Super Body
As coisas mais importantes são as mais difíceis de expressar.
O que é isto?



Os Melhores de 2004

Fala, galera!!!
Como não poderia faltar, segue uma lista dos melhores do ano na minha avaliação. Espero que curtam.

Melhor filme: A Vila
Só para começar com um gosto polêmico. Não foi o único filme bom que eu vi, claro, mas foi o único que me levou ao cinema duas vezes neste ano.

Melhor série de TV: Desperate Housewives
Começou em novembro aqui no Brasil. Nos EUA, já está em primeiro lugar. Tem tudo para se tornar um sucesso, cada personagem é um universo em si. Vale a pena conferir. Para mim, desbancou Friends e Smallville.

Melhor programa de TV: Celebrity Poker Showdown
Também começou em novembro no Brasil. Eu sou fã de pôquer e estou aprendendo a jogar cada vez melhor só de assistir ao programa. É claro que os participantes têm tiradas ótimas e o programa é muito legal por isso.

Melhor novela: Celebridade
Apesar de eu estar gostando muito de Senhora do Destino, minha escolha ainda fica com a riqueza dos personagens e dos cenários desta outra novela. Sem contar, claro, com o mistério de "Quem matou Lineu Vasconcelos?" e com a genialidade do Gilberto Braga.

Melhor livro: À Espera de um Milagre - Stephen King
Envolvente do início ao fim, é um livro que te prende a cada página e faz segurar a respiração em alguns momentos. No meu caso, eu ainda não tinha visto o filme, o que tornou a história do livro melhor ainda. Recomendo.

Melhor música: Vou Deixar - Skank
É uma música que não enjoa, por mais que eu a ouça. E sempre dá vontade de cantar junto e sair dançando. Portanto, esta é a escolha do ano.

Melhor música Body Pump: War Machine (ombro - mix 52)
A música tem uma batida fantástica, entra pelo ouvido e é convertida em movimento. No caso do Body Pump, os movimentos da sequência, mas em uma festa, dançá-la seria fantástico. Superou Slave to the Music (que eu gosto muito) e My Immortal (que me fez chorar no dia do lançamento).

Melhor música Body Attack: No Limit (power track - mix 46)
Esta música também é fantástica. A última aeróbica de uma aula fortíssima e consegue dar um estímulo para terminar a aula lá em cima.

Melhor música Body Combat: Rising Up (segundo combate - mix 21)
Uma ótima mixagem para uma das melhores músicas de todos os tempos. Um pouco mais especial porque marcou a volta do jump kick (ausente no mix anterior).

Melhor sequência Body Pump: Give It Up (agachamento - mix 51)
Seguida bem de perto por Slave To The Music (que marcou a volta dos quatro arremessos seguidos), Walk This Way (com a sequência de 24 repetições diretas no final) e Phantom Of The Opera (com 28 repetições diretas antes do intervalo no meio da música). Aliás, quase todas as sequências dos mixes 50 e 51 poderiam merecer este título e só escolhi esta por ser o único agachamento que eu conheço a não ter nenhum intervalo de recuperação.

Melhor sequência Body Attack: River Deep Mountain High (power track - mix 44)
Sem sombra de dúvidas, a melhor sequência: quatro saltos grupados separados por uma pequena corrida e, a seguir, sete saltos grupados sem intervalo. A música está longe de ser a melhor (até porque era repetida neste mix), mas o trabalho era fortíssimo.

Melhor sequência Body Combat: The Roof Is On Fire (primeiro combate - mix 21)
Marcada pela mudança de coreógrafos e pela ênfase no trabalho de pernas, trouxe uma sequência de três chutes circulares sem intervalo. Considerando que é uma música de primeiro combate (a mais fraca da aula depois do aquecimento), você termina a música com uma frequência cardíaca bem maior do que seria esperado e já sentindo as pernas querendo começar a doer.

Gato revelação: Gael Garcia Bernal
Tudo bem que ele já fez mil trabalhos antes de Diários de Motocicleta, mas foi neste filme que eu o conheci. Além de lindo, um ótimo ator (comprovado sem sombra de dúvidas por Má Educação). Portanto, merece o título.

Escrito por Super Body às 09h00 [   ] [ envie esta mensagem ]





Fechado para Balanço

Fala, galera!!!
Como vocês podem ver, estou postando pouco. Poderia até dizer que estou trabalhando demais (o que não seria mentira), porém eu sempre consigo um tempinho para escrever. O que acontece de verdade é que esta época do ano causa um turbilhão na minha cabeça e, embora exteriormente as minhas atitudes praticamente não mudem, por dentro eu fico muito confuso e pensativo.
Não consigo evitar. Assim, nesses períodos de colocar os pensamentos em ordem, eu falo pouco. Falo pouco porque, agindo contrariamente (como no post passado), acabo sendo chato.
Não estou triste. Não estou deprimido. Apenas fechado para balanço. Sim, é esta e expressão que eu procurava: Fechado para balanço.
Um balanço do que aconteceu durante o ano inteiro. Fatos que me fizeram feliz. Fatos que me fizeram crescer. Fatos que doeram. Fatos que me ensinaram algo novo. Fatos que me ajudaram a crescer como pessoa. Erros que se repetiram. Erros que não se repetiram. Acertos conseguidos depois de muita luta. Acertos conseguidos na primeira tentativa.
Por isso estou em silêncio. Indefinidamente. Volta e meia posso colocar alguma coisa, mas como vêem, não estou em um de meus melhores momentos de inspiração. Talvez este período acabe com a entrada do novo ano. Talvez leve um pouco mais de tempo.
Não vou me prolongar muito. Deixo aqui meus votos de muitas realizações no ano vindouro. Pode ser que eu coloque algo novo aqui antes da virada. Ou não. Vai depender de como as coisas acontecem.
Um grande abraço e até a próxima.

Escrito por Super Body às 15h46 [   ] [ envie esta mensagem ]





So This Is Christmas And What Have You Done?

É bem certo que a música do John Lennon (do qual o título foi retirado) se referia à Guerra do Vietnã e fazia uma oposição bem clara à mesma. Porém, a frase serve para os dias atuais.
É Natal e o que você fez este ano?
Não responda. É apenas um momento de reflexão. Só seu. De você para você mesmo.
Mas tenha em mente algumas coisas:
Não adianta eu bradar aos quatro ventos: "Eu quero um mundo melhor", se xingo (ou levanto o dedo) para o motorista que me deu uma cortada no trânsito. Ou se me impaciento com as pessoas que travam as filas dos caixas eletrônicos por não ter familiaridade com os mesmos. Ou se fico remoendo alguma coisa que foi feita a mim e que eu não gostei.
Melhor mesmo é ficar calado e fazer a minha parte. Trabalhar meu auto-controle, primeiro para não explodir, depois para não remoer.
Amar. Incondicionalmente. A tudo e a todos, mesmo àqueles que me prejudicaram de algum modo. E só.
Esta é a minha reflexão.
Não postei pelos últimos dias porque não queria ser chato. Não adiantou. Acabei sendo chato hoje.
Então, para terminar e me redimir, desejo um feliz Natal a todas as pessoas que passaram pela minha vida neste ano. Todos contribuíram para o meu crescimento e espero que, de alguma maneira, eu também tenha deixado a minha contribuição. Agradeço de coração aos leitores e aos comentaristas. Um grande abraço a todos.

Escrito por Super Body às 08h50 [   ] [ envie esta mensagem ]





Celebridade Convidada - Anônimo

Fala, galera!!!
Todo ano, aproveitando o clima de Natal, eu costumo enviar este texto por e-mail. Não sei quem é o autor, por isso é uma celebridade anônima.
Para quem ainda não leu e tem dúvidas, confiram e tirem todas as suas dúvidas.

Papai Noel Existe?

Fatos:
1)
Nenhuma espécie conhecida de rena pode voar, mas restam ainda cerca de 300.000 espécies de organismos vivos à espera de serem classificados. Embora a maior parte desses organismos seja de insetos e seres unicelulares, isso não exclui totalmente as renas voadoras que só Papai Noel já viu.
2) Existem aproximadamente 2 bilhões de crianças (pessoas com menos de 18 anos) no mundo. Porém, como Papai Noel não visita crianças muçulmanas, hindus, judaicas, budistas e de outras religiões não-cristãs, isso reduz o trabalho na noite de Natal para 18,9% do total, ou 378 milhões de pessoas (de acordo com o US Population Reference Bureau). A uma taxa média de 3,5 crianças por lar (segundo o último censo), tem-se um total de 108 milhões de lares. Considera-se que haja pelo menos uma criança boazinha em cada lar.
3) Papai Noel tem cerca de 31 horas de Natal para trabalhar, graças à diferença de fusos horários e considerando-se que ele viaje de leste para oeste, no sentido contrário à rotação da Terra (o que parece lógico). Isto resultaria em 967,7 visitas por segundo e significa que, para cada casa cristã com uma criança boazinha, Papai Noel tem cerca de 1 milésimo de segundo para estacionar o trenó, saltar, pular na chaminé, encher as meias, distribuir os presentes restantes sob a árvore, comer algum lanche que tenha sido deixado para ele, subir de volta pela chaminé, entrar no trenó e ir até a próxima casa. Considerando que cada uma das 108 milhões de paradas estejam distribuídas uniformemente pelo globo (o que, naturalmente, é falso, mas pode ser tomado para efeitos de simplificação de cálculos), estamos falando de aproximadamente 1,25km por casa - uma viagem total de 135 milhões de km - sem contar idas ao banheiro e descansos. Isso significa que o trenó do Papai Noel move-se a uma velocidade pouco maior que 1.209 km/s (3.655 vezes a velocidade do som). Para fins de comparação, o veículo mais veloz já construído pelo homem, a sonda espacial Ulisses, move-se a acanhados 44,1 km/s. Uma rena comum pode correr a, no máximo, 24 km por HORA!!!
4) A carga do trenó também fornece pistas interessantes à nossa investigação. Considerando que cada criança não receba nada mais que um Lego médio (907g), o trenó levaria mais de 340 mil toneladas, sem contar o peso do bom velhinho que, invariavelmente, é descrito como alguém com, digamos, excesso de peso. Em terra, uma rena normal não puxa mais que 136 kg. Mesmo admitindo que as renas voadoras pudessem puxar dez vezes o normal, o serviço não poderia ser feito com oito ou nove delas - Papai Noel precisaria de 250.000 renas. Isso aumentaria a carga, sem contar o peso do trenó, em mais 37,5 mil toneladas, totalizando aproximadamente cinco vezes o peso de Queen Elizabeth (o navio, não a monarca).
5) Uma massa de 377,5 mil toneladas viajando a 1.209 km/s criaria uma enorme resistência do ar. Isso aqueceria as renas da mesma maneira que uma nave espacial ao reentrar na atmosfera da Terra. O primeiro par de renas absorveria [14,3 x 10 elevado a 19] Joules de energia por segundo, ou 143 Mega-Mega-MegaWatts. Em resumo, elas explodiriam em chamas quase instantaneamente. As renas seguintes teriam o mesmo destino, as seguintes e as seguintes, criando estrondos sônicos ensurdecedores em seu rastro. Todo o conjunto de renas seria vaporizado em 4,26 milésimos de segundo, ou seja, quase quando Papai Noel atingisse a quinta casa em sua viagem. Porém, a esta altura, uma aceleração de 0 a 1.209 km/s em 0,001 segundo já teria empurrado um Papai Noel de 113 kg (que parece ridiculamente magro) contra o fundo do trenó com uma força de 13,5 bilhões de kgf, o que esmagaria no mesmo instante seus ossos e órgãos, antes que as chamas o atingissem.
Conclusão: Papai Noel não existe, e se algum dia existiu, já virou carvãozinho.

Os idiotas dominarão o mundo através dos números.

Escrito por Super Body às 09h18 [   ] [ envie esta mensagem ]





Eu Não Vou Dizer Nada (aka Retrospectiva 2004)

Fala, galera!!!
Este não é um post no estilo "querido diário". Nele, não vou falar de amores do passado, nem do presente e nem do futuro, sejam eles em forma de fantasmas, de sonhos ou de carne e osso. Não vou contar sobre o meu final de semana e não vou falar também sobre a minha semana. Também não vou tentar relatar sensações que tive.
Não é também um post com novidades ou explicações sobre a Body Systems ou qualquer um de seus programas. Não traz nenhuma listagem de músicas dos novos mixes, nem de mixes passados. Nele, não falarei sobre as minhas impressões sobre um mix e nem de como foi o workshop, muito menos colocarei os pôsteres de qualquer programa. Também não estou comemorando nenhuma nova certificação.
Não vou contar sobre os lançamentos na academia, nem sobre os bastidores dos mesmos. Não vou falar mal da Lucrécia, mas também não falarei bem. Nem contarei que ganhei (ou perdi) um horário de aula na academia.
Hoje não vou reclamar pela falta de comentários. Também não vou me justificar dizendo que não estou postando por falta de tempo. Não falarei sobre morte, tampouco sobre a vida.
Não vou viajar na maionese ao escrever este post. Não vou discorrer sobre a quarta-feira. Este post não conterá nada a respeito de Calipso Jam, Tortini de chocolate, rosquinha Mabel ou qualquer outra bolachinha. Nem tem a intenção de provocar outra Guerra das Bolachinhas. Nada também sobre bloqueio de escritor, futebol, elevadores (e botões de elevadores) e Monstro da Barriga. Também não haverá neste post a seção "Super Body responde".
Não contarei uma história dividida em várias partes, seja ela de amor ou sobre qualquer outro tema. Também não será uma história em uma parte só. Não colocarei nenhuma letra de música e nenhuma figura. Não farei homenagem neste post a nenhum amigo, muito menos convidarei qualquer um deles para ser Celebridade da Semana (ou Celebridade Convidada).
Não falarei sobre a última Quinta no Cinema. Também não colocarei aqui minhas críticas (positivas ou negativas) a respeito de um filme que assisti, de um livro que acabei de ler ou mesmo de uma peça de teatro que vi. Não exaltarei nenhuma beleza masculina e, muito menos, qualquer beleza feminina.
Não mencionarei meu livro. Não contarei gafes (nem minhas, nem de meus amigos). Não relatarei lembranças da minha infância. Evitarei mencionar qualquer aspecto sobre cirurgias plásticas.
Não vou. De jeito nenhum. Já fiz isto o ano inteiro. E espero continuar fazendo o ano que vem.
Qualquer semelhança com a música dos Titãs, não é mera coincidência. Mas também, não falarei sobre isto.
Um grande beijo a todos e até o próximo post.

Escrito por Super Body às 08h15 [   ] [ envie esta mensagem ]





Atualizando

Fala, galera!!!
Hoje vou contar sobre o meu final de semana. Este deveria ter sido o post de ontem, mas como ainda faltava concluir a historinha, preferi não interrompê-la.
Na sexta, não fiz nada especial. Depois de dar o Pump das 20h, fui para casa, pedi um sanduíche e nem saí. Fiquei vendo TV até dar sono.
No sábado, acordei cedo (por volta de 7h30) porque haveria a festa da empresa que eu trabalho e ela começaria às 9h com um café da manhã. Além do mais, eu tinha combinado com uma menina que trabalha aqui de apanhá-la, então não podia atrasar muito.
Fomos para a festa. A chácara que a empresa alugou era muito legal. Comi muito, conversei muito, não bebi. Não estava a fim de beber. Aproveitei algumas competições que o RH planejou, mas estas competições estavam meio mal-organizadas. Também aproveitei a mesa de pingue-pongue que tinha lá e joguei muito. Mas o que mais me chamou a atenção foi a cachoeira que tinha lá. Eu nunca tinha tomado um banho de cachoeira!!! No final da tarde, morrendo de calor, fui para a cachoeira, entrei na água. A princípio estava fria, mas depois que me acostumei, ficou legal. Devo ter me demorado por lá uma meia hora. Como bom pisciano, meu elemento é a água e senti que todas as energias negativas foram lavadas. Me senti relaxado e em paz depois desse banho (apesar de ter detonado uma meia branca novinha). Depois disso, fui embora, porque todo mundo que tinha ficado estava bebendo e eu não iria beber.
Cheguei em casa, meus pais tinham vindo a Uberlândia e ficariam até domingo. Saí com eles no sábado à noite para vermos as decorações de Natal. Depois, deixei-os em casa e fui ao aniversário da Kelsen, uma grande amiga minha. Não demorei muito, voltei logo porque queria dormir cedo.
No domingo, acordei tarde. Meus pais e eu fomos almoçar numa churrascaria, depois fomos ao Shopping só para dar umas voltas. Mais tarde eles foram embora e eu fui à sauna.
Encontrei um conhecido que pensava que eu era hetero. Conversamos um pouco, rolou um clima... e finalmente lancei o mix 01 do Body Clown. Que Body!!! Em compensação, que Clown!!! Mas foi um mix especial e provavelmente farei mais algumas aulas neste mix. Se não entendeu este parágrafo, nem perca tempo. É tudo piada interna.
Por hoje é só. Assim que tiver novidades, coloco aqui. Beijos a todos.

Escrito por Super Body às 10h21 [   ] [ envie esta mensagem ]





Os Bastidores do Lançamento - Parte IV (Final)

Fala, galera!!!
Bom, para concluir então, vamos à última parte.
Na quinta-feira fui ao Centro dar o Body Attack das 18h. A Lucrécia passou por mim como se eu fosse transparente, nem olhou para o meu lado, muito menos me cumprimentou. Subi para a salinha (como nós a chamamos "carinhosamente"), preparei o som e já ia começar a aula quando ouvi a voz da Lucrécia lá embaixo, conversando com uma aluna. Desci para confirmar se era mesmo para eu dar a aula inteira, porque conhecendo-a como eu conheço, não custava nada eu começar a aula e ela chegar lá dando escândalo que o horário era dela. Ela disse que realmente não daria a aula, mas que ainda estava cedo para começar. Faltava apenas um minuto para as 18h e eu disse que começaria aquela hora mesmo, senão me atrasaria muito para a aula das 19h no bairro Brasil.
Dei a aula e saí voando para o bairro Brasil. Como o trânsito estava um pouco pesado, cheguei lá às 19h10. Antes mesmo de me trocar, fui à sala de aula, disse aos alunos que haveria aula, que eles fossem entrando e eu só iria ao vestiário tirar a roupa molhada e colocar uma seca. Ao entrar no vestiário, dei de cara com o Carlos. Ele perguntou:
- Você não deveria estar dando aula agora?
- Sim - respondi. - Acabei de chegar, só vou trocar de roupa e vou começar a aula.
- Por que está atrasado?
- Porque a sua irmã disse que estava com dor de garganta hoje, não daria aula e pediu para que eu desse o Attack no Centro antes de vir para cá.
Ele ficou puto da vida!!! Não comigo, mas com a irmã dele. Disse para mim que teria uma conversa séria com ela e que eu, a partir daquele dia, me focasse no meu horário, independente do que ela me falasse. Que quem decidia as coisas na academia era ele e que a irmã dele não tinha o direito de pedir que eu atrasasse a minha aula por causa dos compromissos dela. Eu disse que queria conversar com ele depois da aula e ele concordou.
Dei a aula para seis alunos. Poucos, mas interessados. Na verdade, este horário de Attack está meio moribundo e uma das minhas metas é ressuscitá-lo de vez. Isto é a aposta do Carlos e a minha também, como ficou claro na conversa que tivemos depois da aula. Acertamos algumas coisas e eu tomei posse do horário oficialmente. Ele frisou que conversaria com a irmã dele e que ela teria que organizar a agenda dela para conseguir dar as aulas e cumprir os compromissos que ela tem.
Na sexta, a Lucrécia veio me falar do lançamento do mix 47 no Centro. Eu disse a ela que infelizmente não poderia ajudá-la no lançamento, porque a minha responsabilidade agora era com a aula no bairro Brasil. Ela me olhou meio torto, mas não falou nada. Acredito que o Carlos já tinha conversado com ela.
Bom, é assim que a história termina... ou não termina... Talvez esteja apenas no começo. Vamos ver como tudo vai se desenrolar daqui para a frente.
Novos fatos poderão ser citados em posts futuros. Abraços a todos.

Escrito por Super Body às 16h04 [   ] [ envie esta mensagem ]





Os Bastidores do Lançamento - Parte III

Fala, galera!!!
Continuando a historinha, chegamos então na terça-feira. Hora do almoço, eu estava em casa e o meu celular tocou. Era a Lucrécia. Ela começou falando que a aula de Attack a partir de hoje seria na outra sala (bem menor do que a que estávamos acostumados) e que não lançaríamos o mix 47 naquele dia, e sim na próxima terça. Respondi que tudo bem. De qualquer maneira, eu não ia mesmo ao Centro aquele dia e disse isto a ela. Ela disse que estava me ligando justamente porque queria que eu a ajudasse na aula, já que o lançamento seria adiado, ela queria dar flashback e queria que eu decorasse as músicas na hora do almoço (em cima da hora). Inventei uma reunião no escritório que terminaria às 18:30h e não me permitiria chegar a tempo de ajudá-la. Ela chegou a mencionar que não haveria Body Attack no bairro Brasil, porque as professoras estariam dando Power Jump no horário. Vislumbrei uma possibilidade nesse instante, mas não disse nada a ela.
No fim da tarde, fui em casa, vesti-me de Attack da cabeça aos pés e me dirigi ao bairro Brasil. Chegando lá, na sala onde geralmente acontece o Attack, iria ter uma aula de Power Jump. Por pura sorte, encontrei o Carlos e perguntei a ele se não haveria Body Attack aquele dia (como se eu não soubesse de nada). Ele me chamou à sala de Power Jump e perguntou para o pessoal:
- Quem é que veio aqui hoje para fazer o Body Attack e que quer fazer o Body Attack?
Algumas mãos se levantaram. Ele completou:
- O Luís dará a aula de Body Attack na sala ao lado. Podem se dirigir para lá, então. Quem for fazer Power Jump, fique aqui.
Alguém perguntou:
- É a aula nova?
Eu respondi:
- Não depende de mim.
E perguntei para o Carlos:
- Pode ser a aula nova?
Ele respondeu:
- Você está preparado?
Respondi que sim e ele disse:
- Então é a aula nova, sim. Podem ir para a sala ao lado.
E foi a maior galera para lá. Eu faria o lançamento do Attack 47 sozinho!!! Faria, porque... quem disse que o som (pré-histórico, diga-se de passagem) quis ler o CD? Não leu o 47, nem o 46 e nenhum CD com mídia. O Carlos e eu tentamos, tentamos, tentamos... e nada!!! A galera foi se dispersando... alguns foram para o Power Jump, outros foram embora... A gente chegou até a abrir o aparelho para ver se conseguia, mas sem sucesso. Então, desistimos e, para os poucos alunos que ainda estavam lá, eu disse que na quinta-feira haveria aula, nem que eu tivesse que levar o meu Discman. Que eles avisassem os outros.
Ainda assim, não me dei por satisfeito. Quando a Cláudia Márcia foi começar os abdominais do Power Jump, eu pedi a ela que anunciasse que, se houvesse alunos, eu faria o lançamento do Attack às 20h (porque não haveria outra aula naquela sala e o som de lá toca qualquer CD). Ficaram seis alunos. Resolvi dar o lançamento. Foi uma aula legal, para uma turma que já estava cansada de outra atividade, mas que deram o que tinham para o Attack. Prometi novamente que na quinta-feira haveria aula de qualquer jeito, que viessem. Já sabendo do compromisso que eu tenho com a Lucrécia (e não tendo falado com ela ainda), avisei que talvez eu me atrasasse cinco ou dez minutos, mas que eles me esperassem.
Na quarta, fui novamente ajudar a Cláudia Márcia no Pump. Ao chegar à academia do bairro Brasil, a Andressa me disse:
- Parabéns pelo novo horário de Attack! Fico feliz por você ter conseguido finalmente um horário para você!
Agradeci, mas fiquei com um pé atrás. Afinal, o Carlos não tinha falado nada comigo. Nem quis me empolgar precipitadamente.
Depois do Pump do bairro Brasil, desci ao Centro para dar o Pump das 20h. O Carlos estava dando o RPM e eu não consegui falar com ele. Mas, ao entrar na sala, a Lucrécia veio para o meu lado:
- Fiquei sabendo do horário de Attack no bairro Brasil, é seu agora.
Bom, se era ela quem estava falando, provavelmente o Carlos tinha falado com ela.
- Pois é - respondi. - Agora temos que resolver sobre as quintas-feiras, não vou poder terminar mais as aulas para você, senão me atrasarei para a aula de lá.
- Ah, não! Nem vem! Amanhã você é que vai vir dar a aula de Attack das 18h. Eu estou com a garganta doendo muito e, para piorar, meu microfone acabou de estragar.
Como eu já tinha avisado aos alunos que eu poderia me atrasar, confirmei com ela que iria, sem problemas, mas que a partir da semana que vem teríamos que rever esta situação.
Ela ainda quis tirar um sarro da minha cara, dizendo:
- Você anda bem azarado mesmo, hein? No sábado foi dar aula, não apareceram alunos. Ontem foi dar aula, o som não tocou.
Eu respondi:
- É. Realmente não teve aula de Attack às 19h. Mas teve às 20h.
- Como assim?
- Avisei à turma do Power Jump que ficassem. Ficaram seis alunos, eu dei aula - omiti com sabedoria que tinha sido o mix 47.
- Você é mesmo animado! Dar aula para apenas seis pessoas... só você!!!
- Eu queria mesmo treinar. Melhor treinar com seis pessoas do que sozinho.
- Ainda assim... é muita animação!!!
Ela foi embora e eu dei o Body Pump.

A cada dia que passa, surgem mais novidades nesta história. Toda vez que eu penso que acabou, novas reviravoltas apimentam o caso. Periga até o blog mudar de nome e passar a se chamar "As Eternas Disputas entre CJ e Lucrécia". Portanto, vou acrescentar mais uma parte a esta história que será publicada na segunda-feira.
Abraços a todos, um ótimo final de semana e até segunda-feira.
(continua...)

Escrito por Super Body às 09h54 [   ] [ envie esta mensagem ]





Os Bastidores do Lançamento - Parte II

Fala, galera!!!
Continuando a história que eu comecei ontem, quem pensa que a Lucrécia parou por aí está muito enganado. Agora é que vem a "melhor" parte!!!
A Juliana, que dá aula de Pump às 20h às segundas, quartas e sextas, tirou licença médica. Nesse caso, substituição é com o CJ!!! Cheguei à academia na sexta à noite para dar o Pump das 20h, a Lucrécia veio para o meu lado:
- Preciso conversar com você e a Juliana agora a respeito do lançamento amanhã.
- A Juliana não vem hoje - respondi. - E nem amanhã. Ela está de licença médica, sou eu quem vai dar aula agora.
- O quêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêê?!?!?!?!?!?!?!?!? - berrou a Lucrécia. - Não acredito!!! A Juliana não vem amanhã?!?!?
- Não. Ela está doente.
- Ah! Meu Deus! E agora? Eu não posso vir porque tenho que ir ao recital de piano da minha filha!!! Só tem você e a Vanessa para dar o lançamento do Pump, então!!!
- Tudo bem, a Vanessa fica em uma academia e eu fico na outra. É só um horário mesmo, que mal tem?
Ela me puxou para um canto e começou o show da Lucrécia (para um CJ cada vez mais boquiaberto):
- É, já que não tem outro jeito, então... Deixa eu te dar as dicas. Como você sabe, amanhã é lançamento de mix. Então não é uma aula qualquer. É uma aula onde a energia do professor tem que estar em alta o tempo todo. Uma aula onde você tem que sorrir a cada instante, contar com a participação deles, pedir que eles contem, brincar com eles. Tem que ser um momento inesquecível para eles, entende o que eu estou dizendo?
Bom, este foi outro momento onde eu poderia ter dito mil coisas, mas tudo o que eu fiz foi concordar com ela:
- Certo... Claro... Sem dúvidas...
Minha indignação crescia a cada palavra que ela proferia. Como assim? Não são assim todas as minhas aulas? Não apenas no lançamento, eu me esforço para brincar, contar com a participação dos alunos e mantenho um sorriso o tempo todo, mas em qualquer aula e com qualquer quantidade de alunos. Na avaliação da minha fita, o avaliador da Body Systems destacou como pontos fortes o meu sorriso e a minha energia... e eu ali, escutando tudo aquilo, indignado e calado. Quando me preparei psicologicamente para dar a resposta que ela merecia, uma voz na minha cabeça me disse: "Não!"
Caí na real. Uma discussão com ela ali, naquele momento, não resultaria em nada aproveitável. Em primeiro lugar, porque já havia alunos me esperando para dar a aula de Pump e uma discussão causaria um stress capaz de detonar qualquer aula. Em segundo, porque se eu fosse dizer o que realmente eu queria, eu diria simplesmente:
- Você acha que eu não sou apropriado e não estou preparado para dar o lançamento? Encontre outra pessoa então, porque eu estou fora! - e a mandaria para aquele lugar.
Depois que ela se foi e a aula já havia começado, tomei uma decisão. Faria um pré-lançamento naquele dia mesmo. Os alunos adoraram a idéia e, então, dei as músicas de tríceps, ombros e abdominais do mix 52. E se alguém viesse falar algo, problema de quem não tivesse gostado, eu mandaria qualquer um aquele dia para onde merecesse ir. Mas ninguém veio falar nada, acho que nem ficaram sabendo.
No sábado, fui para a academia do bairro Brasil dar o lançamento do Pump. Porém, o horário da aula era o mesmo horário do Power Jump e do RPM e não apareceu um só aluno que quisesse fazer aula de Pump. Acabei indo fazer aula de Jump. Mas, no final, a Cláudia Márcia me convidou para lançar o Pump com ela na segunda-feira (horário da aula, 18h). E é claro que eu aceitei.
Então, na segunda-feira, fiz dois lançamentos do mix 52: um às 18h no bairro Brasil (com a Cláudia Márcia) e outro às 20h no Centro (sozinho!!!). Gostei das aulas e da energia dos alunos. Quando terminei a música de peitoral no Centro, o Carlos estava na porta da sala, sorrindo. Ele comentou:
- Ótima energia para uma ótima música. Gostei. Está de parabéns - virou as costas e se foi.
Quem conhece o Carlos, sabe o que isto significa. Ele raramente elogia alguém, ainda mais em público. Ganhei o dia!!!
Não vou me perder em detalhes dos lançamentos em si. Como eu já disse, eu gostei muito. Tudo o que eu dissesse a mais que isto seria redundante e entediante para quem lesse.
Esta história teria apenas duas partes, porém, novos fatos ocorridos fazem com que ela tenha uma parte extra. Tentarei publicar amanhã.
(continua...)

Escrito por Super Body às 15h41 [   ] [ envie esta mensagem ]



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Sou: Homem, homossexual
Tenho: 35 anos
Nasci em: 03/março/1973
Meu signo é: Peixes
Com ascendente em: Gêmeos
Cidade: Uberlândia - MG
Falo: Português
Arranho: Inglês
Trabalho com: Informática e fitness
Dou aulas de: Body Pump (certificado) e Body Attack (certificado)
Além disso, posso dar aulas de: Body Step (certificado), Body Combat (certificado) e Power Jump (certificado)
Último livro/e-book que eu li: O Chá-de-bebê de Becky Bloom - Sophie Kinsella
Classifico como: *****
Livro que estou lendo: Pesadelos e Paisagens Noturnas (Volume 1) - Stephen King
Total já lido: 38%
Livro de cabeceira atual: Homens Invisíveis: Relatos de uma Humilhação Social - Fernando Braga da Costa
Último filme que eu vi: Drácula: Morto Mas Feliz
Classifico como: **
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