De Alma Lavada
Fala, galera!!! Eu sei que hoje este será um assunto recorrente na Web
brasileira, porém não vou evitá-lo. Sim, falarei sobre a final do BBB5 e de seu
vencedor: Jean. Devo dizer, para começar, que assisto ao BBB desde a primeira
edição e gosto do programa. Não me perguntem o motivo, certas coisas não se
explicam. Mas todos hão de concordar, mesmo que não gostem do programa (ou digam
que não gostam): o formato agrada. Se não fosse assim, não conquistaria uma
audiência maior a cada edição. Para a edição atual, uma amiga minha me
sugeriu que eu fizesse inscrição. É claro que eu não fiz (e acho que nunca
faria), mas fiquei curioso quanto à sugestão e perguntei por que ela achava que
eu tinha as características de um participante do programa, justo eu que sou até
tímido demais em algumas situações (e o BBB certamente seria uma destas
situações). Ela me respondeu que pelo meu carisma e pela minha calma, eu levaria
fácil o prêmio, conquistaria todos dentro e fora da casa. Eu disse que ela
estava enganada. Não sou nem tão carismático assim, nem tão calmo assim. O
assunto nem foi longe, morreu por aí. Quando o programa começou este ano e o
professor Jean assumiu-se gay, pensei comigo mesmo: "Estratégia errada, meu
caro!!! Você pode até ir longe, mas o Brasil jamais o consagrará vencedor".
Passou pelo primeiro paredão, passou pelo segundo... Minha opinião não mudou. Eu
pensava que ele até poderia chegar longe, mas ainda tinha certeza de que ele não
seria o vencedor. Contudo, o que me impressionava na pessoa dele era que,
passado o paredão, ele se mantinha a mesma pessoa. Uma pessoa pacífica e capaz
de perdoar aos seus algozes, aceitando suas desculpas e passando uma borracha no
passado. Acreditando no lado bom que cada um dentro da casa teria. Para mim
mesmo, assumi que gostaria de ser como ele quando eu crescesse (e acredito que
era exatamente esta a imagem que a minha amiga fazia de mim quando sugeriu que
eu me inscrevesse). Agir assim poderia ser jogo? Sim, poderia, mas eu acredito
que ninguém conseguiria manter este jogo por tanto tempo sendo filmado 24 horas
por dia. E, pelo menos para mim, tenho a confirmação que estas características
são dele, sim, não somente uma fachada para ganhar o programa (como a de um
vencedor de uma edição passada que confessou ao vivo na final que valeu a pena
bancar o bonzinho). Até cheguei a conversar com a minha amiga que, se ela me
queria no programa, o Jean era uma versão aprimorada do que eu seria na casa,
portanto me representava. E, claro, minha torcida sempre foi por ele desde a
declaração sem meias palavras: "Eu sou gay". Até confesso que, quando a
declaração foi feita, eu tive uma certa antipatia por ele. Ficou parecendo que o
preconceito sobre a própria sexualidade já partia dele mesmo, que ele quis se
fazer de vítima e justificar uma possível saída do programa na primeira semana.
Este foi o único momento em que não o admirei. Mas quem não erra? Ontem,
assistindo à final e acreditando na vitória da Grazi, pensei que tanto dinheiro
assim talvez não fosse bom para ele. Muito dinheiro vira a cabeça da maioria das
pessoas. E o Jean era uma pessoa que eu gostaria de conhecer pessoalmente (não
sei se terei a chance). E eu gostaria mais de conhecê-lo se ele tivesse perdido
do que sendo vitorioso. Porém, vitória anunciada, somente torci silenciosamente
para que ele mantivesse sua personalidade do jeito que cativou tantas pessoas,
entre as quais me incluo. Durante toda a edição, de janeiro a ontem (e mais
alguns dias enquanto durar o assunto), dava para sentir no ar o preconceito,
tanto velado quanto aberto. Às vezes, frases irritantes que me faziam engolir em
seco para não dar a resposta que mereciam. A vitória do Jean ontem me lavou a
alma contra tudo o que tive que escutar calado por estes últimos meses. Em
tempo, esta foi a única edição de todas as cinco em que não votei em nenhum
paredão e nem na final. Neste BBB só tive participação como espectador. Não que
os meus votos fossem fazer alguma diferença, mas apenas quis me isentar de todos
os resultados do programa, apesar de estar torcendo fortemente pelo Jean. Pode
ser coisa minha, mas isto também me fez bem.
P.S.: Mudando de assunto, na segunda-feira meu cérebro estava em marcha tão
lenta que simplesmente me esqueci de falar sobre duas coisas que aconteceram no
final de semana. Então falo sobre elas agora. O primeiro assunto foi que na
sexta-feira santa fui à Praça Tubal Vilela assistir à encenação da Paixão de
Cristo e apesar de ter ficado quase três horas de pé, a apresentação valeu a
pena. Toda a equipe está de parabéns pela montagem, apesar de eu não saber o
nome de nenhum deles. O segundo assunto é a respeito do treino de Body Step.
Não contei qual foi a música que eu apresentei, mas digo agora: música 09 -
speed step (velocidade). Apesar de conhecer pouco a aula de Body Step, o speed
sempre foi uma track que eu gostava muito (e provavelmente já mencionei isto em
um post anterior), quando vi que tinha saído com ele, fiquei super-feliz. E não
fiz feio na apresentação!!!
OK, galera, por hoje é isto. Um grande abraço a todos.
Escrito por Super Body às 13h59
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Fim de Semana Prolongado
Fala, galera!!! De volta do final de semana prolongado, dá uma sensação de
que o cérebro da gente está em marcha lenta!!! Na verdade, deve estar mesmo. Até
retomar o pique da semana, leva alguns dias. O meu fim de semana foi ótimo,
principalmente pelo treino de Body Step que aconteceu no sábado!!! Longe de ser
o melhor treino que eu já fiz na vida, ainda assim foi muito bom. O programa em
si é muito gostoso e um pouco desafiador, porém é melhor que seja assim mesmo
porque o estímulo para treinar para o Modulo II é maior. Somente três inscritos
(dois além de mim) e eu acredito que o treino só tenha acontecido porque o
treinador era o mesmo que daria o treino de Power Jump no domingo e já viria
para cá de qualquer modo. Caso contrário, provavelmente seria
cancelado. Agora vão se seguir duas semanas de muito ensaio, muito suor, um
pouco de dor (minhas panturrilhas começaram a reclamar ontem e estão um pouco
mais veementes hoje) e muito prazer. As coreografias estão muito gostosas, as
músicas ajudam bastante. O Modulo II ocorrerá no dia 09 de abril. Torçam por
mim. Vi dois filmes, um que queria ver há tempos (e nem chegou a passar nos
cinemas daqui), Antes do Pôr-do-Sol (continuação de
Antes do Amanhecer) e outro que eu jurei que não passaria nem
na porta do cinema, O Chamado 2. Só vi este último (e só valeu
a pena) pelas companhias: Cíntia, Luiz Flávio, Bruno (primo da Cíntia) e
Jacqueline. Se eu já tinha odiado o primeiro filme, neste eu não via a hora de
começarem os créditos finais para que eu saísse da sala de exibição.
Antes do Pôr-do-Sol também decepcionou um pouco, eu esperava um
pouco mais, mas foi bom. De resto, li alguns artigos relativos a fitness e um
pouco do livro do Stephen King que eu não pegava há quase um mês, vi um pouco de
TV, ouvi um pouco de música, decorei o mix novo do Body Pump (cujo lançamento
será no próximo sábado, dia 02) e dormi muito. Não há muito o que contar. Um
bom início de semana a todos.
Escrito por Super Body às 08h54
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Só Para Dar um Oi
Fala, galera!!! Feriadão chegando, todo mundo viajando e eu vou ficar em
Uberlândia mais uma vez. Mas, é por um bom motivo. No sábado, farei o módulo I
do Body Step. Desde que fiz a inscrição e a Lucrécia ficou sabendo, ela insistiu
veementemente durante todos os dias para que eu não fizesse Body Step em prol do
Power Jump (que acontecerá no domingo). Chegou até a sugerir que eu tentasse
mudar a inscrição do Body Step para o Power Jump. Ela argumenta que a academia
não tem Body Step, que eu não tenho motivo nenhum para fazer o curso de Body
Step, que o Power Jump seria bem melhor para a academia. Ela só não leva em
conta um detalhe: Eu gosto do Body Step. Ponto final. E, como vocês já sabem, eu
sou do contra mesmo. Diga para eu não fazer que eu faço com mais vontade ainda.
Então, está decidido: Body Step it is!!! Yeah!!! Vi que meu blog atingiu a
marca dos 5000 visitantes hoje, em pouco mais de oito meses. Dá uma média de 20
visitas por dia (aproximadamente). Acho que não é ruim, não. Agradeço a todos
que passam por aqui. Continuem visitando. Não tenho muito assunto hoje, então
passei mesmo só para desejar uma feliz Páscoa a todos vocês, que o renascimento
ocorra no coração de cada um e que não exagerem no chocolate. Na segunda-feira,
eu conto como foi o treino do sábado. Beijos a todos.
Escrito por Super Body às 14h57
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Dica de Filme: O Fantasma da Ópera
Fala, galera!!! Na semana passada eu trabalhei tanto, mas tanto, que eu
comecei a escrever o post do Body Pump na sexta-feira, mas só consegui concluir
e publicar ontem. Agora está mais tranquilo. Estou com mais um assunto
pendente para postar desde quinta-feira, portanto vamos a ele. As pessoas que
me conhecem ou que lêem o blog há algum tempo, sabem da minha paixão por cinema.
Sabem também que quando me apaixono por um filme, não tem jeito. Eu comento com
todo mundo sobre o mesmo e insisto para que assistam, falo sobre ele no blog...
Enfim, viro fã incondicional. Pois bem, na quinta-feira um filme entrou para
a minha lista dos que marcaram a minha vida: O Fantasma da
Ópera. Confesso que fui assistir ao filme esperando bem pouco dele.
Para começar, ele tinha duas horas e meia e era um musical. Eu estava dormindo
menos de seis horas por noite desde segunda-feira, portanto, com muito sono.
Pensei até que fosse dormir no cinema. Além disto, eu já tinha visto uma outra
versão deste filme (aliás, um roteiro completamente diferente) de 1989, com o
Robert Englund (o Freddy da Hora do Pesadelo) no papel do
Fantasma e foi um filme bem ruinzinho na minha classificação. Ou seja, não
esperava absolutamente nada do filme. O filme começa em preto e branco, em um
leilão de objetos no velho teatro. Quando é retirado o pano de cima de um
candelabro que seria leiloado, o mesmo começa a ser içado para que os presentes
vejam a sua dimensão... O filme vai se colorizando, o teatro que apresentava
resquícios de incêndio vai se renovando, ao mesmo tempo que a tela vai passando
do cinza para cores fantásticas (ótima fotografia) e o filme começa. Esta
primeira cena já me levou a crer que o filme seria ótimo. Não bastasse isto,
bem no início do filme, a atriz Emmy Rossum (no papel de Christine) faz o
primeiro solo de uma maneira perfeita (voz, arranjos, acompanhamento, tudo).
Junte-se a isto a fotografia (que já mencionei, ótima) e temos uma cena que me
levou a comentar antes de quinze minutos de exibição: "Este filme já merece
cinco estrelas sem que eu tenha terminado de vê-lo!!!" É uma cena que o faz
esquecer que é apenas uma projeção em uma tela e dá vontade de levantar da
cadeira e aplaudir. Perfeita!!! Daí por diante, o filme se mantém e não
decepciona em momento algum. Elenco, direção, fotografia, figurinos, tudo digno
de muitos prêmios. A trilha sonora é um quesito à parte e merece ser
comentado. São as mesmas canções e o mesmo arranjo da peça de teatro que está em
cartaz há sei-lá-quantos-anos em Londres (que eu tenho o CD). O filme é baseado
na peça, inclusive o autor das canções (Andrew Lloyd Webber) é que idealizou a
filmagem do mesmo, em conjunto com o diretor Joel Schumacher (de Batman
Forever, Batman & Robin e Os Garotos
Perdidos, entre outros). Não percam a chance!!! Alguns filmes são
feitos para serem vistos no cinema e este é um deles, sem sombra de dúvida. Caso
não consigam, aluguem o DVD quando puderem e vejam. Não vão se
arrepender. Taí mais uma dica cultural. Se alguém assistir, deixe um
comentário com a opinião. Beijos a todos.
Escrito por Super Body às 07h49
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Body Pump 53 - Primeiras Impressões
Fala, galera!!! Como prometi, deixarei aqui minhas impressões sobre o novo
mix do Body Pump. Por causa do mix anterior, que eu acho fraco, achei que o
próximo viria detonando!!! Enganei-me. Ele veio ainda mais fraco do que o seu
antecessor. Para completar, nunca tinha visto uma seleção musical tão ruim para
nenhum programa da Body Systems até hoje. Para o Pump então, que geralmente traz
músicas muito boas, o mix 53 foi decepcionante. Aquecimento (01), é impressão
minha ou a coreografia muda tão pouco que, se não fosse por estar tocando outra
música, ninguém sequer notaria a diferença? É claro que muda um detalhe aqui e
outro ali, mas... cadê a criatividade, Mike? Como eu sempre digo, aquecimento
tem que ser uma música estimulante... esta é apenas razoável. Agachamento
(02), mais fraco do que o anterior e com mais descansos. A única maneira de
manter o treino eficiente é aumentar (muito!!!) a carga. Música fraquinha, bem
fraquinha... Peitorais (03), aumente a carga na barra porque os exercícios
com ela duram pouco. No final, flexões. Se você as fizer sem o apoio de joelhos,
pode ser que consiga um rendimento melhor. Música de gosto duvidoso. Costas
(04), não traz mais os quatro arremessos diretos, todos eles são combinados com
remada simples. Treino bem fraco. A música é até bonitinha. Passável, eu
diria. Tríceps (05), desta vez com muitas sequências de tríceps peito. Tantas
que torna o trabalho fraco. No final, tríceps coice (ou seria o francês?)... Não
consigo me lembrar qual deles... Enquanto escrevo, a Silvinha achou no Orkut que
é o francês. Então é. Quanto à música, como descrever? Eu pensei que jamais
haveria alguma música pior que Let The Sun Shine para o tríceps... mas eles
conseguiram!!! Bíceps (06) é um trabalho sem descanso. Apesar disto, não está
muito forte, está tranquilo. Uma música chatinha, country e que faz parte da
trilha da novela das oito (pelo menos, eu já escutei tocar lá). Afundos (07)
também é leve, apesar das 16 repetições diretas seguidas de 8 metades
inferiores. A música poderia ser legal, mas também não é grande coisa. Ombros
(08) traz a elevação frontal de volta, tornando o trabalho um pouco mais forte.
Ainda assim, não é desafiador. A música é legalzinha (no máximo). Abdominais
(09) traz um trabalho com anilhas. A anilha fica no peito (ou no ombro) para os
trabalhos de crunch (levantar o tronco), depois combina uma extensão de pernas
com uma extensão de braços segurando as anilhas, é meio difícil descrever apenas
escrevendo, na aula vocês verão que não é um bicho de sete cabeças. A música é
legal, para mim, a melhor do mix. A música do Dr. Gê no BBB5. Alongamento
(10), normal. A música é melhor do que o alongamento atual (mas é difícil não
ser), ainda assim está longe de ser uma música boa. Normalmente, o próximo
post seria sobre as primeiras impressões do Body Combat. Mas, neste WS, não fiz
a aula, portanto... não tenho primeiras impressões do mesmo. Abraços a todos
e até o próximo.
Escrito por Super Body às 11h44
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Body Attack 48 - Primeiras Impressões
Fala, galera!!! Eu não consegui escrever antes porque estou trabalhando
muito, mas estava louco para deixar as minhas primeiras impressões sobre o novo
Body Attack. Então, sem mais delongas, vamos a elas. Eu achei o mix melhor
que o anterior, tanto em questão de músicas, quanto de variações de
coreografias. Cada música, em si, não está forte. Aliás, desde a mudança da
estrutura da aula, as músicas têm vindo fracas. Mas o conjunto, principalmente o
final, ficou bom. A aula só peca por estar um pouco mais fraca do que o mix
anterior. No aquecimento (01), há um movimento novo. Você faz o step touch
normal para um lado e, para o outro lado, em vez de pisar com o pé ao lado do
outro, você eleva o joelho. Os demais movimentos são velhos conhecidos: step
touchs normais, joelhos repetidores e marchas. A música é legal, mas poderia ser
melhor. Combinação de intensidade (02), há galopes, elevações de calcanhar e
corridas. Também há uma combinação dos três movimentos. Sem grandes novidades,
nem mesmo a música que já veio na mesma posição no mix 31... OK, a música foi
remixada e está um pouquinho diferente. Ficou legal. Aeróbico (03) traz de
volta a mesma combinação de braços do mix 46 (e do 38, para quem tem boa
memória), que é bíceps duplo, extensão dupla para cima, extensão dupla para o
lado, extensão dupla ao lado da coxa. O Power Pony (ou tchá-tchá, como queiram)
aparece aqui também. Não tem Superman!!! Sério!!! Não é a primeira vez que não
tem Superman neste track, mas são raras as vezes que isto acontece. A música é
bem gostosinha. Pliométricos (04) traz de volta os afundos com propulsão,
grande parte deles combinados com ski. Também jumps e corridas. A música é muito
legal e tem algumas paradinhas que enganam os alunos (que pensam que a música
acabou)... e volta a tocar. Show!!! Fortalecimento de membros superiores (05)
não está forte. Muita isometria (ou seja, contração sem movimentos) e muitos
"descansos". Começa com flexão de tríceps, termina com flexão aberta. Poderia
ser mais forte. É a remixagem de uma música que já apareceu no Attack no mix 26,
posição de fortalecimento de membros inferiores. Digo remixagem porque o nome
não é o mesmo, então... Running (06), bem simples, corridas em círculo
alternadas com mais corridas para o centro do círculo combinadas com can-can.
Sem grandes emoções. Quanto à música, foi uma em que apostei minhas fichas mais
altas, porém a mixagem foi, no mínimo, decepcionante. Não gostei. Agilidade
(07) traz uma combinação de três passos na diagonal, hip-hop e corrida para trás
que já apareceu no mix 43 (também no track de agilidade, que ocupava, na época,
a posição 09). Também traz o patinador. A música voltou a ser uma daquelas
músicas engraçadinhas (como diz a Silvinha) que sempre marcou o track de
agilidade. Gostei muito. Intervalado (08), tem frevos, elevações de joelhos,
polichinelos e Supermans (sim, eles estão neste track). Chutes altos só no
finalzinho da música e só dezesseis (oito com cada perna). A música é muito
legal, claro, todo mundo conhece. Power Track (09) é realmente o track mais
forte deste mix. Aqui os chutes altos aparecem muito, combinados com corridas e
deslocamentos laterais com elevação de joelho. A música é legal, é outra que
poderia ser melhor, mas... Fortalecimento de membros inferiores e abdominais
(10), cada vez mais forte. O bicho pega ao apoiar-se somente em uma perna e
movimentar a outra para a frente e para trás (como se fosse um joelho repetidor,
porém mais devagar e sem tocar o pé no chão). Este movimento se transforma em
afundos, depois se transforma em joelhos repetidores (32 repetições) e termina
com 16 afundos curtinhos com cada perna. Pensa que acabou? Repete tudo do outro
lado. Os abdominais também estão fortes, mas não exagerados. Alongamento
(11), o que falar? Não há novidades. Não amei a música, mas também não detestei.
Algo meio sem sal e sem açúcar. É isto. Concordam? Discordam? Não viram
ainda? Uma coisa é certa: preparem-se para três meses de muita diversão, pois
divertido este mix está, sem dúvidas. Um abraço a todos e até o próximo post
com as primeiras impressões do Body Pump 53.
Escrito por Super Body às 16h21
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Workshop
Fala, galera!!! Mais um final de semana que acaba e estou de volta com
novidades sobre o workshop trimestral. Neste post, vou contar sobre os
acontecimentos em si, nos próximos, coloco as impressões sobre os
programas. Na sexta, dei aula de Body Pump, não saí de casa, pois queria
chegar cedo ao Praia para pegar a aula de Body Step (que seria às 8h). Fui
dormir por volta de 2h (mesmo em casa, não consigo dormir cedo) e coloquei o
despertador para 6h, assim daria tempo de fazer a barba, tomar banho, preparar e
tomar o café da manhã sossegadamente, colocar as roupas na mochila, passar em
alguma loja de conveniência e comprar barras de cereal e ainda chegar sem
correria para a aula. Acordei às 7h30!!! O despertador tinha tocado e eu tinha
desligado sem acordar. Sei que desliguei porque ele estava do outro lado da cama
e não onde eu o havia deixado ao deitar. Levantei correndo, fiz tudo
correndo, tomei um café mais ou menos e fui para o Praia. É claro que perdi a
aula de Body Step inteirinha, cheguei lá às 9h. Fiz o credenciamento e fiquei
vendo a aula de Power Jump, que foi a próxima. Não gostei muito, algumas músicas
são legais, mas a maioria... sem comentários!!! No próximo horário, haveria
Body Balance e Power Pool simultaneamente. Desta vez finalmente tomei coragem e
fiz minha primeira aula de Power Pool. Estava um dia extremamente quente e sem
nuvens no céu, altamente propício a uma aula destas. E, para completar, a aula
não foi na piscina aquecida e coberta, mas na de água fria e descoberta.
Perfeito!!! Adorei a aula!!! Segundo o professor, ela está mais forte do que
todas as anteriores, mas não me cansei muito, não. A piscina estava tão
agradável que só o meu infinito amor pelo Body Attack (que seria a próxima aula)
me fez animar a sair de lá. Acho que, se não fosse por isto (e pelo fato de eu
estar sem protetor solar também), teria ficado lá até o final do dia. Fiz o
Body Attack, depois tomei uma ducha e fiquei vendo a aula de Body Jam. Cabe
dizer aqui que eu nunca fiz uma aula de Jam, mas a cada vez que assisto uma, dá
vontade de entrar lá e sentir o prazer. A aula parece ser ótima, divertidíssima
e as melhores músicas parecem estar lá. Minha coordenação é que não vai me
ajudar na mesma, mas acho que no próximo workshop vou fazer, mesmo que tenha que
pagar um mico. Neste intervalo, aproveitei para fazer a minha inscrição para o
Modulo I do Body Step, que acontecerá aqui em Uberlândia no próximo dia 26. A
seguir, foi a vez do Body Pump. Fiz a aula, tomei outra ducha e fui para o Day
Training do Body Combat. A minha relação com o Body Combat é de amor e ódio.
Às vezes, sinto que não viveria sem o Body Combat. Outras vezes, não vejo a
menor graça em ficar fazendo aqueles golpes. Eu estava neste último estado de
espírito no sábado. Então, durante o Day Training, eu fiquei praticamente
sentado e assistindo, só. Nem a aula do mix novo eu fiz. Não animei. Não estava
com vontade. Depois, fui para casa e estava tão cansado que nem
saí. Ontem, passei o dia descansando. Almocei na casa do meu irmão por volta
de 15h. À noite, fui ao teatro assistir Rodrigueanas, uma
peça montada por um grupo daqui baseada em textos de Nélson Rodrigues. Foi
legal, mas não excepcional. Uma boa diversão. No próximo post, vou colocar
minhas primeiras impressões sobre o Body Attack. Um beijo a todos.
Escrito por Super Body às 09h56
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Modernidades
Fala, galera!!! Tudo bem, confesso, eu sou contra processos de qualidade,
ISO-não-sei-das-quantas, padronizações e escambau-a-quatro. E mesmo trabalhando
com tecnologia da informação, eu discordo que certos processos devam ser
automatizados, ou, se forem, pelo menos deveriam ser automatizados por pessoas
com capacidade para tal. Do contrário, eles só servem como desculpas de
atendentes: "Desculpe, senhor, mas o sistema não permite". Um ótimo exemplo
disto é a conta de luz do apartamento. Desde que mudei, em outubro, tenho feito
tentativas frustradas de trocar o nome do titular da conta e a data de
vencimento da mesma. Mas toda vez que ligo no 0800 da companhia fornecedora
(aqui tanto faz citar o nome da companhia ou não, visto que não existe outra em
Minas Gerais, mas vou me abster educadamente disto), o que acontece é o
seguinte: Depois de decorar os quatro comerciais gravados como mensagens de
espera de tanto ouvi-los por dez minutos, no mínimo, a atendente começa a falar
com você. A primeira vez que liguei, a justificativa foi: - Senhor, consta em
nosso sistema uma conta em aberto. O sistema não permite nenhuma alteração com
contas em aberto. Tudo bem, sem problemas, então. Paguei a conta, liguei lá
alguns dias depois. A resposta: - Senhor, existe uma conta em aberto. -
Como assim? Eu paguei a conta. - Ah, desculpe, senhor, mas uma nova leitura
já foi feita e a nova conta já consta do sistema. Nenhuma alteração é permitida
pelo sistema com contas em aberto. Tudo bem mais uma vez. A conta sempre
vence no dia 01, a leitura sempre é feita no dia 05... Bom, terei quatro dias
para ligar no próximo mês. Então, no próximo mês: - Senhor, consta em nosso
sistema uma conta em aberto. - Ah, não!!! Agora não pode!!! Eu paguei a conta
no dia 01, ainda não é dia 05, a nova leitura ainda não foi feita. - É que o
banco pode demorar até cinco dias para repassar o pagamento para a
concessionária. Portanto, se o senhor pagou no dia 01, tem que esperar até o dia
06 para ligar. - Mas no dia 06 a nova leitura já terá sido feita e eu não
conseguirei. - Lamento, senhor, mas o sistema não permite fazer nenhuma
alteração com contas em aberto. Entenderam como funciona? Tive que pagar a
conta uns dez dias antes do vencimento para conseguir fazer a
alteração. Outra coisa que me deixa extremamente irritado são os e-mail's
padrões para resposta a clientes. Você perde um tempão elaborando um e-mail com
suas dúvidas, para deixá-lo claro e sem dúvidas a respeito da resposta que você
está querendo... e recebe um e-mail padrão pronto e que quase sempre não contém
a resposta à sua pergunta. O pior é que, toda vez que você escreve, por mais que
você mude a pergunta para ver se consegue a resposta certa, sempre recebe o
mesmo e-mail de volta. O mesmo texto, a mesma fonte, o mesmo tamanho, os mesmos
erros de pontuação e ortografia, tudo igual!!! Eu me sinto em uma situação de
perguntar: "Que horas são?" e receber a resposta: "Este relógio foi fabricado na
Suiça". Entendem? Tá, tudo bem, pode ter sido fabricado na Conchinchina. Não me
interessa. Eu quero saber as horas!!! Mas, não, esta é a única informação que
não me dão, por mais pontual que seja o relógio!!! Enfim... é a vida no mundo
atual. Não dá para fugir. Eu sempre digo que a palavra de ordem deve ser
bom-senso. Um dia será. Amanhã, vou fazer o WS, malhar o dia inteiro e pegar
os novos mixes. Assim me acalmo. Um super final de semana para todos, grande
beijo, segunda eu volto com novidades.
Escrito por Super Body às 15h58
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A Mãe da Minha Amiga Helena e os Beija-Flores
Fala, galera!!! A minha amiga Helena me ligou ontem à noite e conversamos
por um bom tempo. Ela vai se casar no próximo sábado, portanto quero deixar aqui
os meus cumprimentos a ela e ao noivo, desejando muitas felicidades ao
casal. Como não poderia deixar de ser, ela me presenteou com uma história que
eu não poderia deixar de publicar. Desta vez, não é exatamente sobre ela, mas
sobre a sua mãe, nos levando a concluir de onde vem a imensa propensão da minha
querida amiga de cometer gafes. E comprovar a frase: "Filho de peixe, peixinho
é". Vamos à história.
A minha amiga Helena chegou em casa, abriu o portão e atravessou o jardim
mancando. Seu pai, que estava sentado no alpendre, perguntou: - Minha filha,
o que aconteceu? Por que você está mancando? - Ah, pai!!! Nem te conto!!!
Levei um tombo de cima do caminhão-guincho!!! Mas isto não vem ao caso, é uma
história muito longa, depois eu conto para o senhor. - Venha aqui, sente-se
do meu lado. Helena se sentou ao lado do pai e perguntou: - Estou notando
em seu semblante um certo ar de tristeza, pai. O que aconteceu? - Estou mesmo
um pouco triste, minha filha. Você se lembra que sempre tínhamos beija-flores
bebendo água naquele bebedouro? Pois é, eles não vêm mais. E eu gostava tanto de
vê-los!!! - Mas, pai, isto é simples de resolver. Basta trocar a água e eles
virão. - Não adianta, minha filha. Sua mãe trocou a água hoje de manhã e nada
de virem... Nem um sequer!!! - Será que ela se lembrou de colocar açúcar na
água? Talvez seja isso... - Ela se lembrou, sim. Mas, você sabe, filha, sua
mãe, desde que recebeu o diagnóstico que está com diabetes vem obrigando todo
mundo aqui em casa a consumir produtos dietéticos. E ela não colocou açúcar na
água... colocou adoçante!!! Minha amiga Helena ficou boquiaberta. Chamou a
mãe lá fora no mesmo instante. - Mãe, é verdade o que o papai acabou de me
contar? A senhora está colocando adoçante na água dos beija-flores? - Estou.
Mas nem dá para notar a diferença. A água fica doce do mesmo jeito. - Mas,
mãe, o que eles procuram não é o sabor doce da água. Eles procuram a glicose que
dá a energia para que eles batam as asas. Por isso é que eles não vêm
mais. Contrariada e duvidando um pouco, a mãe foi lá, pegou o bebedouro,
trocou a água, preparando com açúcar desta vez e o colocou de volta. Alguns dias
depois, os beija-flores estavam de volta, para a felicidade do pai de
Helena. E assim, todos viveram felizes até a próxima gafe.
Tirando a "licença poética" que eu usei para enfeitar a narração da história,
os fatos principais são verdadeiros. Espero que tenham gostado. Um
super-beijo a todos.
Escrito por Super Body às 09h50
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Fim de Semana Teatral
Fala, galera!!! Este final de semana, tivemos em Uberlândia três peças de
teatro diferentes. Eu já tinha assistido a uma delas,
Barrela, em outro final de semana, portanto só me restaram duas
para ver. Uma delas, Melanie Klein, era com a Nathalia
Thimberg. A outra era Álbum de Família, do Nélson Rodrigues,
com um grupo de Uberlândia mesmo. Os ingressos para Melanie
Klein se esgotaram rapidamente e eu tive sorte, no sábado, ao conseguir
cadeiras extras para a apresentação de domingo. Cadeiras extras que, no final
das contas, estavam em posição melhor do que muitas poltronas. O fato de uma
peça que veio de fora lotar não é surpresa aqui em Uberlândia. Não mesmo!!!
Mesmo as pessoas que não gostam das artes cênicas comparecem a espetáculos como
este para dar uma de cultos. Prova disto é que, durante a apresentação,
ouviam-se gargalhadas dos espectadores nos momentos mais impróprios (mesmo
porque a peça NÃO era uma comédia). Bastava uma das atrizes soltar um
palavrão e um ou outro achava engraçado. Quanto às piadas inteligentes,
raramente se ouvia algum riso. Mas algo me surpreendeu. Quando fui comprar as
entradas para a outra peça, qual não foi a minha surpresa ao ouvir que estavam
esgotadas!!! Putz!!! Como assim? Em um final de semana com três peças
simultâneas, pelo menos duas estavam lotadas? Estaria a população de Uberlândia
descobrindo a arte do teatro? Fiquei supreso porque, há menos de dois anos,
tivemos uma semana de peças a preços populares e eu mesmo me lembro de assistir
a peças com público menor que dez pessoas... Então o que teria acontecido? Um
surto de cultura? Consegui as entradas e logo a minha surpresa se dissipou. A
peça estava lotada, mas não porque o público era grande... simplesmente a
lotação é que era pequena!!! Sobre as apresentações, posso dizer que gostei
das duas. Álbum de Família foi muito bem encenada, a
interpretação de três atores era fantástica e a dos outros era, no mínimo, boa.
Também gostei do cenário, simples, mas interessante e criativo. Já
Melanie Klein... como poderia descrever? Assistir à peça era
como estar em um sonho, daqueles bem agradáveis... era flutuar na leveza da
interpretação das três atrizes... era admirar o cenário, a iluminação,
perfeitos, impecáveis!!! Como a Nathalia Thimberg é simpática!!! Eu já era fã
antes de vê-la pessoalmente, agora então... nem se fala!!! Valeu a pena!!! Tudo
o mais que eu comentar não vai conseguir expressar o que senti. Também no
final de semana fui jogar boliche com uma galera, mas esta é uma outra
história... Só vou comentar que todos os pinos caíram, foi
strike e qualquer coisa que for dita ao contrário disto é mera
intriga da oposição. Abraços a todos. Até o próximo.
Escrito por Super Body às 09h56
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Balanço do Aniversário
Fala, galera!!! Aqui estou eu de volta, carregando o peso de um ano completo
a mais, depois de comemorar o meu aniversário ontem. Na verdade, acho que o que
está pesando mais são as calorias excedentes em um dia (e bota calorias
nisso!!!). O dia já começou altamente calórico com um super breakfast (sentiu
o drama?) no Plaza Shopping Hotel. A Silvinha e eu fomos para lá e começamos o
dia em altíssimo estilo, com diversos tipos de frutas, pães, bolos, salgados,
tortas, sucos e tudo o que tínhamos direito. A comilança durou uma hora e
meia. Depois vim trabalhar, na maior preguiça... O estômago pesado e ter
levantado cedo me deixaram com sono a manhã toda. Mas foi legal receber os
parabéns pessoalmente dos colegas de trabalho e por e-mail's, telefonemas,
mensagens no celular e scraps no Orkut (os quais eu não teria conseguido ler se
não fosse a cooperação da Silvinha). A manhã passou relativamente
rápido. Almocei sozinho, apesar de nem estar com fome, caí na cama e dormi um
bom sono até a hora de voltar para o trabalho. À tarde, continuei recebendo
e-mail's, telefonemas e scraps. No final da tarde, tivemos na empresa uma torta
Marta Rocha e refrigerantes para comemorar os aniversários de fevereiro (dá-lhe
calorias!!!), sem contar o lanche de todos os dias: pão de milho, refresco e
café. No fim da tarde, fui para casa, meus pais já tinham chegado lá. Minha
mãe encomendou salgados, comprou refrigerantes e fez uma torta de nozes (a minha
favorita) e recebi alguns amigos em casa durante à noite. Gostei muito da visita
de cada um que compareceu. Continuei recebendo telefonemas até tarde. Muito
obrigado a todos vocês que me cumprimentaram / escreveram / ligaram /
compareceram e tornaram o meu dia de ontem bastante especial!!! Mesmo aqueles
que chegaram um pouquinho atrasados, ainda assim a intenção é que conta!!! Valeu
demais, adoro todos vocês!!! Um beijo a todos e um ótimo final de semana!!!
Escrito por Super Body às 14h31
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Um Ponto a Favor das Pessoas
Fala, galera!!! É claro que depois desta história toda, acabei consultando
uma amiga que é advogada. Ela me disse que não há nada que o cara possa fazer
legalmente e o fato de eu ter uma testemunha garante que eu não perco a
causa. Analisando a situação, eu tenho quase certeza de que o menino contou
para o pai uma história totalmente diferente do que realmente aconteceu. Levando
em conta o nervosismo dele no momento do acidente, dá para notar que ele sofre
repressão forte em casa. Depois, tendo conhecido o pai dele, uma pessoa que não
usa o cérebro com racionalidade, que tem preconceitos claros em situações como
esta e que deve ser inflexível ao extremo, a atitude do menino é, pelo menos,
compreensível. Depois da discussão de sábado, senti minha fé na raça humana
desabar. Fiquei em um estado deplorável que só quem me conhece a fundo consegue
saber o que estou dizendo. Todos os meus sentimentos estavam em frangalhos.
Passei quase todo o final de semana calado, pensativo, introspectivo. O lado
bom da situação é que ela te leva a avaliar tudo o que vem acontecendo, analisar
os fatos diversas vezes, portanto o lado racional é despertado. Minha
primeira intenção foi de rever os meus conceitos e realmente mudar, riscar o
"todo mundo é bom até que se prove o contrário" como guia principal da minha
vida e adotar o lema inverso. Depois, pensando bem, não achei justo. Sim, certo,
tinha acabado de conhecer pessoas que justificariam esta mudança. Mas eu conheço
tantas outras que justificam não mudar... Lembro de ter lido alguma vez que,
se as atitudes ruins de outras pessoas me fazem agir também de forma ruim, é
porque não acredito nos conceitos que sigo. E depois de muito ponderar, senti
que acredito no preceito que há anos rege minhas atitudes. Não seria por causa
de um pequeno acidente de percurso que eu mudaria. Pelo menos, não desta
vez. Tenho a sorte de conviver com tantas pessoas legais, de ter tantos
amigos sinceros que a minha fé não pode ser abalada por uma simples amostra
estragada. Então, aproveito a ocasião para dizer às pessoas que eu amo de
coração (e se você está lendo este texto, provavelmente é uma delas) que vocês
ajudaram a me levantar e recuperar a fé nas pessoas, mesmo sem saber que fizeram
isto. Que sem vocês, eu teria abandonado as minhas crenças e me entregado à
falta de fé. Agradeço imensamente a presença de todos vocês na minha vida e
conto com vocês para, juntos, transformarmos o mundo em um lugar melhor. Se a
história vai continuar ou acabar por aqui, eu ainda não sei. Resta esperar. Mas
o fato de saber que vocês existem me dá forças para lutar contra toda e qualquer
batalha que aparecer à minha frente. Muito obrigado!!! Beijos carinhosos!!!
Escrito por Super Body às 07h26
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Um Ponto a Favor dos Cachorros
Fala, galera!!! No sábado de manhã, estava em casa fazendo o que eu mais
gosto de fazer no final de semana (ou seja, ficar a toa), quando o interfone
tocou. Atendi. Uma voz perguntou: - É você que tem um Gol
preto? Respondi: - Cinza. Escuro, mas cinza. - Foi você quem atropelou
um garoto na moto ontem à noite? - Bom, na verdade, ele bateu na traseira do
meu carro. Mas acho que eu sou a pessoa que você está procurando. - Você pode
descer para conversarmos? - Claro, estou indo. Cheguei à porta do prédio,
havia um homem lá. Ele se identificou como pai do menino que estava na moto na
noite anterior e começou um lenga-lenga de que acidentes acontecem, que se
pudéssemos evitar, eles não aconteceriam, ou que jamais sairíamos de casa se
fôssemos ficar com medo. Não sabia onde ele queria chegar, deixei-o falar à
vontade. Ele falou, falou, falou (só papo furado mesmo), até que finalmente ele
perguntou: - E então, o que você me diz? Eu nem estava esperando esta
pergunta e, sinceramente, nem a entendi. Disse a ele que não sabia o que ele
estava querendo que eu dissesse. Então ele me disse que estava lá porque achava
que eu deveria pagar o conserto da moto. Disse ainda que a moto, depois da
batida, nem tinha dado mais partida (na verdade, nem era exatamente depois da
batida, porque ele só bateu o guidom direito na lanterna esquerda do carro, o
certo seria falar depois da queda). E então percebi meu primeiro erro, eu tinha
dito para o menino ir embora, mas não tinha ficado e visto se ele realmente
tinha ido. Então, ele recomeçou a falar. Disse que teve que buscar a moto na
noite anterior com uma caminhonete, porque ela não pegava. Que o menino estava
em casa, de cama, com o joelho machucado. Eu notei que a história que ele
visualizava era um pouco diferente do que realmente tinha acontecido. Ele
acreditava que eu tinha atropelado a moto, jogado a culpa no menino e fugido sem
dar assistência. E isto pode ter sido causado por uma versão deturpada pelo
próprio filho (que eu, na minha ingenuidade, tive pena e tentei ajudar não
chamando a perícia) ou ele realmente queria que eu pagasse o conserto e a
verdade em si não importava muito. Uma senhora, que mora em uma casa vizinha
ao prédio e tinha visto o acidente na noite anterior, estava novamente na porta
de casa. Chamei o homem lá e pedi que ela confirmasse o que eu estava dizendo,
que o menino realmente tinha batido na traseira do carro e isto aconteceu porque
ele estava correndo muito e não conseguiu frear antes de atingir o meu carro.
Ela contou exatamente o que tinha acontecido. Ele continuou insistindo na
própria versão, insistindo em um "acordo" onde eu pagasse o conserto da moto e
tudo ficaria bem. Falou, falou e falou... Eu deixei ele falar o quanto queria.
Ele voltou a perguntar se eu não estava disposto a pagar "apenas" o conserto da
moto e todo o resto seria esquecido (em tom de ameaça). Eu disse que, se eu
estivesse errado, não teria o menor problema em pagar, mas como eu não estava,
era uma questão de justiça que eu não pagasse. Então ele completou: - Eu
tentei negociar. Tentei fazer com que ninguém saísse prejudicado nessa história.
Você não quis. Eu sou uma pessoa que dá um boi para não entrar em uma briga e
uma boiada para não sair dela. Me aguarde!!! Foi embora. O pior de toda
esta história foi a quantidade de energia negativa que eu absorvi nesta
discussão. Mantive a calma e, com isto, tentei não absorver muito, mas ainda
assim passei o sábado todo mal por causa disto. No domingo, amanheci um pouco
melhor, mas ainda sentia os efeitos. Ontem, já tinha melhorado bastante, mas
ainda estava eliminando energia negativa. À noite, a aula de Body Pump serviu
para eliminar o restante. Um fato destes me levaria a perder toda a fé na
raça humana, se não fosse por um pequeno motivo, que será narrado na próxima (e
última) parte da história. (continua...)
Escrito por Super Body às 08h21
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