Celebridade Convidada - Cíntia - Parte III
Histórias da Vida Real *e bota real nisso* -
Parte III
Já que a loteria fica no outro extremo do shopping, o caminho até lá foi bem
aproveitado para olhar alguns sapatos brancos, mas nada que atrasasse mais ainda
aquele dia. Passado mais ou menos 25 minutos, exatamente às 17:40hs (fiz questão
de olhar o relógio) identifico a Lotérica pela FILA. Imensa para uma
segunda-feira. (sim eu tinha a esperança que por estar num shopping e por ser
uma SEGUNDA-FEIRA que estaria menor; bem menor). Bateu moh desânimo, mas aquele
sentimento “estou aqui para resolver isso” me motivou encarar a fila com mais ou
menos 25 pessoas, além disso, eu estava sendo uma privilegiada considerando que
o shopping tinha um ambiente e cheiro agradável e não precisaria encarar as
minúsculas Lotéricas no centro da cidade no sol (porque as filas não cabem
dentro das lojas) e na hora do meu precioso almoço. Eu ainda estava no lucro.
Pacientemente (algo realmente incomum em mim) fui literalmente enfrentar a fila,
pensar na vida “se comprava ou não o lindo sapato que encontrei”, e na fome que
começava a sentir. Putz, começou a dar fome e que aumentou consideravelmente ao
lembrar da crepe que tinha ali tão pertinho de mim para saborear (considerando
que boa culinária neste momento para mim tem significado ganhar na loteria a
cada descoberta). Decidi. Vou para lá assim que eu sair dessa fila, pagar a
fatura e resolver o problema. Eram 18:25 hs quando finalmente consegui ser
atendida por um caixa. Quase entro em extâse em pensar que faltava pouco para
terminar. Ansiedade e expectativa na digitação de cada número, pensamento
positivo para que a atendente não errasse e proooonto: “O valor a ser pago é de
R$ 387,36, confirma o valor para pagamento?” HÃ? R$ 387,36?! NÃO! A MINHA FATURA
É DE R$ 38,74!!” A atendente novamente: “Confirma o valor de R$ 387,36?” Aquilo
soava como uma bomba .. eu disse “Não” .. tinha alguma coisa errada e poderia
desconsiderar. Só então eu consegui pensar, analisar e concluir: “O retardado do
PQG2 pegou o celular do PQG e claro o código de barra era daquele celular e não
do meu”. Sem acreditar que havia perdido tanto tempo numa fila inutilmente, ao
fazer o caminho de volta até a revenda eu decidia intimamente que só iria lá
para pegar o meu código de barra, iria lanchar (q fome eu estava) e iria embora
para casa para no outro dia enfrentar uma Lotérica no centro da cidade : ( Assim
que cheguei novamente na loja ainda lotada de gente, me direciono até a
atendente gentil novamente depois de mais ou menos 1 hora e alguns minutos longe
dali, eu com a maior cara de desgosto e desânimo viro para ela que surpresa
pergunta o que houve e eu aviso que me passaram o código de barra errado. Nem
ela acredita e numa solidariedade que nunca esperaria diz que ficou com pena de
mim. É possível? Daí, fiquei menos resistente por essa solidariedade e falei
para ela “Pelo amor de Deus, eu preciso de ajuda! Eu só quero pagar a minha
conta.” Ela pára em frente ao computador (mesmo eu sabendo que não poderia fazer
alguma coisa) e logo o PQG chega e me olha espantado com aquela cara “O que vc
AINDA tá fazendo aqui!” e eu humildemente digo para ele “Cara, me passaram o seu
código de barra para pagar a conta e eu quero é da MINHA conta. Passaram um
valor de mais de trezentos reais e a minha não passa de trinta e oito reais” e
mais uma vez eu já desesperada viro para ele e digo “Cara, pelo amor de Deus me
ajuda! Só quero pagar a minha conta e falar no meu celular, é possível?” Só
depois de tudo isso é que o PQG resolve me dar a devida atenção. Pega
novamente o celular dele e ... após mais ou menos 10 tentativas para falar como
o “número impossível” que agora já estava virando questão de honra, ele consegue
falar com um atendente! ALELUIA! Diante desta realidade peguei no braço do PQG e
disse “Por favor, naõ deixa ela escapar” e ele começa a falar, se identifica que
está falando da revenda, explica o que está ocorrendo e logo solicita a
atendente o código de barra. Ela do outro lado constata o que nós já tínhamos
visto no sistema, só havia a outra fatura e que a fatura naquele mês não
existia!!! MAS COMO?! SE A OUTRA ATENDENTE, NUMA OPORTUNIDADE ANTERIOR E JÁ
RELATADA DISSE QUE A FATURA DAQUELE MÊS ESTAVA EM DEBITO AUTOMATICO, COM O
VENCIMENTO AINDA PARA 07 E QUE EU AINDA PODERIA ESPERAR EM CASA PELO RECEBIMENTO
DELA! ... o PQG falava com a mulher e eu de cá debatendo. Como?? Aí começa um
triálogo e o PQG passa a ser o interlocutor entre eu e a atendente seiláoque ...
“Vc realmente pagou a fatura anterior? Vc já conferiu se os créditos deste mês
realmente não foram liberados? Já realizou alguma ligação? Quando pediu o
débito? Vc realmente tem crédito disponível no banco?” (putz até isso eu tive
que informar e depois comprovar pq eu fiz questão de entrar no site banco e
conferir .. já estava insegura se realmente não era eu e a minha conta que
estávamos perdidas ali) ... e as minhas respostas: “Sim eu já paguei! Já conferi
e os créditos não foram liberados, inclusive liguei para o meu noivo ontem e a
mensagem no celular era ... vou fazer um teste deixa eu ligar no telefone daqui
da loja” .. liguei ... atenderam ... ??? ... os R$ 25,00 dos créditos extras
aparecem disponíveis num torpedo enviado logo que falei com a outra pessoa no
telefone ... e eu com cara de tacho sem entender nada ... “então, deixa eu ligar
para o meu noivo, não tinha crédito pq agora tem?” Liguei, ufa! E a mensagem de
sem créditos surgiu! E o PQG me informando ao mesmo tempo que os R$ 25,00 eram
somente para de “Olá” para “Olá” l.o.c.a.l e telefone fixos l.o.c.a.l :o) EU
SIMPLESMENTE NÃO ACREDITEI e quase apertando o braço do PQG virei indignada
dizendo para ele: “E daí?! Eu preciso falar em interurbano! EU NÃO TENHO NINGUÉM
AQUI PARA FALAR LOCAL” nessa hora eu comecei a rir e ele também. Enquanto
isso, eu aguardava a atendente “seiláoque” verificar com o financeiro o que
REALMENTE estava acontecendo com a minha conta! 12 minutos aproximadamente
depois, eu já pensando que a mulher tinha desligado, a voz reaparece no telefone
me dando a chave do problema, é possível? Sim, é possível! Mas, o PQG estava com
o celular e começou anotar as informações. Ele vira para mim e diz “Vc solicitou
a alteração do dia de vencimento para o dia 02?” E eu me tocando só naquele
momento que o problema poderia ser aquilo e não o débito automático respondo
“Sim, eu pedi para facilitar minha vida e pagar a fatura numa data mais cedo”.
Quando ele termina, a justificativa é a seguinte, RESUMINDO e o PQG falando: “ao
solicitar a alteração de fatura para o dia 02, o sistema não emitiu uma fatura
para o mês em questão, outra fatura e créditos só serão liberados no próximo mês
e a fatura só emitida no outro, entendeu?! Desta maneira, a única maneira de vc
falar no “Óla” será através de créditos que precisará adquirir (leia-se:
COMPRAR). Não terá direito aos torpedos, créditos extras (quase inúteis) neste
mês”. Eu sem conseguir absolver tantas revelações bombásticas e tudo ao
mesmo tempo, apenas falava para o PQG “Eu odeio a “Olá” e ainda vou entrar numa
comunidade que diz o quanto eu odeio essa operadora”! E ele já num tom mais
amigável, pedindo para não fazer aquilo e ainda se oferecendo para me ajudar!
Que evolução! Eu disse que colocaria apenas R$ 20,00 porque assim poderia mandar
os torpedos. Torpedos estes que custarão R$ 0,35 cada enquanto eu estiver sem o
uso dos 70 torpedos gratuitos e que tanto sonhei quando encontrei o Plano
Mágico! Conclui que tudo isso pq?! Só pode ser porque o maldito sistema não
“soube fazer” o fechamento de uma fatura parcialmente. Para ser bem sincera não
sei até agora a diferença que isso faz se o valor pago é utilizado em créditos
que vão sendo debitados e acabam antes mesmo da outra fatura chegar : ( Acho que
ainda não estou em condições para fazer uma boa avaliação e processá-los por
tanto desgastes! Do plano mágico e vendido há poucos meses atrás só restaram
as seguintes verdades: a tarifa interurbana de “Olá Controle” para “Olá
Controle”ainda continua com o mesmo valor, os créditos de R$ 38,74 vão
desaparecendo a cada chamada ligeira e de forma veloz, os créditos extras não
fazem ligação interurbana e os 70 torpedos gratuitos só funcionam quando o
sistema e os atendentes funcionam ... o resto é um monte de balela para
impressionar e no fundo no fundo não são nada do que parecem. ... paguei os
R$ 20,00 e saí da loja sem acreditar ainda no que estava acontecendo. Meio que
anestesiada subi as escadas rolantes para fazer o meu lanche tão aguardado e
merecido! ... chegada em casa --> +/- 20:20 hs ... fica a lição: a
importância de se perder (ou ganhar) tempo lendo aquelas cartilhas ilustradas
das operadoras, principalmente, as letras miúdas. ... e a certeza que os 365
dias não passarão tão rápidos assim!!! Páááára o mundo AGORA que eu quero
descer :'(
Escrito por Super Body às 07h58
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Celebridade Convidada - Cíntia - Parte II
Histórias da Vida Real *e bota real nisso* -
Parte II
Espera ansiosa pela confirmação do débito, ou então, a chegada da fatura na
residência o que tornaria possível confirmar se aquela bela mensagem “em débito
automático” e, que sintetiza o sucesso da operação, estaria lá impressa. “Ué, já
é dia 31 porque o banco não agendou o débito futuro? Onde está o valor que devo
pagar? E a fatura que não chega? Onde estão os meus créditos? Onde está o * 144
disponível para ligar/reclamar/xingar do “Olá Controle”? (opa, dias
antes consegui falar com uma atendente que garantiu que a fatura estava em
débito automático, já estava sendo enviada para a residência e mais, que o
vencimento não era ainda para o dia 02 e sim para o dia 07, portanto, ainda
havia tempo para a fatura chegar e que eu poderia ficar “tranquila” .. é
mesmo?!) Onde está o Wally? :'( Chega o dia 07. Ok, é preciso
aguardar até 00:00 hs do dia 08 para os créditos serem liberados. Mas,
insistentemente fica a pergunta: por que o Banco ainda não agendou o valor para
ser debitado? .. “uai, mas a atendente disse que já está em débito, ela tem
acesso ao sistema e a fatura e se ela falou tá falado, certo?!”
E.r.r.a.d.o.! Manhã do dia 08, ligar o celular (daqui alguns minutos
receberei a mensagem, dará tudo certo, eu sei) ... 00:00 hs do dia 09 e nada dos
créditos serem liberados. (enquanto isso sem torpedo, sem valor para ligar, sem
*144 para reclamar, sem os R$ 25,00 tb para falar?! Sim, porque quando a ligação
era feita para o “Olá Controle” do noivo a mensagem era bem clara: “Você não tem
créditos suficientes para realizar essa ligação” ... UAI, mas eu não lembro de
ter utilizado os créditos extras, então, isso também não existe?! :'( Meu
pensamento racional e a minha inteligência deduziam que de fato algo estava
errado. Sentimentalmente o coração estava destroçado e inconformado. E pensando
na capital Alagoana, a única revenda disponível para reclamar era no Shopping.
Vamos agendar a ida para lá no primeiro dia da semana. Emoções fortes prometiam.
E intimamente eu sentia isso, mesmo que o pensamento do bem dizia que não “tudo
será resolvido num instante”... ... aproveitando a liberação do trabalho para
ir ao médico e saída bem antes do esperado eis o grande dia. Chegada ao Shopping
aproximadamente 16:25 hs da segunda-feira, depois de uma luta interna feroz para
não ir, uma vez que ida ao shopping representava gastos extras e tentações a
vista :o) .. ah mas tudo bem, preciso encontrar o sapato branco para o casamento
.. vamos unir o útil ao agradável (será?!) ... chegada a revenda, vários
atendentes e MUITAS pessoas para serem atendidas. Pensamento íntimo “isso aqui
promete!” Mas, plagiando uma deputada infeliz “Relaxe e goze” ... Se há algum
problema tem que ser resolvido. Uma atendente gentil se aproxima e a primeira
explicação detalhada minha do que havia ocorrido, todos os acontecimentos, qual
o desejo e objetivo por estar ali foram expostas. Apesar de me ouvir atentamente
(coisa rara hoje em dia), avisa apenas que seria necessário emitir um segunda
via da fatura e pagar na lotérica (ai que medo de ouvir isso), mas ela não
poderia emitir e era preciso aguardar atrás do outro atendente que
“PensaQueéGatinho” (PQG), para ele e somente ele emitir através do sistema. Tudo
bem, a atendente explica rapidamente para o “PQG” o que precisava e pedem para
eu aguardar. Quatro minutos se passa, dados pessoais fornecidos, pesquisa
concluída e 2ª via na mão, agora era só ir até a Lotérica pagar. “Poxa, até que
foi rápido!”. 10 segundos fora da loja e o tico-teco avisa que é necessário
conferir o papel entregue. “Ops, essa fatura não é do mês agora!!! Esta é do mês
anterior que já está paga”. Meia volta e retorno a loja. Vira para a atendente
gentil e digo que aquela não era a fatura devida. Ela confere e certifica mesmo
que não é. Mas, só aquela estava disponível no sistema para impressão. E começa
insistir nisso. Vamos até ao PGQ que está com moh ar de desdenho, sem paciência
quase nenhuma para me ouvir e alguns barulhos em volta. Ele tb constata que só
tinha essa fatura, volta a consultar o sistema e realmente só tinha essa fatura.
Orientam que preciso ligar para o bendito *144. Eu argumento que o “Olá
Controle” não tem feito essa ligação, está sem crédito e que eu só desejo pagar
a fatura para ter os créditos e falar. Argumento inclusive que havia ligado para
outro bendito 1057 do telefone fixo milhares de vezes, mas NUNCA e em nenhum
momento fui atendida por algum atendente, só as malditas promoções e as ligações
caíam sempre. Ele vira olhando para a outra atendente e diz ainda com o mesmo ar
de desdenho percebido anteriormente que EU deveria conseguir um outro “Olá”, de
outro usuário para fazer a ligação e verificar o que estava acontecendo. Foi
necessário o meu olhar se direcionar para o dele e informá-los que eu estava
COMPLETAMENTE sozinha na cidade e que não conhecia NINGUÉM para solicitar um
favor como aquele e REAFIRMEI ainda que tentei várias vezes ligar do telefone
fixo para não precisar estar ali naquele momento mas, foi inútil, porque não
consegui e estava precisando de ajuda DELES! Mantendo o eterno ar de desdenho
tirou o celular DELE do bolso, discou o número, virou para mim falando algo
intraduzível, eu ainda tive a coragem de emitir aquele “hã” que o outro que não
tem boa vontade e nem paciência para repetir e ele disse “nada .. ouça aí” ..
humildemente obedeci. No momento que consegui concluir a comunicação super
interativa com a atendente eletrônica e que passaria a ligação para um atendente
... tu tu tu tu ... a ligação caiu :o) Viro para o PQG e aviso que a ligação
caiu. Com o ar de desdenho triplicado, ele vira para mim com aquela cara “deve
ser burra e tenho que resolver tudo” e pede para esperar por ele até terminar o
atendimento com o outro cliente. Mais uma vez e humildemente eu respondi com
“ok”. Passam três minutos e o PQG vira para mim despreocupadamente (fingindo
estar preocupado) e me pede para eu me sentar numa cadeira que milagrosamente
estava vazia. Eu na minha paciência incomum, disse “não” e agradeci. Mais dois
minutos e outro atendente (PQG2) com cara “eu sou o gerente aqui”, creio, porque
era o único com roupa diferente da equipe, de pé e em frente a loja, vira para
mim pergunta se estou precisando de ajuda (nossa, senti até lisonjeada), no
mesmo instante o PQG vira para esse PQG2 para que ele me ajude e, antes que o
PQG explique o que estava acontecendo, me adiantei num tom quase implorando e
relatei o que estava acontecendo, que só precisava da fatura daquele mês para
pagar, só, mais nada, apenas isso. O PQG2 com outro ar de desdenho, contudo,
mais amigável pega o telefone do PQG novamente e disca para o número “o
impossível de falar” para conseguir o código de barra da fatura para pagar.
Pensei: “Poxa, que legal pelo menos ele conseguiu uma saída”! Várias tentativas
e o PQG2 consegue pegar o código de barra, ouve a gravação pela segunda vez para
conferir se os 384.785.693 números rabiscados estavam corretos e me orienta ir
até a Lotérica para pagar com aqueles números escritos de forma tão simples num
papel igualmente singelo. Pensei inocentemente “será que este papel realmente
permitirá o pagamento da fatura?!” Vamos tentar! É preciso lembrar: “Quem
insiste sempre alcança” em casos assim.
(continua...)
Escrito por Super Body às 08h40
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Celebridade Convidada - Cíntia - Parte I
Fala, galera!!! Falando em problemas com operadoras de celular... Minha
amiga Cíntia viveu uma situação que seria cômica, se não fosse trágica. Ela
resolveu compartilhar conosco e, com isso, entra no ar o quadro Celebridade
Convidada!!! A história será dividida em três partes. Publico hoje a
primeira. Que subam as cortinas!!!
Histórias da Vida Real *e bota real nisso* -
Parte I
Mais uma baseada em Operadoras de Celular e atire a primeira pedra quem já
não desejou explodir uma com todos os seus dirigentes para que acordassem para a
vida!! Ops, mas se o caos aéreo não é resolvido com tragédias assim, o que dirá
esse mundo da tecnologia e da informação!! Socorro!! Então, pára o Mundo que
eu quero descer!! Seria cômico se não fosse trágico e traumático :o)
Segue o relato ... ... tudo ia bem no reino encantado numa cidade do
interior de Minas Gerais quando de repente eis que a personagem principal desta
história sofre uma mudança de ares, residência, endereço, clima, comida,
pessoas, língua (sim, essa sofre uma mutação imensa quando saímos a 500 km de
distância o que dirá 1.400 km), longe da família, dos amigos e do noivo para se
aventurar em terras nordestina por um looongo período! Ótimo! Ocorrido
definitivamente a mudança e o reconhecimento da terra desconhecida qual primeira
coisa que sentimos falta? Conversar!! Onde estão todos para aquele bate-papo que
bastava uma ligação local através de um telefone fixo que sempre funcionou tão
bem e durante tantos anos para matar a saudade, colocar a fofoca em dia,
discutir, desabafar, chorar e todos os outros infinitivos possíveis. Mas, em
terra estranha e distante de quem tanto amamos e “desamamos” conversar por
telefone é quase o único canal para compartilhar (mesmo que rapidamente) as
novidades!! (Vivas para os benditos e-mails e a internet que no primeiro
momento custam o olho da cara e nem sempre estão tão disponíveis até descobrir
como utiliza-los gratuitamente no novo emprego : ) Ok, primeira tentativa
frustada e no primeiro mês em terras “estrangeiras” conseguir trocar o celular
que era da operadora mineira para uma operadora local que pudesse oferecer a
menor tarifa e maiores vantagens! Pesquisa aqui, pesquisa ali, discuti daqui e
discuti dali e depois de 4 idas inúteis a operadora “Escura” para não dizer
“Claro” o nome dela, eis a conclusão que chegam: “Você não pode obter um celular
pós-pago porque precisa comprovar residência.” Como? Se acabei de chegar aqui.
“Sim, mas não podemos fazer nada é preciso ter um endereço residencial em seu
nome”. Ok, então, vamos por etapa. Procura um apartamento. Encontra o
apartamento. Solicita o telefone residencial (outra história CÔMICA se não fosse
desoladora e que deixo para relatar numa outra oportunidade). Espera ansiosa e
por dias pela instalação do telefone fixo. Instalação concluída. Espera pela
fatura com o endereço e nome. Chegada da conta. Ufa, é possível, pois quem
espera sempre alcança. Ida ao shopping. Mais pesquisa pelas operadoras. Depois
de dias decorridos e tantas idas e vindas descoberta que aquela, “Claro”, não
era a melhor operadora. Corrida pelo Shopping. Mais pesquisas. Então, o encontro
mágico e tão esperado acontece -> a Operada “Olá” que parece muito com a
“Tim enganei de novo” surge oferecendo o Melhor Pacote (é preciso memorizar
as preciosas informações a seguir), promoções, tarifas menores, 70
torpedos gratuitos, “Olá Controle” (Sim! É possível ainda controlar as ligações
pagando R$ 38,74 ao mês, mas se quiser falar mais poderá adquirir créditos como
se fosse um “Olá Pré-Pago”), “você ainda tem mais R$ 25,00 de créditos extras”
quando o seus créditos R$ 38,74 tiveram sido utilizados e que serão creditados
automaticamente e para ser perfeito: você ganha 1 celular gratuito destes
MEGAS modelos 171 e faz interurbano gratuitamente através de qualquer orelhão ou
telefone fixo (que sonho!). Contrato fechado! E o elo que eterniza essa linda
ligação “Contrato Fidelidade por 1 ano”! Ah, é só 1 ano, o que são 365 dias se
estou com o plano perfeito! E para ser ainda mais perfeito, o noivo
também entra também no plano Mágico em terras mineiras! Enquanto este plano
acontece em terras nordestinas! Sim, são áreas distantes e diferentes e porque
as Operadoras “Quero fuder você” trabalharia diferente né?! Para o sonho
“des”encantar, elas realmente trabalham diferentes em regiões diferentes!
É isso que manda o mundo dos negócios não é?! E claro (agora sem trocadilhos)
só haveria sentido trocar de operadora com tarifas interurbanas menores se for
de “Óla” para “Óla”, falar gratuitamente através do orelhão ou telefone fixo se
o outro também tiver outro “Olá” (essa parte eu não consegui entender até hoje
por mais que eu tenha ligado *144, lido a cartilha e pesquisado no site! Mas,
isso tb não é mais importante, pois o mais importante eu compreendi bem e
depois) e mandar torpedos gratuitos se os dois tiverem 70
torpedos gratuitos cada um para trocar! E o contrato em terras
mineiras também foi fechado, mesmo com alguns ajustes no plano que deveriam ser
exatamente igual já que era um “Olá Controle” também. E como acontece no
mundo real, basta você fechar o contrato, assiná-lo e tornar eterno o elo para
descobrir que a hora do terror começará imediatamente!!! Primeira descoberta
(depois de várias e diversas ligações com atendentes e cada um com uma versão
sobre a promoção): não é possível realizar ligação interurbana de orelhão ou
telefone fixo para terras mineira, pois é necessário que a operadora local de
telefone fixo pertença à TeleMarte (engraçado essa parte não estava em letras
garrafais na Cartilha “Olá” ... e só depois de ler várias vezes as letras miúdas
para compreender pq não era possível, além disso, a cidade mineira não pertence
à TeleMarte ... cri cri cri ... ótimo, então, vou cadastrar a promoção em terras
nordestinas, assim poderá ser útil em algum momento ... nã nã nã ... antes você
como usuário precisa ligar no famoso nº grátis, seguir as instruções e cadastrar
uma senha para utilizá-la. Ok. Vamos ligar. Segue as instruções da atendente
eletrônica e proooonto ... pronto?! Que nada, a última frase diz: “dentro de
alguns instante você receberá um torpedo com a nova senha” ... bem, estou até
hoje aguardando o recebimento desta senha e pior (e não saberei jamais o porquê)
não consegui mais acessar aquelas instruções. “Vai se fuder”! (outra
informação nova: depois de algumas conversas nada a ver com os atendentes; os 70
torpedos grátis e R$ 25,00 de créditos extras só poderiam ser liberados depois
que fosse pago a primeira fatura e em dia. Então espera ansiosa pelo primeiro
mês e o pagamento em dia da fatura para mais algumas economias). Depois da
conformação em não realizar chamadas interurbanas GRÁTIS de blá, blá, blá ...
então, voltemos a realidade. O tão esperado primeiro mês chega, a primeira
fatura é paga e até alguns dias antes do vencimento, porém, somente um dia após
o vencimento, o valor R$ 38,74 foram creditados. Nossa, até os batimentos
cardíacos aceleraram ao ver aquele torpedo informando isso. Eitaaaaaa, agora já
poderemos trocar os torpedos e mais quando acabar os meus créditos ainda poderei
utilizar R$ 25,00 extra para falar com o meu amor! Muito bom! Iupppiiiii!” O
mês transcorre normalmente até que surge uma idéia brilhante: por que não ligar
no nº grátis e solicitar a alteração do dia da fatura do dia 07 para o dia 02. É
já que o dinheiro tá liberado todo mês no último dia útil! Oba! Assim, não será
necessário esperar tantos dias para falar ao celular, os créditos e os torpedos
serão liberados rapidim. Sim, pq os créditos do “Olá Controle” não duravam até o
dia 20, lembrando que as conversas em 98% das ligações eram interurbanas e
ligeiras! E se era “Controle” o orçamento não comportará mais créditos extras em
gastos com telefone que já está saindo uma fortuna. Olha que beleza! Para
alterar o vencimento da fatura, consegui falar com a atendente na primeira
chamada e melhor, sem muitos ruídos na conversa. Perfeito! Agora era só esperar
até o próximo dia 02 para ver os meus créditos liberados e os torpedos tb! Outra
idéia genial: colocar a fatura no débito automático, já que a fatura não pode
ser paga pelos bancos e as justificativas são várias; em um banco é porque
a empresa “Olá” não é cadastrada ou conveniada e outra porque o valor é diminuto
e menor que R$ 1.000,00 (?!) ... Se quiser pagar, somente em correspondentes
bancários (só agora compreendo a importância que eles tem na minha vida) e
lotéricas (onde normalmente as filas quilométricas não são nada motivadoras).
Ok. Vou até a agência solicitar isso ao gerente. Fila enorme para atendimento.
Desistência. Acesso ao site do banco. Descoberta que era possível fazer este
trabalho sem sofrer, sem filas, bastava seguir as instruções virtuais. Operação
quase completa. “Informe o número do cartão com senha”. Kd o cartão? Em casa.
Ok. Amanhã é outro dia. Chega o amanhã. Acesso ao site ... ... ... operação
concluída!! Ufa!! Consegui!! Mais uma passo realizado, concluído e efetivado.
Agora aguardar até o dia 02. Conferir o débito “E” proooonto, mais 1 mês para
falar.
(continua...)
Escrito por Super Body às 11h08
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Válido Até...
Uma vez tive um namoro com data para acabar. Data marcada mesmo, como em uma agenda, dia X, do mês tal, deste ano: Fim do Namoro!!! Pode parecer
estranho, mas nas circunstâncias em que nos encontrávamos, não dava para ser
diferente. Porém, mais estranho ainda é dizer que foi o melhor namoro que
tive na vida. E foi!!! Motivo? Simples... Quando as pequenas coisas nele me
irritavam ou quando o ciúme me atacava... uma vozinha dentro da minha cabeça
dizia: "Não seja bobo! Vocês têm apenas mais [por exemplo] cinco dias juntos...
Vai perder este tempo que já é tão pouco com briguinhas bestas?" Isto me
acalmava instantaneamente e eu trocava as palavras ásperas por um beijo ou um
carinho... Se eu deveria ter aprendido com este relacionamento a conduzir
todos os outros futuros e não aprendi, isso já é outra história... Mas como
nem tudo é perdido, vou tentar usar este mantra para deixar mais amena a minha
relação com... a minha operadora de celular!!! Faltam dois meses e quatorze
dias para eu poder cancelar o meu contrato...
Escrito por Super Body às 09h13
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Super Special
Fim de semana com:
- Feriado na sexta.
- Visita da Cintya, matando saudades.
- Churrascaria Tropeiro, sem faisão / pão com alho*, mas com um
"improvement" no "style" do carneiro.
- Bicota: chantilly com sorvete.
- Strogonoff da Anália.
- Receita de suco de morango com limão cor de uva sabor goiaba.
- Roseval recitando "Uma Ode Aos Tigres".
- Nostalgia: "Tô com medo!!!" (referente a uma tira em quadrinhos!!!)
- Presença de vários amigos "desaparecidos".
- Vários momentos de descontração em companhia de pessoas muito
agradáveis.
O que mais posso querer?
* Dizem que ele foi trabalhar em Belo Horizonte em um lugar
chamado Casa do Churrasqueiro e atende principalmente
casamentos.
Escrito por Super Body às 10h59
[ ]
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O Castigo Vem A Galope
Tenham em mente que isto aconteceu no
WS anterior (há menos de três meses) e então, vocês estão prontos a compreender
a harmonia do universo e as voltas que o mundo dá...
Pré-aula: Lucrécia: Há tanto
tempo que não faço Body Attack... Será que consigo chegar ao final da
aula? CJ: Claro que consegue. Você tem um preparo ótimo, não
tem? (Qualquer ironia é mera interpretação por parte do leitor.)
Track 01: Lucrécia: Impressão
minha ou a aula está bem mais forte do que costumava ser? CJ (rindo
por dentro): Impressão sua. Até agora eu achei que a intensidade até
diminuiu. (Era mentira!!! O aquecimento estava BEM mais forte e mais
acelerado do que costuma ser. Mas peeeeensa que eu iria dizer...)
Track 03: CJ (no maior gás):
Detoooooooooonaaaaaaaa!!! Lucrécia (sem voz, bufando):
... (Neste momento, comecei a rolar de rir interiormente.)
Track 06: CJ (para uma Lucrécia
moribunda): Vambora!!! Pára não!!! Metade da aula já
foi!!! Lucrécia: Minha panturrilha está com
cãibras... CJ: Faz uma massagem rápida aí que melhora. Não
vale desistir!!! (Juro... No meu interior, eu me sentia dar cambalhotas
no ar de tanta satisfação!!!)
Track 08: A língua de Lucrécia está meio metro
para fora da boca se arrastando no chão. CJ (para provocar):
Vambooooooooooooooooooora!!! Lucrécia não tem forças nem para olhar para CJ,
muito menos para responder qualquer coisa.
Track 09: Lucrécia é um trapo humano, digna de
pena, se arrastando pelo chão... CJ (golpe de misericórdia):
Puxa!!! Você parece estar cansada, hein?
Pós-aula: Lucrécia (mancando):
Eu nunca deveria ter feito esta aula. Minha panturrilha agora está doendo
demais!!! Que dor é essa? CJ: Chegue em casa, tome um banho
quente e faça uma massagem que passa. Senhor Lucrécio: Esse
mix está muito forte!!! CJ (com um sorriso): Forte sempre é.
Mas, sabe que, em comparação ao anterior, eu achei BEEEEEEEEEM mais
fraco? (Touché!!!)
Escrito por Super Body às 10h36
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