???
É um pecado não gostar de alguém assim É um pecado não gostar assim de
alguém
Será o fim? Mas nem houve começo...
If you’re not the one, why (...)?
Será o começo? Mas o fim já chegou...
É um pecado não amar alguém assim É um pecado não pecar com essa
princesa
Odeio cair em paradoxos!!! Odeio problemas cardíacos!!!
Escrito por Super Body às 13h25
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Jô Penteado
Fala, galera!!!
Já que toquei no assunto no texto anterior, quando mencionei que tenho 22
anos como telespectador de novelas... Realmente, a primeira que assisti e me
entreguei de corpo e alma ao enredo, foi, em 1986, A Gata
Comeu, da saudosa Ivani Ribeiro. E a trama foi tão envolvente, tão
sedutora que não resisti e a assisti pela segunda vez em 1989, um ano
pré-vestibular na minha vida... E, pela terceira vez em 2001. Da primeira
vez, eu era apaixonado pela Jô Penteado (Christiane Torloni). Apaixonado no
sentido real da palavra, Jô era a mulher com quem eu sonhava me casar...
Sério!!! Bem mais tarde, analisando friamente, cheguei à conclusão de que eu
não queria me casar com Jô... eu queria ser Jô e me casar com Fábio (Nuno Leal
Maia). Eu só percebi isto na época da segunda exibição da novela, quando
então sofria os efeitos da primeira paixão real na minha vida... Putz, como eu
chorava quando Jô chorava!!! Porque eu sentia na pele tudo aquilo que ela
sentia... Da segunda vez, a novela foi mais real e mais marcante para mim, eu já
conhecia a paixão e sofria por ela. E nada me tira da cabeça que foi por
assistir pela terceira vez que eu me tornei Jô. Eu fiz, aconteci, aprontei e
desaprontei na conquista de um amor... Como a vida não imita a arte, o meu final
não foi tão feliz como o dela... Mas, vida que segue... Será que eles
reprisam uma quarta vez?
Uma curiosidade, para efeitos de túnel do tempo... Nuno Leal Maia está
detonado (veja o Bernardo de Duas Caras). Já Christiane
Torloni, a minha eterna Jô, está cada vez mais deslumbrante e mais mulher com o
passar dos anos (veja a Sônia de Beleza Pura). Dizem que o
tempo é cruel com as mulheres e melhora os homens. No caso destes protagonistas,
o processo se inverteu...
Escrito por Super Body às 07h42
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Cinco Ótimos Motivos para NÃO Assistir Duas Caras
Lembram dos motivos para assistir? Publiquei em 26/10/2007, dêem uma
olhada se quiserem... Pois bem, algo desandou.
- O texto anda pobre, as interpretações estão maquinais, a trama não passa
mais emoção nenhuma. Fora as incoerências. Decepcionante.
- Não toca mais (ou toca muito pouco) “Coisas Que Eu Sei”. Ademais, a trilha
sonora já chegou às lojas, eu já a adquiri e ouço a música quando quero sem
depender da equipe de sonoplastia da Rede Globo.
- Até Gioconda e Lenir perderam o ponto... não estão tão engraçadas quanto no
começo.
- Não poder usar mais a expressão “justamente”, nem mesmo de maneira correta,
justamente por ser comparado com Juvenal Antena.
- Gatos? Hmmmm, tá... Eles continuam gatos... Mas sabe o Gato Revelação 2007?
Não anda dando no couro. Duda Monteiro praticamente desapareceu da trama...
Mesmo quando está na tela, é como se não estivesse. Fraquíssimo. Sem contar que
seu intérprete, Guilherme Gorski, deve ser intragável pessoalmente (pelo
“retorno” que tive ao avisá-lo do prêmio).
Porém... Apesar de tudo isso aí... Em um ponto, tenho que
dar o braço a torcer... Aguinaldo Silva conseguiu colocar o seu intento
(explicitado pelo título da novela) na personagem Branca (Suzana Vieira). Em
22 anos como telespectador de novelas (fora os anos de Sítio do Picapau
Amarelo) eu nunca, nunca, NUNCA conheci uma personagem
com o poder de alternar a torcida do público a seu favor e contra, tudo ao mesmo
tempo agora. Branca nos consegue fazer torcer incondicionalmente por ela nas
brigas com a sua filha e nas picuinhas contra o antipático Heriberto (Paulo
Goulart). E consegue ser simultaneamente detestável ao ficar contra Célia Mara e
suas propostas de acessibilidade à universidade. Parabéns ao autor. Parabéns
à atriz. E que Duas Caras reverta novamente a situação e nos
traga mais diversão em sua reta final.
Escrito por Super Body às 14h25
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Só Mais Um Inferno Astral
Dores minhas por dores de outros. Não quero, mas sinto. A dor na alma machuca
mais que a física e deixa cicatrizes mais fundas. Ouço gritos que não quero
ouvir.
Gritos animais quase humanos. Sentimentos ambíguos de solidariedade, sou eu
mesmo? Será o sono ou empatia real? Não sei explicar. Aquela expressão no rosto
(?) é gravada como tatuagem na minha memória. Indelével. Quero esquecer, mas é
impossível. Por favor, quero esquecer, faça-me esquecer!
Gritos humanos quase animais. Indignação muda. A inação me corrói, mas nem
assim consigo sair do estado de anestesia. Um congelamento mais doloroso do que
as pancadas que a covardia evitou. Eu não quero ouvir!
Então, como um alívio, você vem. Sempre agora e, ironicamente, em contraste
com sua partida. Me faz esquecer tudo. Me faz lembrar tanto! Depois, como veio,
vai. Sem despedidas. Nunca houve nenhuma. O bálsamo benigno se transforma em
ácido aplicado em carne viva.
Anseio por liberdade. Aguardo uma oportunidade para fugir da prisão em que me
encontro. Mas, se o guardião é o próprio prisioneiro, como agir?
Escrito por Super Body às 11h29
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