevador no andar 1 e você no andar 5
apertando o botão de descer. O gaiato ganha uma viagem grátis para o melhor (e
último) verão da vida dele!!! Bom, acredite você ou não, o elevador tem
inteligência suficiente para "saber" se o chamado está vindo de um andar acima
ou abaixo do andar em que ele está e, "sabendo" disto, ele também "sabe" se deve
se mover para cima ou para baixo para chegar ao andar onde você aguarda
ansiosamente que as portas se abram e você possa entrar no elevador e tomar o
seu rumo. Portanto, independente do botão que você apertar, se o elevador
estiver em um andar abaixo ele reconhece o chamado como "Suba" e se ele estiver
em um andar acima, ele reconhece como "Desça". Somente quando ele chega ao
andar, é que ele interpretará a mensagem do botão apertado. Se é para subir (no
caso de apertar o botão de cima) ou para descer (no caso de apertar o botão de
baixo). Concluindo, então, a segunda hipótese é correta. Também fica respondida
a questão dos andares no extremo terem somente um botão (no primeiro andar, você
só pode querer subir e no último, somente descer). Portanto, ao chamar o
elevador, tenha em mente o que você quer fazer quando entrar no elevador (subir
ou descer)... O que depender da inteligência do elevador, ele fará sozinho, pode
acreditar. A menos que ele tenha sido projetado por alguém que acredita na
primeira hipótese... Nesse caso, melhor mesmo é não arriscar e ir pela
escada.
Escrito por Super Body às 14h42
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Melhor Ouvir Certas Coisas do que Ser Surdo
Fala, galera!!! Segue abaixo o esboço do que poderia ser a cena de uma
peça teatral. Como é que se diz mesmo? Todos os fatos e personagens são
fictícios e qualquer semelhança é mera coincidência? Bom, não creiam
nisso...
Cenário: A sala de ginástica de uma academia. Há um espelho
que cobre toda a parede da frente da sala. No canto direito, existe um aparelho
de som e alguns CD's espalhados. Há uma caixa de som em cada canto da sala, cada
uma fixada em uma das paredes laterais. Existem colchonetes, barras e pequenos
halteres espalhados pela sala. Quando a cortina se abre, aproximadamente
quinze alunas estão recolhendo o material espalhado pela sala e levando para os
seus lugares. A professora Lucrécia acaba de dar a sua última aula do dia e se
encontra junto ao aparelho de som, recolhendo os CD's espalhados, colocando-os
em um porta-CD's para ir embora. O "estagiotário" CJ entra na sala, vê a
professora Lucrécia e se dirige a ela. CJ: - Estou aqui para
a reunião que você agendou comigo. Lucrécia: - Ah! Não vou
poder ficar. A gente agenda para outro dia. CJ (disfarçando sua
decepção): - Tudo bem. Mas eu deixei de treinar para estar aqui. A
gente faz rapidinho. Lucrécia: - Não posso mesmo. Tenho que
decorar o restante da aula de Body Attack. Amanhã de manhã terei que dar aula
sozinha e ainda não decorei as músicas que você deu no
lançamento. CJ: - Tá certo,
então. Lucrécia: - Aliás, eu errei quase tudo no lançamento,
tenho até que rever as músicas que eu dei. CJ (segurando para não
sorrir): - Realmente, o Body Attack está muito difícil de decorar.
Muitas variações nas músicas. Lucrécia: - Em compensação,
você não errou nada no lançamento. CJ: - Ensaiei quase três
semanas antes do lançamento. Exaustivamente. Enquanto não consegui fixar todas
as músicas, não sosseguei. Você me conhece. Lucrécia: - Acho
que não é isso, não. Você deu foi muita sorte. As músicas que eu peguei são bem
mais difíceis de decorar. As que você deu, são facílimas. Se eu tivesse que ter
dado as músicas que você deu, não erraria nadinha. Escolhi mal desta
vez. CJ (boquiaberto): - Eu acho que o grau de dificuldade
das músicas é igual. Todas estão difíceis. Lucrécia: - Me
engana que eu gosto. Queria ver você ter dado as músicas que eu dei no
lançamento. Erraria todas também, tenho certeza. Bom, agora, com licença, tenho
mesmo que ir. Lucrécia vira as costas para CJ e sai da sala. CJ sacode a
cabeça indignado e começa a organizar o seu material para a aula que vai
começar. Cai o pano.
Algo me diz que eu faria o papel de CJ com muito êxito...
Escrito por Super Body às 10h07
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Eu Quero Olhar As Luzes Que Teus Olhos Não Me Têm Deixado Ver
Fala, galera!!! De volta de mais um fim de semana!!! Descansei, apesar de ter
dormido menos do que eu gostaria. Mas o importante foi que me diverti
muito!!! Na sexta, dei uma aula de Pump e depois,
Aquelas-De-Quem-Não-Falo-Mais e eu fomos para o programa combinado. Antes disso,
passamos no Habib's e comemos alguma coisa (porque ninguém é de ferro). O nosso
programa de sexta-feira foi bem exótico. Galera, eu falei eXótico (com
X) e não ERÓTICO!!! Prestem atenção!!! Por que exótico? Exótico
porque foge do padrão de todos os programas aos quais estamos acostumados.
Exótico porque as pessoas que te cercam em um programa como este são bem
diferentes. Exótico porque a gente se sentiu meio que peixes fora d'água no
começo (e acho que até o final também). Exótico porque cada partida custa o
irrisório valor de R$ 0,50 (e isto explica a grande quantidade de pessoas que
adotou este programa como diversão padrão). Exótico porque foi o cúmulo,
Aquela-De-Quem-Não-Falo-Mais V e eu perdermos todas as quatro partidas que
jogamos para Aquela-De-Quem-Não-Falo-Mais S (que deve ter treinado escondido da
gente). Exótico porque foi engraçadíssimo ver Aquela-De-Quem-Não-Falo-Mais V
perguntar onde ficava o "toilette" para a mulher do bar. Exótico porque
foi mais engraçado ainda escutar uns carinhas que estavam de olho
n'Aquela-De-Quem-Não-Falo-Mais S perguntarem qual era a sua
"graça". Enfim, jogar sinuca (ou bilhar) numa sexta à noite, como
uma one-time-experience, é um programa divertidíssimo!!! Mas jogar
todas as sextas à noite: NINGUÉM MERECE!!! Portanto, não digo
que não voltarei a fazer este programa novamente... mas pode ser que demore!!!
Ou não, vai saber!!! Mas uma coisa, eu garanto: não vai virar hábito, de jeito
nenhum!!! Ah! E o nosso programa da próxima sexta já está agendado. Mais
exótico ainda (e agora, podem confundir o X com o R)!!! Mas não vou contar o que
é até rolar!!! Aguardem!!! Depois, levei Aquelas-De-Quem-Não-Falo-Mais para
casa e fui para a Heaven: Noite dos Fantasmas! Começo a desconfiar que o
problema de ver fantasmas demais não é da boate, e sim, meu!!! O Fantasma-Mor
(Júnior) foi o primeiro, seguido pelo Assombroso (Samuel) e, no final, ainda fui
levar um terceiro (que não posso citar o nome aqui, porque ele é casado) em casa
e fui beijado no carro. Tentei me esquivar, mas não deu. Enfim... eu não recuso
beijo, exceto se a pessoa estiver do avesso. Mas ficamos apenas no beijo. Me
deitei às 6h e me levantei por volta de 10h, pois meus pais e meu primo tinham
vindo para Uberlândia. Fomos ao Shopping, deixei meu carro para lavar enquanto
almoçávamos (Yes!!! Agora eu tenho carro limpo!!!). Depois, voltamos para casa.
Meus pais foram à casa de um casal de amigos deles e meu primo e eu fomos
dormir. Eles chegaram no final da tarde, nos acordaram e fomos para a cidade
deles. Acabamos dando uma volta à pé à noite, porque estava muito quente para
ficarmos em casa. Passamos em um comício que estava tendo e estava lotado.
Depois fomos à sorveteria. Foi legal, um programa bem família. Dormi muito,
acordei para almoçar, quase meio-dia. No fim da tarde, vim embora. Cheguei sem
ânimo para sair, acabei vendo três filmes no Cinemax. O primeiro, Ação
Entre Amigos, é nacional. Havia tempo que eu planejava assistir a este
filme e acabei aproveitando a oportunidade ontem. Gostei, até mais do que eu
esperava. Mas eu esperava bem pouco. O segundo, Foreign Body, é
um curta-metragem. Eu nunca gostei de curtas e não foi este que mudou minha
opinião, aliás, só fez reforçar. Só assisti porque era o que ia passar entre os
dois filmes que me interessavam. O terceiro, A Natureza Quase
Humana, também foi fraco. Acho que o enredo daria um roteiro bem
melhor, mas a produção inteira ficou bem pobre, a desejar. Bom, do meu final
de semana, era isto que eu tinha para contar. Espero que comentem. Beijos a
todos.
Escrito por Super Body às 11h39
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Sobre os Lançamentos
Fala, galera!!! Sexta-feira chegando e acho que vou conseguir dar um chapéu
no trabalho e folgar todo o final de semana!!! Mesmo os escravos podem ter o seu
dia de alforria!!! E pensar que antigamente, não trabalhar o final de semana era
o mínimo que eu esperava que acontecesse... os tempos mudam!!! Bom, deixa eu
contar o que aconteceu nos lançamentos. Quarta, como previsto, ajudei a Juliana
a lançar o Pump. Eu achei o pessoal muito desanimado e olha que a Juliana e eu
nos esforçamos ao máximo para que eles se animassem. Brincamos, agitamos... mas
não deu. Ficaram sérios a aula toda. Parecia que eles estavam se concentrando...
como se não pudessem errar os movimentos e tudo mais... e nós, que tínhamos essa
responsabilidade, parecíamos ser as únicas pessoas que estavam se divertindo.
Como tínhamos combinado, ela deu as músicas ímpares e eu, as pares. Quando ela
acabou a música de abdominais, eu pedi que ela aumentasse o volume do som,
deixasse bem alto!!! Aí, aconteceu!!! Parece que a energia que os alunos
seguraram a aula toda, eles resolveram soltar toda na música do alongamento, que
é linda. Não soltaram na forma de gritos, mas de uma forma sutil... De uma forma
que vinha de uma maneira bem gostosa e nos atingia, causando arrepios e, no
final da música, uma vontade de chorar. Uma vontade boa. Tive que me segurar
para as lágrimas não correrem, mas não consegui fazer com que a minha voz não
ficasse embargada... apesar disto, ninguém notou. Ontem, o lançamento do
Attack. Aliás, os lançamentos. Um na unidade do Centro às 18h e outro na unidade
do bairro Brasil às 19h. No Centro, antes da aula, expliquei o novo formato da
aula para os alunos, falei sobre alguns benefícios. A Cláudia deu as seis
primeiras músicas e eu dei as cinco últimas. A galera curtiu muito!!! No Attack
é mais fácil arrancar os gritos e a energia dos alunos. Consegui fazer com que
eles dessem toda a energia no Power Track, foi gratificante. Terminando a aula,
voei para o bairro Brasil. Cheguei lá, a Cláudia Márcia já tinha começado a
aula. Ela só deu as quatro primeiras músicas, o restante ficou comigo. Apesar de
estar cansado, consegui manter o pique da aula lá em cima. Só lamento ter
perdido o lançamento do Combat no Centro ontem, que foi às 19h. O pessoal
preparou boas surpresas e infelizmente não pude estar presente. Quem sabe no
próximo... Depois, fui para casa, tomei banho e fui para a minha Quinta no
Cinema. Queria ter visto De Repente 30, mas a sessão era às 20:50h e não foi
possível chegar ao Shopping antes das 21h (e eu odeio entrar atrasado no
cinema). Então, acabei indo ver a segunda opção: Colateral. Filme fraco, roteiro
previsível do início ao fim, nem a fotografia se salva, mesmo tendo Los Angeles
como cenário. Gostaria de publicar algumas sensações que eu tive ontem... mas
minhas experiências anteriores nesse tipo de post se mostraram um fracasso
total. E não quero cansar vocês com as minhas crises existenciais. Portanto,
jogo aqui os elementos das minhas sensações e vocês montem a historinha que mais
for do seu agrado. Envolve um processo trabalhista movido (e vencido) por um
empregado contra o seu empregador (nem me perguntem quem tem razão); o
assassinato violento de um rapaz de 24 anos em um assalto aqui em Uberlândia; comentários e risos sarcásticos em cima de assuntos que
deveriam ser, no mínimo, respeitados; doação de órgãos; e um presente oferecido entre dois
desconhecidos, simbolizando que ainda existem atitudes altruístas, portanto,
esperança de um mundo melhor (e não estou sendo utópico). Tudo isto participou
de um grupo de sensações que eu tive ontem. É só isto que vou dizer a
respeito. Hoje à noite sairei com Aquelas-De-Quem-Não-Falo-Mais para jogar
sinuca (ou bilhar, se preferirem), um programa um tanto quanto diferente para uma noite de sexta. Visto as
crises de ciúmes que andam rolando por aí, a expressão "Aquelas-De-Quem-Não-Falo-Mais" se faz necessária a
partir do post de hoje e será usada sempre. Um bom final de semana a todos e até segunda-feira.
Beijos e comentem!!!
Escrito por Super Body às 16h29
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Celebridade da Semana - Verônica
Fala, galera!!! Publico hoje o texto da Celebridade da Semana. Estas
Celebridades ainda vão ser responsáveis por eu ter um infarto, visto que quando
não me entregam o texto com bastante antecedência, eu fico no pé, cobrando,
sendo chato e quase fico maluco de tanta ansiedade... Mas no fim, dá tudo certo.
Bom, até hoje, deu certo, espero que continue. Blog é coisa séria!!! (Não
riam!!!) A Verônica é minha amiga há um bom tempo. Já trabalhamos juntos e
ultimamente temos saído juntos com bastante frequência. Curtam o texto que ela
mandou e deixem comentários. Abraços a todos.
Música erudita ou música burra?
A música não é somente uma seqüência ritmada de sons e dinâmica. É também um
reflexo da produção cultural de um povo. O nível de composição e compreensão
da música é distinto para cada tipo de sociedade. Por exemplo, a musica
clássica não é tão ouvida e executada nos países em desenvolvimento como nos
países do primeiro mundo. Sua compreensão auditiva depende do nível de
conhecimento e vivências que uma pessoa possa ter. É preciso conhecer sobre o
momento histórico da composição, seguir as linhas melódicas atentamente e
valorizar sua harmonia. Nos países em desenvolvimento normalmente se enfrenta
o problema do analfabetismo. Existe um reduzido número de leitores e os meios de
comunicação de massa se propagam de maneira eficiente. Existe também um controle
da população através da televisão e do rádio. Os jornais e os livros são caros.
A apreciação musical e os padrões de consumo são ditados pela mídia. Para eles
não interessa ter uma sociedade educada, pois assim não se pode controlá-la.
Estes fatores resultam em uma produção musical pobre como o “funk”, o “pagode” e
a “sertaneja”. O “funk” é uma cópia do “rap” norte-americano, só que não tem
letra. Quer dizer, é possível encontrar verdadeiras “pérolas” gramaticais como
“as gatinha faz miau, os cachorro faz au-au” e valorações da mulher como
“potranca, lacraia”. O “pagode” (e o caso do “axé” não é muito diferente)
precisa de arranjos bem compostos, pois sem eles se percebe uma harmonia de no
máximo três acordes diferentes. Há uma grande insistência de rádios com essa
categoria. È tocada a cada cinco minutos para que entre no subconsciente. Às
vezes é possível detestar o pagode, mas acordar de manhã pensando em “poeira ah
ah..poeira ah ah..levantou poeira...”. A “sertaneja”: para esta categoria
seria necessário escrever um artigo exclusivo. Derivada da música “country” dos
EUA se distanciou da verdadeira música “caipira” ou “música de raiz” que
continha uma identidade nacional. As letras falam sempre de traição, de um amor
impossível (“um fio de cabelo no meu paletó marcado do nosso suor...”). Enfim
as composições se parecem, são pobres harmonicamente e muito repetitivas. Mesmo
assim, caminhando contra o vento, existe uma minoria social que foge dos
padrões, que cultua o jazz, o blues, a música clássica, a oriental, a
“bossa-nova” (que foi criada por eruditos brasileiros e massacrada pela mídia).
Estes enfrentam o preconceito. Essas pessoas são consideradas “nerds” (como se
fosse ruim ser inteligente ou ter uma visão diferente). A música é considerada
“de funeral”, “chata”, “pra boi dormir”, pois para os ouvintes que estavam
acostumados a três acordes esta música pode causar uma certa “confusão”. Seguir
melodias pode ser “difícil”. Os músicos são considerados “vagabundos,
preguiçosos”. Portanto somente com melhorias no sistema de educação,
introduzindo a música nas escolas e construindo uma sociedade de leitores ativos
a música terá maior significado e será apreciada de maneira crítica, para que
através dela se possa desenvolver uma sociedade mais informada.
Escrito por Super Body às 14h30
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Atualizando...
Fala, galera!!! Hoje é o lançamento do Pump!!! Finalmente!!! Vou lançar
com a Juliana no horário das 20h. Dividimos assim: eu darei as músicas pares e
ela, as ímpares. Portanto ficam comigo agachamento, costas, bíceps, ombros e
alongamento. Vai ser um show!!! Ainda mais que eu espalhei aos quatro ventos na
academia que o alongamento seria Dormi na Praça com Bruno e Marrone. Tem
gente que prometeu levar fones de ouvido para a hora do alongamento. Imagina
quando começar Evanescence... eles vão delirar!!! Para mim, o melhor alongamento
do Pump até hoje!!! Estou treinando muito. Na segunda, dei uma aula de Pump.
Já estou usando cargas de treino para dar aulas e isto é muito bom, porque a
minha resistência muscular está bem alta e estou vendo a definição aumentar a
cada dia. Amanhã, vou lançar o Attack nas duas academias, às 18h no Centro e
às 19h no bairro Brasil. Desta vez, a Cláudia não encrencou muito, não. Ela já
aceitou que eu gosto da unidade do bairro Brasil também e que lançamento é
comigo mesmo!!! Já imprimi o texto que eu publiquei aqui sobre a mudança de
estrutura para colocarmos no mural... Antes da aula, vamos explicar os
benefícios do novo formato aos alunos, acho que vai ser legal. Bom, quanto ao
feriado, trabalhei o dia todo. À noite fui ao cinema com uma galera. Vimos A
Vila. Eu simplesmente adorei o filme, achei perfeito, roteiro, fotografia,
efeitos sonoros, tudo!!! Inclusive as expressões usadas pelos personagens,
Aquelas-De-Quem-Não-Falamos (Those-We-Don't-Speak-Of) para se referir às
criaturas que cercavam a vila. O assombro dos moradores era tão grande que eles
não ousavam dizer o nome das criaturas. Também não diziam o nome da cor vermelha
e, sim, a Cor Ruim (Bad Color), porque esta cor atraía
Aquelas-De-Quem-Não-Falamos. Mas, do grupo de seis pessoas em que estávamos,
eu fui o mais empolgado com o filme; a maioria gostou, mas achou fraco. Um
detalhe do filme me passou despercebido por toda a primeira metade, mas acredito
que o problema tenha sido comigo mesmo e não com o filme. Primeiro, porque todo
mundo que estava comigo tinha percebido o detalhe na hora certa e, segundo,
porque eu não ando em um dos meus momentos mais perspicazes mesmo... Como é um
detalhe que consta até na sinopse do filme (que eu não tinha lido, por sinal),
posso contar para que vocês não "marquem" como eu (ai, que vergonha!!!). O
negócio é que a Ivy, heroína do filme, é cega e eu só descobri isto na segunda
hora do filme!!! Bom, não atrapalhou o entendimento da história, mas eu gostaria
de ter sabido no início. Apesar das diversas opiniões, este é um filme que eu
recomendo fortemente, principalmente para os fãs do suspense. Vale a pena
conferir. Ainda que apenas para ver apenas uma das primeiras cenas do filme
(mesmo que o resto fosse todo ruim, já valeria a pena por si só), onde Kitty
(Judy Greer) faz uma declaração de amor para Lucius (Joaquin Phoenix).
Simplesmente perfeita!!! Não posso falar muito sobre o filme para não
estragar o suspense de quem vai ver. Ironicamente, é um dos maiores comentários
(se não o maior) sobre um filme no meu blog. Se assistirem, me contem depois o
que acharam. Depois do filme, comemos no Shopping e a Verônica, a Silvinha e
eu demos uma volta pela cidade, antes de irmos para casa dormir. Bom, é isto.
A minha Celebridade da Semana ainda não me entregou o texto e eu estou bem
desconfiado que não vou recebê-lo antes do prazo final (ou seja, sexta-feira).
Assim que eu receber, eu publico. Depois eu conto como foram os lançamentos na
academia. Abraços a todos.
Escrito por Super Body às 14h35
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Fim de Semana
Fala, galera!!! Meu fim de semana conseguiu ser melhor do que eu esperava que
fosse. Vou contar alguns detalhes a vocês. Na sexta, fui malhar. Encontrei a
Silvinha na academia e combinamos de sair, como já está virando um hábito das
sextas-feiras (hábito muito prazeroso por sinal), apesar de eu ter que trabalhar
no sábado. Mas vale a pena alguns momentos de diversão (mais que algumas horas
de sono) para recarregar as baterias. Treinamos até quase as 22h e, quando
estávamos saindo da academia, a Verônica ligou. Nós a convidamos para sair com a
gente, apesar de não sabermos para onde iríamos. Ela topou, fiquei de pegar as
duas depois de tomar um banho. Busquei a Silvinha primeiro, depois a
Verônica. Onde iríamos? A Verônica sugeriu um restaurante chinês e fomos para
lá. Só que, ao chegarmos, estava fechando. Perguntamos se eles aceitariam mais
três clientes, eles responderam que sim, embora o buffet já estivesse bem
defasado. Disseram que a escolha era nossa. Resolvemos não entrar, então. Aí
ficamos tentando resolver onde iríamos... Comida árabe? Eu não gosto muito...
Frutos do mar? A Silvinha não gostava... Comida japonesa? Muito leve, estávamos
com muita fome... Não teve jeito, teve que ser pizza de novo!!! Só que, em vez
de rodízio, desta vez fomos à melhor pizzaria que eu conheço. Pedimos vinho,
escolhemos as pizzas (sim, foram duas!!!) e ficamos conversando besteira e rindo
muito!!! Lá pelas tantas, a Silvinha viu que tinha uma chamada não atendida
no celular dela, ela não escutou tocar. Mais duas mensagens. Tudo vindo do mesmo
número. O número do Batata!!! (Cabe aqui abrir parênteses para explicar quem
é o Batata. Na verdade, a Silvinha o chama de "a Batata", mas como pode causar
uma certa confusão, visto que o Batata é homem, vou preferir usar o artigo no
masculino. A Silvinha colocou este apelido nele, mas a história ficaria muito
grande se eu fosse explicar o motivo, então basta vocês saberem que o Batata é
aquele tipo de cara que não sabe o que quer; um dia ele dizia para a Silvinha
que ela era o amor da vida dele e que ele queria casar com ela... no outro,
dizia que as coisas não eram bem assim, que ele tinha sido precipitado e que era
melhor darem um tempo. Por mim, o Batata é um enrustido e eu já disse isto para
a Silvinha. Mas o "namoro" deles já terminou há um tempão e, nesta época, ele
fez a Silvinha sofrer bastante por conta da sua "indecisão". E agora tinha
resolvido voltar... Fecham-se os parênteses!!!) As mensagens que ele enviou
eram os símbolos de um beijo e de uma rosa. Depois, ainda ligou. Depois de tanto
tempo!!! Perguntei para a Silvinha se eu poderia ligar para ele e dizer que era
namorado dela. Ela topou na hora!!! E assim eu fiz. Peguei o meu celular, liguei
o número dele. Tocou, tocou, até cair na caixa postal, ele não
atendeu. Depois de alguns minutos, meu celular acusa uma mensagem recebida.
Era dele e se resumia a uma simples palavra: "Quem?" Não perdi tempo, escrevi
uma mensagem no meu e enviei a ele: "Eu eh q quero saber quem eh q estah ligando
para a minha namorada a essa hora!" Depois de alguns minutos, recebi a
resposta: "Desculpe, foi engano!! Liguei errado p meu pai... Foi mal!" A
gente rolou de tanto rir. Eu não quis alongar a história perguntando se ele
também tinha mandado a rosa e o beijo por engano para o pai dele... Ele deve ter
pensado que eu só vi a chamada não atendida. A Silvinha disse que ele não ligou
mais. Melhor assim. Depois demos algumas voltas de carro, mas não paramos em
lugar nenhum. No sábado, como previsto, eu trabalhei durante o dia. À noite,
eu estava cansado demais para sair. Assisti As Horas no HBO. Não gostei muito do
filme, apesar de ele ter conseguido não ser confuso contando três histórias em
épocas e lugares diferentes ao mesmo tempo. Ainda assim, me deu a sensação de
estar faltando algo, mas não sei explicar exatamente o quê. No domingo, dormi
quase o dia todo. Aproveitei para ler um pouco também e, à tarde, assisti
Scooby-Doo no HBO. Gostei do filme, achei engraçadinho, mas não é nada muito
especial, não. À noite, fui para a sauna. Eu preciso parar de ir à sauna
todos os domingos e só aos domingos, senão vai acontecer como há algum tempo
atrás, vira PPD (programa padrão de domingo) e todo mundo que quiser me
encontrar sabe hora e local e eu, como Calipso Jam, não posso me prestar a esse
tipo de papel tão previsível. Mas, enfim, a sauna estava tão ruim que eu nem
aguentei ficar lá. Para completar, tinha um cara me encarando (e ele TINHA que
estar do avesso, porque não é possível ser tão feio sem estar invertido). Ele me
lançava cada olhar... tipo, olhar de conquistador... mas ele treinou muito mal
na frente do espelho... porque ficava horrível!!! Me vieram mil frases para
dizer para ele. Eu pensei em dizer: "Você não tem medo de lançar estes olhares
para qualquer um, não? Porque eu sou educado o suficiente para me segurar ao
máximo e não rir na sua cara, mas outra pessoa poderá não ter esta consideração
com você". Estou tentando lembrar outra frase que eu criei para dizer para
ele... mas esqueci. Enfim, acabei não dizendo nada, claro, mas fiquei bem
próximo disso. Fui embora, dei uma volta no shopping antes de ir para casa,
acabei encontrando o Wellington (um fantasminha), a gente conversou um pouco,
mas nada de mais. Depois fui para casa dormir. Bom, foi basicamente isto.
Nada agitado, mas deu para descansar um pouco e divertir também. Meu humor está
bem melhor esta semana. Abraços a todos.
Escrito por Super Body às 14h49
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Fala, galera!!! Bom, hoje eu não estou muito a fim de escrever,
não. Portanto, vou dar uma resumida na semana e falar sobre a Quinta no Cinema
bem rapidinho. Deixa eu ver... de segunda para cá... Segunda fiz um Combat e
treinei o Pump (inteiro) e algumas músicas do Attack. No Attack, a Silvinha me
acompanhou. Na terça, apesar do feriado, trabalhei. À noite, fui para a casa da
Verônica comer uma galinhada deliciosa acompanhada de um vinagrete também
delicioso. Antes dos outros convidados chegarem, estávamos apenas a Verônica, a
Silvinha e eu e resolvemos contratar um stripper para animar a festa. Chegamos
até a ligar para o agenciador, mas depois, as outras meninas (que chegaram
depois) deram para trás... e acabou não rolando. Mas esta idéia ficou no ar e
nós ainda VAMOS fazer esta "festinha"!!! Quarta, trabalhei, fiz um Combat, um
Pump e treinei duas músicas do Attack. Ontem, trabalhei, ajudei a Cláudia no
Attack, depois treinei algumas músicas do Attack novo com a Silvinha. Fui para
casa, tomei banho e fui para a Quinta no Cinema. Em cartaz, ontem, O Outro
Lado da Rua. Não gostei muito. Nem a atuação das feras (Fernanda Montenegro e
Raul Cortez) consegue salvar o filme. Achei o roteiro fraquíssimo e o restante,
pobre. Não é um filme que eu indico. Eu queria estar eu um humor como o do
título deste post, mas... nem isso!!! Este fim de semana promete ser bem fraco
quanto a acontecimentos. Divirta-se quem puder e até segunda-feira. Fui!!!
Escrito por Super Body às 14h54
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Celebridade da Semana - Evandro Daolio (sobre o autor)
Fala, galera!!! Concluíndo a Celebridade da Semana, segue um release sobre
o Evandro e a série Ria da Minha Vida (composta de três livros). Eu sou fã do
Evandro desde quando ele lançou o primeiro livro... Aliás, este foi o motivo de
eu tê-lo convidado para Celebridade da Semana, eu adoro os textos
dele. Portanto, dêem uma olhada no texto abaixo e verão do que se tratam os
livros. Vale a pena conhecer. Mais detalhes no site (link ao lado nos Blogs
Amigos e também no texto abaixo). Amanhã eu volto com o tradicional post de
sexta-feira. Abraços a todos.
Série: Ria da Minha
Vida
Com mais de 50.000 exemplares vendidos, um recorde de vendas no Brasil, a
série Ria da Minha Vida continua conquistando as
pessoas de todo o país, com seu excelente humor e irreverência.
Se você ainda não a conhece, vai se encantar. Seu conteúdo envolvente prende
a atenção do início ao fim, com uma leitura leve e divertida, levando seus
leitores a emoções que vão do riso às lágrimas.
Buscando um grande amor, enfrentando a solidão, resgatando valores
românticos, o autor nos conta hilariantes histórias de sua vida, para que você
pense e reflita sobre a sua. Tudo regado a divertidas e inéditas teorias e dicas
no amor para homens e mulheres. Novas revelações e segredos presenteiam os
leitores da série Ria da Minha Vida, que sabemos,
aguardaram ansiosos pelo 3º livro da série.
Como resolver nossas desgraças com
humor?
Aprenda a livrar-se dos seus problemas da melhor
maneira possível: Rindo!
Se você já foi traído ou quis se autodesintegrar de vergonha em situações
embaraçosas, se amou e foi descartado como roupa velha, se quis largar seu carro
no meio de um engarrafamento e voltar para casa a pé, este é seu livro...
Se já foi humilhado ou desprezado por amigos, patrões, sogras e namoradas e
quiser levar para casa dicas para sobreviver no mundo sentimental, acabou de
encontrar um “manual” repleto de teorias divertidas.
Existe também, além de todo o lado de auto-ajuda e filosófico sobre
relacionamentos amorosos, as dúvidas e dicas na busca de uma carreira a relação
entre as pessoas dentro das empresas.
Sucesso de vendas das livrarias Siciliano em todo o país.
Evandro Augusto Daolio Mail: edaolio@terra.com.br Fone:
11 3649-4610
Veja as entrevistas, as fotos dos eventos e curiosidades, (incluindo o vídeo
da entrevista Programa do Jô) e muito mais no site: http://www.riadaminhavida.com.br
Evandro A. Daolio é formado na FEI – Faculdade de Engenharia
Industrial – São Bernardo do Campo – SP em engenharia
eletrônica. Trabalhou nas áreas de Marketing e Propaganda, Desenvolvimento de
Internet do Banco Itaú, Philips do Brasil, GTE e como professor de Matemática,
Química e Física. Atualmente é escritor e empresário no ramo de postos de
combustíveis.
Escrito por Super Body às 14h28
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Celebridade da Semana - Evandro Daolio (Texto II)
Fala, galera!!! Estou postando o segundo texto do Evandro. Ele me disse
que este texto sairá na Playboy, mas ainda é inédito. Portanto, curtam com
exclusividade aqui, mais um texto da Celebridade da Semana. Abraços a
todos.
Não-sei-o-que-lá-amigo
Outro dia fiquei sabendo... Bem, sabendo não, eu já sabia, mas recusava-me a
enxergar... Trata-se de algo terrível que acontece com muita freqüência e são
nós homens que pagamos o pato. Coitados dos que lerem o que vou dizer e acharem
que isso não acontece ou pobre dos que simplesmente não haviam pensado muito no
assunto até aquele dia, como eu. Um grupo de mulheres, uma vez, me elucidou
sobre algo terrível e horroroso que todas a mulheres sabem entre elas,
naturalmente, e talvez até vindo do conhecimento adquirido por herança genética.
Meu Deus... Meu Deus... Que terror! Elas me disseram, ‘em off’, que quase
todas as mulheres têm um não_sei_o_que_lá-amigo. Entenda-se por
‘não_sei_o_que_lá’ uma palavra pornográfica que começa com a letra p, e que não
tive coragem de escrever, pois toda vez que a digitava, caía no chão do meu
escritório, tendo convulsões. Então, para manter o nível, resolvi substituí-la
pelo termo ‘não-sei-o-que-lá’. Mas você deve ler o que pensou mesmo, para dar o
efeito que eu quero. Elas me disseram tudo com a maior tranqüilidade do
mundo, enquanto comiam lanches, pedindo para passar a mostarda, como se não
estivessem dizendo uma novidade... Lambendo a maionese que escorria, comentaram
que o não_sei_o_que_lá-amigo é um cara, que pode ser um ex-namorado ou não, um
amigo de infância, às vezes um ‘ex-ficante’, vizinho, primo ou
‘ex-qualquer-coisa’, e que normalmente ela já conhecia antes do namorado ou
marido atual, mas que quando sente falta de sexo, está carente, brava ou cisma,
telefona para ele para matar saudades. O processo que se segue é simples: o
não_sei_o_que_lá-amigo recebe o telefonema e a busca logo em seguida, ou pior —
ela vai até ele como em um sistema delivery (o que é mais freqüente). Aí, o
não_sei_o_que_lá-amigo a usufrui sem muitas perguntas e depois a entrega de
volta. Parei meu lanche no ar e permaneci catatônico. Elas riam que se
matavam. Fiquei dias transtornado e com vontade de chorar, lembrando-me das
gargalhadas daquelas mulheres, tendo pesadelos, elas comendo os lanches com as
bocas abertas e, entre uma gargalhada e outra em rotação lenta, pediam para eu
passar a mostarda. Passei a perguntar sobre o assunto para diversas mulheres,
para descobrir se apenas aquelas sete ou oito meninas da mesa eram umas
pervertidas ou apenas estavam me gozando. Mas a resposta terror que recebia era
sempre: — Ué? Você não sabia? Depois que conheci a Teoria do
não_sei_o_que_lá-amigo tive que morrer e nascer novamente. Minha vida nunca mais
foi a mesma. É engraçado descobrir que elas também fazem com a gente o
achávamos que era prática comum apenas entre nós homens. Então, fica aqui meu
aviso: Nunca, jamais descarte a possibilidade do não_sei_o_que_lá-amigo rondar a
mulher encantada dos seus sonhos. Existem perigos que são óbvios para nós e que
já nascemos sabendo (como ex-namorados, festinhas de faculdade etc...) mas da
existência do terrível não_sei_o_que_lá-amigo, essa meu amigo, quem nasce
sabendo são elas.
Escrito por Super Body às 08h53
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